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Cientistas da Itália afirmam ter desenvolvido 1ª vacina contra Covid-19

covid-19
Cientistas da Itália afirmam ter desenvolvido 1ª vacina contra Covid-19

A busca pela vacina contra a Covid-19 está acontecendo ao redor do mundo. Na Itália, pesquisadores asseguram ter desenvolvido uma fórmula com base em anticorpos capaz de neutralizar o novo coronavírus em células humanas.

A vacina teria sido obtida após testes realizados no Hospital Lazzaro Spallanzani de Roma , especializado em doenças infecciosas, segundo o jornal britânico The Independent. Os cientistas usaram anticorpos em ratos, que podem funcionar em células de humanos.

“Isto representa o estado mais avançado de testes na Itália de uma pesquisa de vacina . Segundo o Hospital Spallanzani, tanto quanto sabemos, somos os primeiros no mundo a conseguir uma neutralização do coronavírus por uma vacina”, afirmou Luigi Aurisicchio, presidente-executivo da Takis, empresa que lidera o estudo.

Ao todo, cinco vacinas foram geradas a partir de um número elevado de anticorpos. Apenas duas apresentaram bons resultados e foram selecionadas para prosseguir com os testes.

Após uma única dose da vacina, os ratos desenvolveram anticorpos capazes de bloquear a Covid-19 . As vacinas foram elaboradas a partir do material genético do DNA da proteína espigão, utilizada pelo novo coronavírus para penetrar nas células humanas.

A expectativa, segundo Aurisicchio é que o experimento bem-sucedido com ratos “resulte também em humanos”.


Cidade na china onde coronavírus começou volta a registrar caso da doença após mais de um mês

Cidade na china onde coronavírus começou volta a registrar caso da doença após mais de um mês

A cidade de Wuhan, onde a epidemia de coronavírus teve início, divulgou neste domingo (10) seu primeiro novo caso da doença desde 3 de abril, segundo autoridades de saúde locais, como informa a rede norte-americana CNN.

O paciente está em estado crítico e sua esposa também testou positivo e foi relatada como um caso assintomático. O paciente mora em um bairro que registrou 20 casos confirmados no total.

O novo caso é tratado como “infecção comunitária passada”, de acordo com a Comissão de Saúde de Wuhan, citando especialistas médicos.

Cinco pacientes da comunidade que não apresentaram sintomas, incluindo a esposa do novo caso, foram enviados a hospitais para observação.

As comissões de saúde nacionais e locais da China não incluem casos assintomáticos em suas contagens confirmadas.

A China reabriu as fronteiras de Wuhan após um bloqueio de 76 dias em 8 de abril. Até sábado, 50.334 casos totais foram confirmados na cidade, segundo a comissão.


Estudo com hidroxicloroquina não constata melhora de pacientes hospitalizados com Covid-19

Estudo com hidroxicloroquina não constata melhora de pacientes hospitalizados com Covid-19 – Imagem Ilustrativa

Um estudo publicado na revista britânica “The New England Journal of Medicine” investigou a efetividade do tratamento da hidroxicloroquina em pacientes hospitalizados com Covid-19, doença causada pelo coronavírus Sars CoV-2. De acordo com os autores, não foram encontradas evidências de que a droga tenha reduzido o risco de entubação ou de morte.

A pesquisa revisada por outros cientistas (pares) antes da publicação foi feita no Presbyterian Hospital, em Nova York, e observou pacientes com teste positivo para o vírus. Todos estavam em um quadro moderado a grave, definido pelo nível de saturação de oxigênio no sangue inferior a 94%. Foram admitidas 1.446 pessoas com a doença entre 7 e 8 de abril de 2020, e 70 delas foram excluídas por já terem recebido alta, morrido ou sido entubadas.

Restaram 1.376 pessoas com Covid-19 para o estudo. Entre elas, 811 (58,9%) foram medicadas por em média 5 dias com a hidroxicloroquina – 45,8% nas primeiras 24 horas após a chegada na emergências do hospital e, 85,9%, nas primeiras 48h. Outros 565 pacientes não receberam o remédio.

No momento de análise dos dados, no dia 25 de abril, 232 pessoas haviam morrido, e 66 precisaram ser entubadas. Outras 1.025 sobreviveram e tiveram alta hospitalar, e 119 ainda estavam em atendimento (24 não foram entubadas). Pacientes com e sem o tratamento apresentaram o mesmo risco de uma piora do quadro, necessidade de entubação e de morte, de acordo com os pesquisadores.

“Nesta análise, envolvendo uma grande amostra de pacientes consecutivos que foram hospitalizados com Covid-19, o risco de entubação ou de morte não foi significativamente maior ou menor entre os pacientes que receberam hidroxicloroquina do que entre os que não receberam”, escreveram os autores.

