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Mais uma vacina contra a Covid-19 começa a ser testada em humanos

Vacina, Covid-19
Empresa dos EUA vai iniciar testes em humanos de vacina contra Covid-19

Nesta segunda-feira (25), a empresa de biotecnologia de Maryland (EUA) Novavax anunciou planos para iniciar a inscrição de aproximadamente 130 pessoas em um ensaio com uma nova vacina experimental contra a Covid-19. A empresa diz que espera obter resultados preliminares de segurança e eficácia em julho.

Esta é a décima companhia do mundo a iniciar testes em humanos de possíveis vacinas contra a doença causada pelo novo coronavírus. O primeiro voluntário deve ser vacinado na noite desta segunda-feira (25) na Austrália, onde a fase inicial do julgamento está sendo realizada em dois locais.

A vacina, denominada NVX-CoV2373, produziu altos níveis de anticorpos neutralizantes em testes pré-clínicos, declarou a empresa em um comunicado.

“Esses resultados fornecem fortes evidências de que a candidata a vacina será altamente imunogênica em seres humanos, levando à proteção contra a Covid-19 e, assim, ajudando a controlar a propagação desta doença”, afirmou.

O anúncio foi feito apenas na declaração e os dados não foram revisados por pares ou publicados em uma revista médica. Se os resultados forem promissores, o estudo continuará em sua segunda fase, na qual um grupo maior de participantes em vários países será testado para avaliar a segurança, eficácia e capacidade de redução da vacina contra o novo coronavírus.

Enquanto isso, a Novavax planeja produzir a vacina com antecedência, portanto, um suprimento estará disponível caso a eficácia seja compravada. A produção está sendo acelerada com US$ 388 milhões da Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (CEPI), uma parceria global entre organizações públicas, privadas e filantrópicas.

Um porta-voz da Novavax afirmou que espera entregar 100 milhões de doses da vacina até o final do ano e um bilhão de doses em 2021.


Governo prorroga por mais 30 dias restrição da entrada de estrangeiros no Brasil

Governo prorroga por mais 30 dias restrição da entrada de estrangeiros no Brasil

O governo federal decidiu manter por mais 30 dias a restrição da entrada de estrangeiros de qualquer nacionalidade no país.

A medida começou a valer na última sexta-feira (22), após publicação em edição extra do “Diário Oficial da União” (DOU) e vale tanto para quem chega por via aérea, através de voos internacionais, quanto por rodovias ou por outros meios terrestres e transporte aquaviário.

A decisão foi tomada antes de os Estados Unidos decidirem barrar a entrada de brasileiros no país.

Desde 23 de março que a entrada de estrangeiros no Brasil já estava restrita por via aérea pelo prazo de 30 dias devido à pandemia do novo coronavírus. A medida foi atualizada com a ampliação do prazo no mês seguinte, em abril. Esta é a terceira vez que a restrição da entrada de estrangeiros é determinada pelo governo.

A restrição não é válida para exceções como para quem tem moradia permanente no país ou para quem está em missão de organismo internacional.

Veja as situações em que a restrição não se aplica:

  • brasileiro, nato ou naturalizado;

  • imigrante com residência no Brasil de caráter definitivo, por prazo determinado ou indeterminado;

  • profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional;

  • passageiro em trânsito internacional, desde que não saia da área internacional do aeroporto e que o país de destino admita o seu ingresso;

  • funcionário estrangeiro acreditado junto ao governo brasileiro;

  • estrangeiro que seja: cônjuge, companheiro, filho, pai ou curador de brasileiro; pessoa com ingresso autorizado especificamente pelo governo brasileiro em vista do interesse público ou por questões humanitárias; portador de Registro Nacional Migratório.

  • transporte de cargas.


