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Vadão, ex-técnico da seleção feminina, morre vítima de câncer

Vadão dirigiu a seleção feminina até julho do ano passado  — Foto: Reuters
Vadão dirigiu a seleção feminina até julho do ano passado — Foto: Reuters

Morreu no início da tarde desta segunda-feira Oswaldo Alvarez, o Vadão, ex-técnico da seleção brasileira feminina de futebol e com passagens por São Paulo, Corinthians, Guarani, Ponte Preta, entre outros.

Aos 63 anos, ele lutava contra um câncer no fígado e estava internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde a semana retrasada. A assessoria de imprensa do hospital confirmou o falecimento à reportagem do GloboEsporte.com.

Vadão lutava contra a doença desde o início de 2020, quando passou por sessões de quimioterapia e chegou a apresentar evolução, mas o quadro se agravou recentemente.

Histórico

Oswaldo Fumeiro Alvarez, o Vadão, tentou a sorte como jogador nos anos 70, atuando pelos times juvenis do Guarani e do Botafogo-SP. No profissional, passou por Paulista, Velo Clube e Capivariano.

Mas foi à beira do campo, como treinador, que ele fez o seu nome, sempre com a história muito ligada ao futebol do interior paulista. A começar pelo primeiro grande trabalho.

Vadão ganhou destaque com o “Carrossel Caipira” no Mogi Mirim, onde ajudou a projetar Rivaldo. Leto e Válber também eram outros símbolos daquele time que se inspirava na Holanda de 1974, com o esquema 3-5-2.

Mister Dérbi

Ele também está entre os principais técnicos do futebol campineiro. Pelo Guarani, é o terceiro treinador que mais dirigiu o time na história. Foram 204 jogos em cinco passagens (1995, 1997-98, 2009-10, 2012 e 2017), com campanhas marcantes, como o acesso na Série B em 2009 e o vice-paulista de 2012 – quando foi eleito o melhor treinador do torneio.

À frente da Ponte, Vadão teve quatro passagens (2001-2002, 2005, 2006 e 2014). No Brasileirão de 2005, chegou a levar a Macaca à liderança antes de aceitar uma proposta do Tokyo Verdy, do Japão. Foi a sua única experiência internacional.

Também em Campinas é conhecido como “Mister Dérbi” por nunca ter perdido um clássico da cidade, seja por Guarani ou Ponte Preta. A invencibilidade é de nove jogos, com cinco vitórias (quatro pelo Guarani e uma pela Ponte) e quatro empates (três pela Ponte e um pelo Guarani).

Vadão foi o responsável por lançar Kaká no São Paulo  — Foto: Arquivo pessoal / Oswaldo Alvarez
Vadão foi o responsável por lançar Kaká no São Paulo — Foto: Arquivo pessoal / Oswaldo Alvarez

Surgimento de Kaká

Ainda em São Paulo, ficou marcado por ter lançado o meia Kaká no profissional do São Paulo, no título do Torneio Rio-São Paulo de 2001. Um ano antes, teve uma rápida passagem pelo Corinthians, de apenas 21 jogos durante a Copa João Havelange.

Foram os dois times do “trio de ferro” que ele comandou. Portuguesa, São Caetano, Araçatuba, XV de Piracicaba e Matonense são as outras equipes paulistas no currículo do treinador.

Já em outros grandes centros, o primeiro grande trabalho de Vadão foi pelo Athlético Paranaense, em 2000, quando conquistou seus dois primeiros títulos na carreira (Torneio Seletivo para Libertadores e Campeonato Paranaense) e iniciou a montagem do grupo que seria campeão brasileiro no ano seguinte. Trabalhou outras duas vezes no Furacão, em 2003 e entre 2006 e 2007, quando foi semifinalista da Copa Sul-Americana.

Ele também deixou sua marca no Vitória, onde subiu para a Série A em 2007, e Criciúma, onde foi campeão catarinense em 2013. Já por Bahia, Goiás e Sport teve passagens mais curtas e discretas.

Seleção brasileira

A história na seleção brasileira feminina começou em abril de 2014, quando estava na Ponte e recebeu o convite da CBF. Em dois anos e sete meses durante o primeiro comando, colecionou conquistas: Copa América 2014, Torneio Internacional de Futebol Feminino 2014, Campeonato Internacional de Futebol Feminino de 2015, Jogos Pan-Americano de 2015, além do quarto lugar nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Neste ano, ele foi escolhido pela FIFA o sexto melhor treinador do mundo de um time feminino.

Já o segundo trabalho na seleção feminina começou em setembro de 2017. Desta vez, ficou um ano e 11 meses, sendo campeão do Torneio Internacional de Futebol Feminino (China), em 2017, e da Copa América, em 2018.

O último torneio pela seleção foi a Copa do Mundo de 2019, com a eliminação nas oitavas de final para a França. Um mês depois do Mundial, foi demitido pela CBF e estava à espera de uma nova oportunidade para voltar ao mercado.