A hidroxicloroquina e a cloroquina são utilizadas no tratamento contra a malária, doenças reumáticas, entre outras, e têm sido motivo de debate como uma possível solução no tratamento para a Covid-19.

Até o momento, não haviam estudos mais robustos a respeito do uso desses medicamentos. A primeira pesquisa divulgada foi feita na França e analisou 26 pacientes, mas excluiu 6 deles com uma piora do quadro após o uso do medicamento. Mesmo que alguns infectados tenham apresentado uma melhora no quadro, a retirada do pequeno grupo dificultou a interpretação dos dados. A pesquisa foi bastante criticada pela comunidade científica.

Mesmo sem comprovação de eficácia, a FDA, agência norte-americana de vigilância sanitária, liberou no dia 30 de março o uso do fosfato de cloroquina e do sulfato de hidroxicloroquina para o tratamento de pacientes com casos graves, que estejam internados em hospitais nos Estados Unidos. A medida foi tomada em caráter emergencial para o combate à pandemia causada pelo coronavírus Sars-CoV-2.


Papa liga para arcebispo de São Paulo manifestando grande preocupação sobre a gravidade da pandemia na cidade

O Papa Francisco no Vaticano, em foto de 24 de abril — Foto: Reuters/Yara Nardi

Preocupado com o agravamento da situação da pandemia de coronavírus em São Paulo, o Papa Francisco ligou por volta das 11h40 da manhã deste sábado (9) para o arcebispo de São Paulo, o cardeal Dom Odilo Scherer.

Segundo relato escrito pelo cardeal a integrantes da diocese, o papa “perguntou como estamos em São Paulo, pois teve informações sobre a situação grave da pandemia” na capital.

“Ele manifestou grande preocupação pelo número crescente de doentes e pelas perdas de vidas humanas, prometendo rezar por todos.”

Segundo Dom Odilo, o papa também quis saber como estão os pobres, e expressou sua preocupação pela situação deles, sabendo que nem sempre eles têm casa nem condições adequadas para seguir medidas preventivas contra o contágio.

No telefonema ao cardeal, o pontífice também expressou sua proximidade e solidariedade para com toda a população de São Paulo e “disse que estava orando por nós”.

Ele também transmitiu uma bênção apostólica para os paulistanos.

Dom Odilo disse que agradeceu a ligação, e as palavras eram motivo de conforto e que teve a graça surpresa de receber, pelo celular, a ligação do papa Francisco.

Veja a íntegra do texto de Dom Odilo Scherer

Hoje, 9 de maio de 2020, às 11h40 da manhã, tive a grata surpresa de receber, pelo meu celular, uma ligação do Papa Francisco. Perguntou como estamos em São Paulo, pois teve informações sobre a situação grave da pandemia em São Paulo. Manifestou grande preocupação pelo número crescente de doentes e pelas perdas de vidas humanas, prometendo rezar por todos.

Também quis saber como estão os pobres e expressou sua preocupação pela situação deles, sabendo que nem sempre eles têm casa, nem condições adequadas para seguir as medidas preventivas contra o contágio. Expressou sua proximidade e solidariedade para com toda a população de São Paulo e disse que estava orando por nós.

Por fim, ele pediu para transmitir a todos a sua bênção apostólica e também se recomendou às nossas orações por ele.

Eu lhe agradeci e disse que sua ligação e suas palavras eram motivo de grande conforto para nós e que eu as transmitiria a todos, juntamente com sua bênção apostólica.


Little Richard, um dos pioneiros do rock’n’roll, morre aos 87 anos

Little Richard durante apresentação em outubro de 2001 — Foto: REUTERS/Tim Parker/File Photo
Little Richard durante apresentação em outubro de 2001 — Foto: REUTERS/Tim Parker/File Photo

Little Richard, um dos pioneiros do rock’n’roll, morreu neste sábado (9), aos 87 anos. Danny Penniman, filho do músico, confirmou a morte para a revista Rolling Stone, mas disse que a causa é desconhecida.

O artista já estava com a saúde bastante debilitada havia alguns anos, sofrendo com problemas no quadril, além de ter sofrido um derrame.

Nascido em uma família de 12 irmãos em 5 de dezembro de 1932, em Macon, na Geórgia, Richard Wayne Penniman (nome de batismos) iniciou seu envolvimento com a música ainda na adolescência, na década de 1940. Em casa, Little sofria por sua orientação sexual e apanhava do pai.

Ele foi responsável por hits como “Tutti Frutti”, “Long Tall Sally”, “Rip It Up” , “Lucille”, “Good Golly Miss Molly”, entre outros. O músico se autoproclamava como “o arquiteto do rock”. Foi também de sua autoria uma das mais conhecidas expressões do rock ‘n’ roll: “A-wop-bop-a-loo-lop-a-lop-bam-boom!”.