Estudo com 96 mil pacientes não encontra benefício de uso de hidroxicloroquina e cloroquina contra Covid-19

Estudo com 96 mil pacientes não encontra benefício de uso de hidroxicloroquina e cloroquina contra Covid-19

Uma pesquisa científica publicada na renomada revista “The Lancet” com 96 mil pacientes aponta que a hidroxicloroquina e a cloroquina não apresentam benefícios no tratamento da Covid-19. Os resultados divulgados nesta sexta-feira (22) mostram que também não há melhora na recuperação dos infectados, mas existe um risco maior de morte e piora cardíaca durante a hospitalização pelo Sars CoV-2.

Dados do estudo:

  • 96.032 pacientes internados foram observados;

  • Idade média de 53,8 anos com 46,3% de mulheres;

  • Pacientes são de 671 hospitais em 6 continentes;

  • 14.888 pacientes receberam 4 tipos de tratamentos diferentes com a cloroquina e a hidroxicloroquina;

  • As hospitalizações ocorreram entre 20 de dezembro de 2019 e 14 de abril de 2020.

O grupo de cientistas comparou os resultados de 1.868 pessoas que receberam apenas cloroquina, 3.016 que receberam só hidroxicloroquina, 3.783 que tomaram a combinação de cloroquina e macrólidos (uma classe de antibióticos), e mais 6.221 pacientes com hidroxicloroquina e macrólidos. O grupo de controle, que serve para comparação e não fez uso dos medicamentos, é formado por 81.144 pacientes.

No final do período, 1 a cada 11 pacientes do grupo controle havia morrido – 7.530 pessoas (9,3%). Todos os quatro tipos de tratamento foram associados com um risco maior de morrer no hospital:


EUA doam US$ 3 milhões para ajudar Brasil no combate à pandemia

EUA doam US$ 3 milhões para ajudar Brasil no combate à pandemia

O governo dos Estados Unidos (EUA) anunciou a doação de aproximadamente US$ 3 milhões (R$ 17 milhões) ao Brasil, para ajudar na resposta de emergência de saúde pública contra o novo coronavírus.

A doação será feita por meio dos centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e da agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, que mantêm colaborações com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e com o Ministério da Saúde.

O anúncio da doação foi feito pela embaixada norte-americana no Brasil. Segundo ela, os recursos serão usados para a “melhoria da detecção e do rastreamento de casos, na identificação de áreas de transmissão, no controle de surtos e no fornecimento de dados para uma reabertura segura no Brasil”.
No dia 1º de maio, a embaixada já havia anunciado outra doação, de US$ 950 mil, recurso que tem como foco o apoio
socioeconômico a populações vulneráveis.

De acordo com a embaixada, os recursos doados por meio dos CDC “fortalecerão as operações emergenciais do Brasil, apoiando 79 centros de operação de emergência”, sendo um centro nacional, 27 estaduais, 26 nas capitais e 25 nos municípios com mais de 500 mil habitantes, além de fornecer aos membros da Equipe de Resposta Rápida (RRT) treinamento e oficinas sobre integração de sistemas de gestão de emergência, gestão de RRT e Gestão de Emergências em Saúde Pública”.

Em nota, a embaixada dos EUA acrescenta que os recursos vão melhorar a saúde comunitária e na região fronteiriça, bem como apoiar os centros de operações de emergência e laboratórios em 13 municípios de fronteira. Além disso, reforçarão a capacidade entre os países-parceiros, visando à detecção e ao atendimento de indivíduos doentes nas fronteiras e durante suas viagens.


Teste de vacina contra Covid-19 tem sucesso nos EUA, anuncia farmacêutica

Teste de vacina contra Covid-19 tem sucesso nos EUA, anuncia farmacêutica – Imagem ilustrativa

O combate ao novo coronavírus fez com que dezenas de empresas de pesquisa ao redor do mundo mergulhassem de cabeça em busca de tratamentos para diversos estágios da covid-19. Algumas, como a norte-americana Moderna Inc e a universidade britânica de Oxford, estão pesquisando vacinas para a prevenção do vírus.

No caso da empresa de pesquisas médicas Sorrento Therapeutics, que fica em San Diego, na Califórnia (EUA), a descoberta mais animadora é a de um anticorpo que os testes in vitro indicam que tem ação 100% eficaz contra o vírus causador da covid-19. Em teoria, ele poderia ser usado nos estágios iniciais da doença e também para prevenção.