CBF cogita ‘retorno progressivo’ do futebol em maio e sem a presença de público nos estádios

CBF cogita ‘retorno progressivo’ do futebol em maio e sem a presença de público nos estádios — Foto: Reprodução / CBF

O futebol brasileiro não deverá retomar suas atividades totais no mês de maio. A previsão é de Walter Feldman, secretário-geral da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Em entrevista ao programa “A Última Hora” do canal Fox Sports, neste domingo, o dirigente afirmou que a entidade prefere um “retorno progressivo” dos eventos por causa do efeitos da pandemia do coronavírus.

Feldman não descartou a retomada do futebol com portões fechados “Eu diria que o pico da doença no eixo Rio-São Paulo provavelmente se dará no mês de abril, primeira quinzena de maio. Nós temos já uma franca elaboração de um protocolo que permita que, quando a autoridade pública de saúde diga que pode ter a chamada mini aglomeração, é possível nós retomarmos progressivamente, mas claro que de maneira parcial”, disse Feldman.

“Eu acredito que a volta integral, que seria com as equipes treinando, já realizando seus jogos de portões abertos, me parece muito precoce dizer, mas muito improvável que isso aconteça. Eu acredito na retomada progressiva, e o presidente (da CBF) Rogério Caboclo tem insistido no seguinte: responsabilidade e segurança. Nós não vamos, em hipótese alguma, comprometer a saúde de nenhum elemento que faz parte do protagonismo do futebol”, afirmou o secretário-geral.

A CBF decidiu suspender a partir de 16 de março, por prazo indeterminado, as competições nacionais sob sua coordenação que estavam em andamento: Copa do Brasil, Campeonatos Brasileiros Femininos A1 e A2, Campeonato Brasileiro Sub-17 e Copa do Brasil Sub-20.

Os estaduais também foram paralisados por suas federações. No Campeonato Mineiro, os times disputaram a nona rodada, no dia 15 de março, sem a presença de público nos estádios. Por determinação dos órgãos de saúde, a Federação Mineira de Futebol (FMF) estendeu a pausa para 30 de abril.

Apesar de a FMF garantir que o Mineiro terá continuidade assim que a crise do coronavírus terminar, alguns clubes do interior não conseguiram suportar as dificuldades financeiras e encerraram contratos de atletas – Villa Nova, Uberlândia, Patrocinense e URT.

O líder do estadual é o América, com 21 pontos (77,8% de aproveitamento) e já classificado à semifinal. Tombense, 20, Atlético, 18, e Caldense, 17, completam o G4. O Cruzeiro é o quinto, com 14.

O regresso do Mineiro 2020 pode entrar em conflito com a realização do Campeonato Brasileiro, que, conforme o calendário original, começaria na primeira semana de maio. Assim, haverá impacto nos calendários de Atlético (Série A); Cruzeiro e América (Série B); Tombense e Boa (Série C); Caldense, Tupynambás e Villa Nova (Série D).


Mãe de Pep Guardiola morre após contrair coronavírus

Dona Dolors e Guardiola em foto de arquivo — Foto: EFE
Dona Dolors e Guardiola em foto de arquivo — Foto: EFE

Dolors Sala Carrió, mãe do técnico Pep Guardiola, é mais uma vítima do coronavírus, pandemia que matou milhares de pessoas pelo mundo. Ela tinha 82 anos. Além de Pep Guardiola, Dolors, casada com Valetí Guardiola, tinha mais duas filhas (Olga e Francesca) e um filho (Pere).

“A família Manchester City está arrasada ao relatar a morte de Dolors Sala Carrió, mãe de Pep, em Manresa, Barcelona, depois de contrair o coronavírus. Todo mundo associado ao clube envia sua mais sincera condolência neste momento mais angustiante para Pep, sua família e todos os seus amigos.”, diz o comunicado oficial do Manchester City, clube de Pep Guardiola.

Há cerca de duas semanas, Pep Guardiola doou um milhão de euros para a Fundação Àngel Soler Daniel, administrada pelo Collegi de Metges, em Barcelona, que luta contra o coronavírus.

A Espanha é um dos países mais atingidos pela pandemia do Covid-19, registrando mais de 135 mil casos e 13.055 mortes até o fim da manhã de segunda-feira.


Atleta alagoano busca ajuda para retornar da Espanha para o Brasil

Atleta alagoano busca ajuda para retornar da Espanha para o Brasil

O atleta alagoano Mateus Hiroshi, faixa marrom de jiu-jitsu da equipe ZR Team Alagoas, saiu de Maceió em janeiro para realizar o sonho de participar de campeonatos internacionais na Europa. Após competir em países como Portugal, Hungria e Inglaterra, Mateus seguiu para a cidade de Alicante, na Espanha, para encontrar a irmã e o sobrinho recém-nascido, e desde então vive o pesadelo de tentar retornar para Alagoas.

