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Billie Eilish cancela shows no Brasil e resto da turnê ‘Where Do We Go?’

Billie Eilish ganhou cinco estatuetas no Grammy 2020, entre elas as quatro maiores categorias da noite — Foto: FREDERIC J. BROWN / AFP

A cantora Billie Eilish cancelou a turnê mundial “Where Do We Go?”, que incluía dois shows no Brasil, anunciou a Live Nation nesta sexta (4).

A jovem, fenômeno do pop, cantaria em São Paulo e no Rio de Janeiro nos dias 30 e 31 de maio. Naquele mês, ela anunciou que adiaria os shows, mas não chegou a marcar uma nova data.

Em um comunicado, Eilish disse que tentaram diversos cenários para remarcar a turnê, mas que isso não foi possível. A cantora também prometeu marcar novos shows quando “estivermos prontos e seguros”. Veja, abaixo, a nota completa:

“Oi pessoal. Eu gostaria de ter conseguido ver vocês em turnê este ano. Eu senti tanta falta de me apresentar para vocês e de estar no palco que eu nem consigo explicar.

Tentamos o máximo de cenários possíveis para a turnê acontecer, mas nenhum deles é possível e, embora eu saiba que muitos de vocês querem manter seus ingressos e passes VIP, a melhor coisa que podemos fazer é que o dinheiro volte para as mãos de todos o mais rápido possível. Fique de olho em seu e-mail para obter mais informações do local o qual vocês compraram e, quando estivermos prontos e for seguro, avisaremos quando todos poderão comprar ingressos novamente para a próxima turnê.

Eu amo muito vocês. Fiquem seguros, bebam bastante água, usem máscara.”


Estudo de médico americano mostra que cloroquina, azitromicina e zinco têm ‘grande eficácia’ contra a covid-19

Estudo de médico americano mostra que cloroquina, azitromicina e zinco têm ‘grande eficácia’ contra a covid-19

O Dr. Vladimir Zelenko e sua equipe anunciaram que um estudo retrospectivo analisando os dados de seus pacientes foi aceito para publicação na International Journal of Antimicrobial Agents após um rigoroso processo de revisão por pares.

O estudo concluiu que a intervenção precoce e o tratamento de pacientes de alto risco com COVID-19 resultaram em um número significativamente menor de hospitalizações e mortes.

O tratamento que consiste em zinco, hidroxicloroquina em baixas doses e azitromicina também é conhecido como “Protocolo de Zelenko”, devido aos estudos iniciais do Dr. Vladimir Zelenko sobre o assunto.

Este estudo é único porque apenas pacientes ambulatoriais de ALTO RISCO foram tratados com o regime de três medicamentos. Pacientes de alto risco são aqueles que têm 5% a 10% de chance de morrer por COVID-19.

Esta categoria inclui pacientes com mais de 60 anos, com menos de 60, mas com outros problemas médicos ou que têm dificuldade para respirar. Todos os pacientes ambulatoriais de alto risco identificados foram tratados em sua consulta inicial, a maioria nos primeiros cinco dias do início dos sintomas. Todos esses pacientes tiveram confirmação laboratorial de infecção por COVID-19.

Esta análise retrospectiva é o produto da colaboração única de três médicos com uma rara sinergia de indústria, academia e medicina clínica.

Dr. Roland Derwand é um médico alemão e especialista na indústria de ciências da vida. O Professor Martin Scholz é consultor independente e professor adjunto de medicina experimental na Heinrich Heine University, Düsseldorf, Alemanha. Drs. Derwand e Scholz foram os primeiros a chamar a atenção para “O Protocolo de Zelenko” em seu artigo de hipótese publicado sobre a importância de combinar zinco com hidroxicloroquina como método para tratar COVID-19.

Tratamento precoce é eficaz

“O que diferencia este estudo é que os pacientes foram diagnosticados muito cedo com COVID-19 em um ambiente ambulatorial, e apenas os pacientes de alto risco foram tratados precocemente”, disse o Dr. Derwand.

“Infelizmente, parece que esquecemos o conhecimento médico comum – que queremos tratar qualquer paciente com uma doença infecciosa o mais rápido possível. O Dr. Zelenko tratou seus pacientes de alto risco imediatamente com o regime de três medicamentos para garantir eficácia suficiente. Ele corretamente não esperou que a doença se desenvolvesse”, completou.