Ao longo da carreira, vendeu mais de 30 milhões de discos em todo o mundo e realizou uma série de gravações que ajudaram a estabelecer o rock’n’roll. Little Richard influenciou uma série de bandas e artistas como Beatles, Otis Redding, Creedence Clearwater Revival e David Bowie.

Com fãs ilustres, como Elton John e Paul McCartney, o músico era também conhecido por seu estilo extravagente durante suas performances, que iam dos gritos fervorosos aos trajes coloridos e vibrantes.

Na vida pessoa, oscilou entre momentos de rebeldia e de comportamento ultrajante com os de religiosidade, o deixando sempre em um conflito pessoal, o que refletia em suas músicas. Em 1958 se tornou pastor, retornando para a carreira musical somente em 1962.

Em 1995, Litte Richard confessou à revista Penthouse que era homossexual, embora há três anos, tenha dito a outra publicação que considerava a homossexualidade “contrária à natureza”.

Em 2009, passou por uma cirurgia no quadril, passando a se apresentar apenas sentado. O artista anunciou sua aposentadoria em 2013 aos 80 anos.


Anticorpos de lhama podem ser usados para combater o novo coronavírus

Lhama Winter vive na Bélgica e colaborou com estudos sobre anticorpos contra o novo coronavírus - Tim Coppens/Divulgação University of Texas
Lhama Winter vive na Bélgica e colaborou com estudos sobre anticorpos contra o novo coronavírus – Tim Coppens/Divulgação University of Texas

A busca por uma forma de ganhar a luta contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) acaba de ganhar um aliado um tanto quanto inusitado. Cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, em colaboração com o National National Institutes of Health and Ghent University, na Bélgica, desenvolveram um possível tratamento para impedir o avanço do vírus no corpo utilizando anticorpos criados a partir de uma lhama.

Aceito pelo periódico Cell, o estudo já foi revisado por outros cientistas e agora passa por formatações finais para ser publicado de forma oficial, mas já está disponível para consulta online.

De acordo com Jason McLellan, professor de biociências moleculares na universidade e co-autor do trabalho, este é um dos primeiros anticorpos conhecidos que podem neutralizar o novo coronavírus. McLellan, aliás, fez parte do time que mapeou as proteínas do SARS-CoV-2, um trabalho fundamental para a produção de uma vacina contra o vírus.

Em declaração oficial, a universidade texana explicou que os pesquisadores vincularam duas cópias de um tipo específico de anticorpo produzido em lhamas para criar um novo anticorpo que se liga a uma proteína-chave no coronavírus que causa a covid-19.

Chamadas de “spike”, essas proteínas permitem que o vírus entre nas células hospedeiras e iniciem a infecção. Os testes iniciais feitos em células em cultura, no entanto, indicam que o anticorpo produzido bloqueia essa ação.

Por que isso é importante?

Os cientistas autores do estudo agora se prepararam para conduzir estudos em animais para, em seguida, testar em humanos. O objetivo é desenvolver um tratamento que ajude as pessoas logo após a infecção pelo vírus.

De acordo com McLellan, o tratamento feito com anticorpos teria um efeito mais rápido do que o uso da vacina. “Isso seria importante para tratar alguém que já está doente, ajudando a reduzir a severidade da doença”, afirmou o especialista.

Winter vive em uma fazenda na Bélgica junto outras lhamas e alpacas - Tim Coppens/Divulgação University of Texas
Winter vive em uma fazenda na Bélgica junto outras lhamas e alpacas – Tim Coppens/Divulgação University of Texas

Por que lhamas?

Lhamas (e também outros camelídeos, como alpacas) produzem dois tipos de anticorpos: um que é similar ao do ser humano e outro, bem menor, chamados de anticorpo de domínio único, ou nanocorpo. Por ter um tamanho reduzido, os cientistas acreditam que ele pode ser enviado ao corpo por meio de inalação.

Isso, de acordo com os especialistas autores do estudo, seria algo “realmente interessante” no combate a patógenos respiratórios, já que o tratamento seria “entregue” diretamente no local da infecção.

Para este trabalho específico, o time de estudiosos contou com a colaboração de Winter, uma lhama de quatro anos de idade que vive em uma fazenda no interior da Bélgica junto com aproximadamente outras 130 lhamas e alpacas.

Winter já havia feito parte de outro experimento envolvendo coronavírus. Em 2016, durante as análises do SARS-CoV-1 (que provoca da SARS) e MERS-CoV (que provoca a MERS), ela recebeu injeções de proteínas estabilizadas dos vírus durante cerca de seis semanas. Após esse período, uma amostra de sangue revelou que ela havia criado anticorpos bastante promissores contra o causador da SARS.


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