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Fluminense é campeão da Taça Rio após bater o Flamengo nos pênaltis

Fluminense comemora o título da Taça Rio (Foto: André Durão)

Após dias recheados de polêmicas e reviravoltas fora de campo em razão de uma disputa sobre os direitos de transmissão da partida desta quarta-feira (8), dentro de campo o Fluminense desbancou o favoritismo do Flamengo no Maracanã e, após empate em 1 a 1, conquistou a Taça Rio nos pênaltis.

Muriel defende duas cobranças

Gilberto e Pedro fizeram os gols de Fluminense e Flamengo, respectivamente, no tempo regulamentar. Na disputa de penalidades, Nenê, Hudson e Pacheco converteram para o time tricolor, enquanto Dodi e Michel Araújo desperdiçaram. Pela equipe rubro-negra, apenas Gabigol e Pedro converteram. Léo Pereira chutou para fora, e Willian Arão e Rafinha pararam em Muriel.

Carioca será decidido em mais dois jogos

Muriel defende pênalti de Rafinha e garante Taça Rio para o Fluminense
Muriel defende pênalti de Rafinha e garante Taça Rio para o Fluminense (Foto: André Durão)

Com a conquista da Taça Rio pelo Fluminense, o título do Campeonato Carioca de 2020 será decidido em dois jogos finais, já que o Flamengo havia levado a Taça Guanabara. O primeiro jogo será no domingo, dia 12, às 16h, com mando tricolor. A partida de volta será na quarta-feira, dia 15, às 21h30, com mando rubro-negro.

Polêmica sobre direitos de transmissão

O dia foi marcado por uma polêmica envolvendo os direitos de transmissão da partida. O Fluminense foi nomeado mandante do duelo em sorteio da Ferj na segunda-feira e, após consultar a Globo, anunciou que transmitiria a partida em seu canal do Youtube, já que a MP 984/2020 determina que o mandante detém o direito de transmissão.

A procuradoria do TJD-RJ, no entanto, entrou com um pedido para que o Flamengo também tivesse direito de transmitir o duelo, em posição corroborada pelo clube da Gávea. No fim da tarde, o tribunal deu ganho de causa permitindo ao Rubro-Negro passar a partida. O Fla, no entanto, recuou e disse que só transmitiria caso Flu ou Globo não passassem o jogo. Pouco antes da bola rolar, no entanto, foi a vez do STJD, após recurso do clube de Laranjeiras, derrubar a liminar e determinar que apenas o mandante tinha direito de transmitir o duelo, que acabou exibido exclusivamente pela FluTV.

 


FAF discute com clubes reinício do Alagoano antes do Campeonato Brasileiro

CSE x CRB, em Palmeira (Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)

Em reunião por videoconferência com dirigentes dos oito clubes na tarde desta terça-feira (07), a Federação Alagoana de Futebol discutiu o cenário para retorno dos jogos do Alagoano Smile 2020. O presidente Felipe Feijó recomendou que as equipes do interior já possam retomar os treinamentos a partir da próxima semana com o período de flexibilização das atividades em Alagoas.

CRB e CSA reiniciaram os treinamentos ainda no final do mês de junho. A ideia da FAF é que o Campeonato possa ser reiniciado antes do começo do Campeonato Brasileiro, conforme liberação sendo ajustada com o Governo do Estado e as demais autoridades.

Felipe Feijó levará o pleito com a solicitação dos clubes novamente ao governador nesses próximos dias.

Além das datas, foram apresentadas pelos dirigentes algumas medidas para mudanças no regulamento do Alagoano Smile, o que pode proporcionar aos clubes melhores condições para remontagem dos elencos na reta final do Estadual.

Na reunião de ontem, os dirigentes já acenaram positivamente para o não rebaixamento de clubes neste ano; aumentar para 10, o número de atletas da base no elenco profissional; recontratação de atletas para os clubes que perderam jogadores; zerar os cartões (porém com a necessidade de cumprimento de suspensão automática ou em decorrência de punição estabelecida pelo TJD-AL); suspensão do artigo 24 do regulamento; e a implementação de cinco substituições, conforme autorizado pela International Board.