Seguindo o rigoroso processo de revisão por pares, Dr. Zelenko disse: “É lamentável que grande parte da cobertura da mídia em torno da hidroxicloroquina tenha sido negativa. Esses três medicamentos são acessíveis, estão disponíveis na forma de pílulas e funcionam em sinergia contra COVID-19.”

De acordo com o Dr. Zelenko: “O principal papel da hidroxicloroquina é permitir que o zinco entre na célula e inibir a reprodução do vírus. E a azitromicina previne infecção bacteriana secundária nos pulmões e reduz o risco de complicações pulmonares.”

O terceiro autor, o Professor Scholz, acrescentou: “Este é o primeiro estudo com pacientes ambulatoriais COVID-19 que mostra como uma estratificação de risco ambulatorial simples de executar permite decisões rápidas de tratamento logo após o início dos sintomas.

O triplo bem tolerado de 5 dias terapia resultou em uma taxa de hospitalização significativamente mais baixa e menos mortes sem efeitos colaterais cardíacos relatados em comparação com dados de referência públicos relevantes de pacientes não tratados.

A magnitude dos resultados pode elevar substancialmente a relevância do uso precoce de hidroxicloroquina em baixa dose, especialmente em combinação com zinco. Estes dados podem ser usados ​​para informar as políticas de resposta à pandemia em andamento, bem como futuros ensaios clínicos.”


Reino Unido aprova vacina da Pfizer e BioNTech e anuncia que iniciará aplicação na próxima semana

vacinas contra a Covid-19

O Reino Unido aprovou, nesta quarta-feira (2), a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech e anunciou que prevê iniciar a vacinação na semana que vem. Um primeiro lote com 10 milhões de doses será disponibilizado pelo NHS, serviço público de saúde britânico, ainda em 2020.

Profissionais da saúde deverão estar entre os primeiros a serem vacinados, assim como idosos e pessoas vivendo em casas de repouso, incluindo funcionários. Por causa das condições de armazenamento da vacina – que precisa ser mantida a -70°C – as campanhas de vacinação serão feitas em hospitais.

Os anúncios foram feitos pelo ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, que classificou a notícia como “fantástica”.

“No início da próxima semana, começaremos um programa de vacinação de pessoas contra Covid-19 aqui neste país”, disse ele à rede Sky News.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse que a aprovação da vacina vai resgatar vidas e a economia do país – que tem 59.148 mortes pela Covid-19, o maior número da Europa.

“É a proteção das vacinas que vai finalmente nos trazer de volta às nossas vidas e fazer a economia andar novamente”, escreveu o premiê britânico na rede social Twitter.

Na terça-feira (1º), a Pfizer pediu autorização para uso de sua vacina contra a Covid-19 na Europa. A decisão deve sair até 29 de dezembro.

Brasil não comprou vacina

A vacina da Pfizer/BioNTech é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil. O país ainda não fez acordo para adquirir a vacina, mas, em meados de novembro, o governo recebeu executivos da Pfizer para, segundo o Ministério da Saúde, “conhecer os resultados dos testes em andamento e as condições de compra, logística e armazenamento oferecidas pelo laboratório”.

Na terça-feira (1º), o Ministério da Saúde disse que o plano de imunização do país não prevê o uso de vacinas que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento, como é o caso da desenvolvida pelas farmacêuticas.

Segundo o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, o governo quer um imunizante que possa ser armazenado em temperaturas de 2ºC a 8ºC, pois essa é a temperatura da rede de frio usada no sistema de vacinação brasileiro.

O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, comemorou a aprovação e disse que é um marco na história do desenvolvimento de vacinas. Isso porque a vacina é a primeira do tipo genético a entrar no mercado.

Kfouri também reconheceu, entretanto, o armazenamento e o transporte do imunizante como um desafio.

“Uma das limitações é o transporte, por conta do congelamento, mas o fabricante tem estudado alternativas, com gelo seco, em que ela pode ficar fora de freezers por até 15 dias”, disse Kfouri.
O especialista disse que o preço também pode ser um impeditivo para a aplicação em massa no Brasil – ele estima que a vacina da Pfizer seja até 5 vezes mais cara que a de Oxford, que será produzida em solo brasileiro pela Fiocruz.