Nesta segunda-feira (18), a repórter Heloísa Vilella, correspondente da Record TV nos EUA, conversou com o vice-presidente de desenvolvimento da Sorrento, Alexis Nahama. Ele explicou como a empresa chegou até o anticorpo STI-1499 e disse que a intenção é produzir, antes mesmo do fim dos testes clínicos em pacientes, mais de um milhão de doses da substância.

Foco em anticorpos

“A Sorrento trabalha na área de anticorpos faz 11 anos, ela foi criada para buscar anticorpos contra o câncer. Então a gente tem uma biblioteca de bilhões de anticorpos que foram achados nos corpos de 600 pacientes no passado.

O que a gente fez foi pegar a sequência genética do vírus e fazer uma triagem na nossa biblioteca. A gente achou mais de 100 anticorpos que têm atividade contra o vírus, separamos 12 que teriam características muito boas para criar uma terapia.

Enviamos os 12 para um parceiro na Universidade do Texas que tem um modelo de infecção com o vírus atual, eles botam o anticorpo com o vírus na presença de células vivas e depois contam quantas células foram infectadas pelo vírus. Estamos trabalhando com um coquetel de 3 anticorpos para evitar que o vírus tenha uma mutação genética e um deles não funcione mais. E ficamos muito surpresos que um anticorpo entre os 12 que a gente escolheu neutralizou 100% do vírus e depois de 4 dias de incubação não ficou mais uma célula infectada.”

Ação de vários anticorpos

“O problema é que, se você tem 90% de atividade neutralizante para evitar que o vírus entre numa célula, é tão ruim quanto ter apenas 10%. Porque o vírus que entra na célula vai replicar e vai fazer mais vírus e aí os novos vírus vão poder infectar outras células. Esses 10% podem ser o que faz você ter a doença, você precisa ter 100%.

O que muitas empresas vão tentar fazer é criar um coquetel com mais de um tratamento pra poder chegar até esses 100%. Era o que a gente ia fazer, mas quando a gente achou esse único anticorpo que tem, sozinho, a atividade neutralizante, a gente decidiu desenvolver esse anticorpo como um terapêutico único porque pode ser muito mais rápido de botar no mercado, providenciar para proteção em pacientes, para médicos, enfermeiros, todas as pessoas que estão sempre sendo sujeitas à infecção.”

Anticorpo ou vacina?

“Tem duas coisas para entender aí. O anticorpo é uma imunidade imediata. Quando uma criança nasce e a mãe amamenta a criança nos primeiros dias, o estômago da criança ainda deixa passar anticorpos e todas as proteínas para o sangue. Essa imunidade passiva é a mesma coisa que o bebê recebendo a imunidade da mãe, aí depois a criança desenvolve a própria imunidade.


Ator Gregory Tyree Boyce, de ‘Crepúsculo’, morre aos 30 anos

Gregory Tyree Boyce e Natalie Adepoju
Gregory Tyree Boyce e Natalie Adepoju (Foto: Reprodução/Instagram)

Gregory Tyree Boyce, ator que interpretou Tyler Crowley no filme ‘Crepúsculo’, morreu, aos 30 anos, na última quarta-feira, segundo foi noticiado pelo E! A namorada do ator, Natalie Adepoju, de 27 anos, também morreu.

Segundo a revista “Variety”, o caso foi confirmado pelo médico legista Clark County, de Las Vegas, no entanto, a causa da morte não foi revelada, mas os dois foram encontrados juntos.

Ainda de acordo com o Las Vegas Review-Journal”, não tiveram provas de que o incidente tenha sido criminoso até o momento. Gregory completou seus 30 anos na semana passada.

Ele ficou conhecido por seu papel de colega de Bella (Isabella Swan), quando quase a atropelou em um estacionamento, o que desencadeou no momento em que ela descobriu que seu par romântico na saga, Edward, era um vampiro.


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