“Estamos mantendo o diálogo com o Governo do Estado e temos percebido que há possibilidade de liberação em breve do Campeonato Alagoano. Tendo isso em vista, é ideal que os clubes possam estabelecer as programações de trabalho e retorno das atividades de acordo com o protocolo elaborado pela Federação e submetido ao Governo”, disse Felipe Feijó na reunião por videoconferência.


Técnico do Palmeiras, Vanderlei Luxemburgo testa positivo para novo coronavírus

Técnico do Palmeiras, Vanderlei Luxemburgo testa positivo para novo coronavírus

Após exames periódicos realizados pelo Palmeiras na última sexta-feira (3), o técnico do clube, Vanderlei Luxemburgo, testou positivo para o novo coronavírus, que causa a Covid-19.

O resultado saiu ainda na noite de sexta e a equipe médica do clube imediatamente comunicou o treinador, que agora está isolado em sua casa.

Os médicos do Palmeiras estão acompanhando a recuperação de Luxemburgo. Em sua rede social, o treinador informou que seu quadro é assintomático.

O Palmeiras desejou uma boa recuperação ao seu treinador: “Força e melhoras, Professor! A #FamíliaPalmeiras está com você!”, publicou o clube em seu Twitter oficial.


Senado e TSE discutem hoje adiamento das eleições de 2020

Senado e TSE discutem hoje adiamento das eleições de 2020

O Senado Federal discute, nesta segunda-feira (22), o provável adiamento das eleições de 2020. Marcada inicialmente para 4 e 25 de outubro, a votação deve ocorrer mais tarde, para evitar aglomerações de eleitores em um período em que o país ainda estará preocupado com a pandemia da covid-19.

É esperado na sessão desta segunda, a partir das 14h, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, além da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), a Confederação Nacional dos Municípios e outras entidades nacionais interessadas no tema.

O que for decidido no debate será submetido à escolha do Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), marcou a votação para esta terça-feira (23).

A alternativa mais provável às eleições em outubro deve ser o adiamento para novembro deste ano.

Se o texto for aprovado em dois turnos pelo Senado, seguirá para análise da Câmara dos Deputados.

Na semana passada, o presidente do TSE afirmou que a tendência era realmente a mudança de data. “O adiamento tem sido a recomendação consensual dos médicos e cientistas que têm se pronunciado sobre isso. E, nessa eventualidade, há muitas questões de prazo e aspectos operacionais que precisam ser equacionados”, explicou Barroso.

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que tenta alterar a data da escolha de prefeitos e vereadores de todo o país é de autoria do senador Weverton (PDT-MA).

Além do risco de aglomerações nos dias de eleição, outro problema apontado por partidos políticos é a falta de tempo que os candidatos terão para fazer suas campanhas, considerando-se que o principal assunto nacional tem sido a covid-19.


Dirigente do CSE afirma que clube está cumprindo o calendário de pagamentos.

Dirigente do CSE Afirma que clube está cumprindo o calendário de pagamentos.

O dirigente do CSE, José Barbosa, informou nessa semana que foram realizados os pagamentos dos salários de seus atletas, referentes ao mês de abril. Ele também destacou que as rescisões contratuais foram acordadas em duas parcelas, a primeira no mês de junho e a segunda em julho.

Barbosa agradeceu o esforço da diretoria no sentido de oferecer as condições necessárias para que a equipe pudesse dentro de campo corresponder às expectativas. Agradeceu a comissão técnica, atletas e funcionários do clube, assim como os patrocinadores que lhes ofereceram todas as condições necessárias para que se sentissem confortáveis para brigar pelo título estadual e a torcida que é, segundo ele, o único patrimônio do clube.

Recentemente o presidente do Sindicato dos Atletas de Alagoas, Jorge Borçato, elogiou os clubes que procuraram o sindicato para buscar um entendimento com os atletas e os parabenizou pela atitude dos dirigentes em honrar seus compromissos. O CSE foi um desses clubes.

 

*  Fonte: amistosoal.com


Corinthians se posiciona oficialmente contra o retorno imediato do futebol

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Corinthians se posiciona oficialmente contra o retorno imediato do futebol

O Corinthians se posicionou oficialmente hoje (26) contra o retorno do futebol brasileiro, paralisado em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em carta aberta assinada pelo presidente Andrés Sanchez, o clube entende que ainda não é o momento de a bola voltar a rolar, e que há a necessidade de alinhamento de ações coletivas.