Primeiro Ministro britânico afirma que vacinação contra Covid-19 não será obrigatória

Boris Johnson é transferido para UTI para tratamento de Covid-19

O primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson afirmou nesta quarta-feira (2) que o início da vacinação contra a covid-19 no país “permitirá recuperar nossas vidas e fazer nossa economia andar novamente” e que não há planos para tornar a vacinação obrigatória.

“Eu gostaria de agradecer a todos aqueles que tornaram isso possível”, acrescentou. “Recomendo fortemente às pessoas que tomem a vacina, mas não faz parte da nossa cultura ou da nossa ambição neste país tornar as vacinas obrigatórias”.

O Reino Unido tornou-se nesta quarta o primeiro país ocidental a autorizar o uso emergencial de um imunizante para o coronavírus. A autorização para a vacina desenvolvida pela farmacêutica americana Pfizer em parceria com a alemã BioNTech foi dada pela Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos para a Saúde.

Depois do anúncio, o ministro da Saúde britânico Matt Hancock prometeu iniciar a imunização já na próxima semana, quando 800 mil doses da vacina devem chegar ao país.

Segundo Johnson, as prioridades na vacinação serão os idosos que vivem em asilos, os cuidadores de idosos, os que têm mais de 80 anos e os profissionais da saúde que estão na linha de frente do combate à pandemia.

O primeiro-ministro classificou a aprovação da vacina como “uma notícia muito boa”, mas frisou que “não é o fim da nossa luta nacional contra o coronavírus”.


‘Mulher-Maravilha 1984’ estreia nos cinemas e HBO Max no dia de Natal

‘Mulher-Maravilha 1984’ estreia nos cinemas e HBO Max no dia de Natal

Mulher Maravilha 1984 vai estrear nos cinemas em dezembro e nos Estados Unidos, entrará imediatamente no streaming HBO Max, anunciou a Warner Bros’ nesta quarta-feira (18). Nos EUA, a estreia na telona e no streaming será simultânea e está marcada para o dia 25 de dezembro.

No resto do mundo, a estreia será uma semana antes, mas apenas nos cinemas. O segundo longa da série que tem Gal Gadot no papel da personagem-título está marcado para chegar no dia 16 de dezembro.

Expediente inédito para grandes lançamentos, a estreia simultânea manterá Mulher Maravilha 1984 no streaming HBO Max por um mês. Depois, fica apenas no cinema e segue o ciclo natural dos cinemas, voltando posteriormente a ser distribuído em plataformas digitais.

“Já que navegamos por momentos sem precedentes, tivemos que inovar em manter os negócios seguindo adiante enquanto continuamos a atender os nossos fãs”, afirmou Ann Sarnoff, CEO da Warner Media, em um comunicado.

“Sabemos que muitos consumidores não podem voltar aos cinemas em razão da pandemia, então vamos também dar a eles a opção de assistir Mulher Maravilha 1984 pela nossa plataforma HBO Max”, diz.


Rússia inicia testes em massa de segunda vacina contra a Covid-19

Rússia inicia testes em massa de segunda vacina contra a Covid-19

A Rússia planeja iniciar testes em massa de sua segunda vacina contra o coronavírus, batizada de EpiVacCorona, em pessoas com mais de 18 anos na segunda-feira (30). A notícia foi dada pela agência RIA, citando como fonte um órgão de apoio aos consumidores da área de saúde chamado Rospotrebnadzor.

Em novembro, a EpiVacCorona, que está sendo desenvolvida pelo Instituto de Vetores da Sibéria, recebeu autorização para ser testada em 150 voluntários com mais de 60 anos e 3.000 voluntários com mais de 18 anos, disse o órgão.

De acordo com a agência de notícias TASS, os testes serão realizados em Moscou e em várias outras cidades, incluindo Kazan e Kaliningrado.

Os casos de Covid-19 aumentaram na Rússia desde setembro, mas as autoridades resistiram em impor um lockdown e disseram que as medidas usadas no momento são suficientes para lidar com a crise.

A Rússia afirmou no início de novembro que sua outra vacina, a Sputnik V, foi 92% eficaz em proteger as pessoas da Covid-19, de acordo com dados obtidos nos resultados provisórios dos testes.

As autoridades confirmaram 26.338 novos casos do novo coronavírus na segunda-feira (30), incluindo 6.511 em Moscou e 3.691 em São Petersburgo, elevando o total nacional para 2.295.654 desde o início da pandemia. Foram também confirmadas 368 mortes nas últimas 24 horas, elevando o número oficial de mortos para 39.895.


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