Sanchez ressalta a legitimidade dos clubes em procurarem saídas junto aos governos federal, estadual e municipal (Prefeituras), e federações no intuito de tentar impedirem um aprofundamento da crise, porém, argumenta que o Brasil vive um cenário muito diferente dos países que retomaram suas ligas.

A carta cita o exemplo do Campeonato Alemão, que só voltou a ser disputado após o diálogo entre todos os agentes políticos e esportivos, mantendo responsabilidade com seu produto, astros e público. Andrés Sanchez salientou que, na Bundesliga, havia um princípio claro: “o futebol não pode se antecipar ao controle da pandemia”.

Ao comparar com a situação no Brasil, o Corinthians lembra que a série A conta com 20 clubes de nove estados diferentes, cada um com um panorama distinto do novo coronavírus. Isto exigiria um trabalho coordenado entre governo, clubes e federações. O presidente do Timão finaliza a carta afirmando que qualquer retorno apenas adiará “uma pausa forçada, em que os clubes vão, de novo, agonizar”.

Confira a carta na íntegra:

Depois de 23 mil mortes causadas pela Covid-19, todo debate é menor. Por isso, em nome do Corinthians, manifesto antes nossa solidariedade a cada brasileiro afetado por doença, luto, ou prejuízo profissional. Tudo isso importa. 
E é legítimo que o futebol – como qualquer setor – procure saídas junto ao governo federal e a seus respectivos estados, prefeituras e federações, a fim de impedir um aprofundamento da crise na atividade. É preocupante, porém, que o Brasil viva um cenário muito diferente daqueles países que retomam suas ligas. 
A queda de receitas já obrigou muitos clubes a executar cortes e demissões. O Corinthians tem adotado medidas de austeridade, como a redução temporária de salários e jornada, apoiada na MP 936. Fazemos e refazemos as contas diariamente, mas somos realistas: trata-se da pior epidemia no país nos últimos 100 anos, e nenhuma atividade econômica sairá dessa sem transformações inevitáveis. 
No Corinthians, não será diferente. O que não muda é o nosso compromisso com um futebol forte como carro-chefe e a parte social como tradição, e é para isso que estamos trabalhando. Como também vemos o clube como um veículo capaz de impactar mais de 30 milhões de torcedores via mídias digitais, levamos informação útil e iniciativas solidárias, com o sonho de terminar a pandemia sem nenhum torcedor a menos.  
Somos testemunhas dos elogiáveis esforços da CBF, da Federação Paulista de Futebol e de outros clubes. Mas é preciso repensar, de forma ampla, o papel do futebol e sua influência nesse jogo. 
Na Alemanha, houve diálogo intenso entre todos os agentes políticos e esportivos, e um princípio foi claro para a Bundesliga: o futebol não pode se antecipar ao controle da pandemia. Quando a sociedade confiou no sucesso do combate alinhado entre governo e estados alemães, a Bundesliga finalmente retomou seus jogos em sincronia, no último dia 16. Houve responsabilidade com seu produto, seus astros e seu público. 
O futebol brasileiro, porém, caminha para outra direção. 
Se o combate ao vírus não tem alinhamentos entre os governos, no futebol as reações estão ainda mais fragmentadas. Com decisões facultadas aos Estaduais, criam-se ruídos. O futebol perde muito como produto quando transmite que, para a bola rolar, basta decidir qual clube está mais pronto, ou qual estado está mais disposto a riscos, enquanto se somam mais de mil óbitos por dia.
Em 2020, a Série A tem 20 clubes de nove estados, cada um com panoramas distintos da doença. Isso pede um trabalho mais coordenado entre governos, clubes e federações. Num esporte coletivo, não dá para jogar sozinho.
Sem isso, qualquer retorno apenas adiará a próxima pausa forçada, em que os clubes vão, de novo, agonizar. Como negócio sustentável, o futebol só poderá voltar depois de uma articulação eficiente, focada tanto no bem-estar das pessoas quanto na segurança da Saúde nos estados envolvidos.

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