A saga do atleta alagoano em busca do retorno pra casa teve início com as diversas tentativas de contato com a companhia área responsável pelo trajeto de volta ao Brasil. Como a companhia cancelou os vôos, Mateus comprou passagem em outra empresa aérea, mas também foi informado que o vôo havia sido cancelado. Desde então, são horas diárias em ligações telefônicas buscando solucionar o problema com as empresas, mas, sem sucesso.

“Não há mais vôos disponíveis saindo de Alicante, onde estou agora, mas sigo tentando que as empresas me encaixem em vôos partindo de outras cidades, como Barcelona, que fica distante 500km daqui. Há um descaso muito grande da companhia aérea com o consumidor, pois eles não querem saber qual a nossa realidade, se estamos precisando de alguma coisa ou passando algum tipo de necessidade”, explicou Mateus Hiroshi, que tem 27 anos e é engenheiro ambiental.

Apreensivo e sem perspectiva de voltar a Maceió, Mateus chegou a fazer contato com o Itamaraty, que sugeriu, como solução do problema, que o alagoano comprasse uma outra passagem em outra companhia aérea. “Cheguei até a cogitar a possibilidade mas o valor equivalia a quase cinco vezes o que eu paguei pela minha primeira passagem. Eu viajei com uma quantia para ficar dois meses e não tenho como arcar mais com essa despesa, visto que já paguei por duas passagens tentando voltar pra casa”, evidenciou.

Apoio de órgãos alagoanos

No início da semana, o atleta alagoano buscou o Ministério Público Estadual em busca de algum apoio e foi direcionado para a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, momento em que o promotor Max Martins solicitou toda a documentação e, posteriormente, o colocou em contato com a Defensoria Pública Estadual. A Defensoria oficiou a empresa aérea acerca do problema e também comunicou oficialmente à ANAC e à Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor, para que os órgãos tomem as devidas providências, mas, até o momento, não houve nenhum retorno.

“Às vezes bate um desespero porque estou me sentindo lesado como consumidor e como cidadão brasileiro. Eu só quero voltar pra minha casa e encarar esse momento difícil em minha cidade e perto das pessoas que eu amo. Sei que está complicado e é uma situação atípica, mas esse descaso com os brasileiros no exterior pode colocar muitas vidas em risco também”, desabafou.


Com a suspensão do Alagoano, times do interior têm dificuldades para manter contratos

Murici e Coruripe esperam definições sobre o estadual — Foto: Jailson Colácio/ASCOM Murici
Com a suspensão do Alagoano, times do interior têm dificuldades para manter contratos

A prorrogação da suspensão do estadual até o dia 20 de abril aumentou a incerteza no futebol alagoano. A maioria dos clubes do interior fez contratos até o dia 30 de abril e está em dificuldade, até pela falta de receita.

O presidente do CEO, Wilque Souza, informou que a prorrogação da suspensão aumenta o problema da diretoria. Há dívidas a serem quitadas. O clube de Olho d’Água das Flores também terá que renovar contratos, e isso está fora do planejamento.

“Seriam mais duas folhas nos clubes menores, por exemplo. Então a gente vê uma dificuldade muito grande, mas estamos diariamente conversando com o presidente da federação, Felipe Feijó, pra saber como vai ficar. Os próximos dias serão determinantes para sabermos se volta ou não. Sobre os pagamentos, a gente está com dificuldades. Já era difícil, mas esse problema agravou ainda mais a situação. Não sabemos se vamos conseguir pagar nossos débitos e vamos ter uma dificuldade muito grande se não entrar uma receita que a gente ainda não sabe como e nem de onde” disse Wilque.

Vice de futebol do Coruripe, Franciney Joaquim está pessimista em relação ao retorno do estadual em 2020. Ele disse também que é preciso que haja sensibilidade em todos os segmentos do futebol para que os prejuízos sejam minimizados.

– A cada dia que passa fica muito mais difícil a volta do Alagoano. O Alagoano perdeu a sua essência. A CBF, que outrora deu um prazo indeterminado, deu agora um prazo até 20 de abril, podendo ser prorrogado por mais dez dias. E isso foi acompanhado pela Federação Alagoana. Cada dia que passa, a cada novo prazo, fica mais difícil a gente acreditar na volta do Alagoano, até porque existe a questão dos campeonatos nacionais, que também estão paralisados. Vão faltar datas.

Com a suspensão do Alagoano, times do interior têm dificuldades para manter contratos

Líder do Alagoano, o Murici informou que as folhas do clube são pagas com receita vinda de parceiros e patrocinadores, mas que está difícil se manter dessa forma, já que as marcas não estão sendo expostas.

O clube suspendeu o trabalho, mas por conta da indefinição causada pela pandemia, não sabe se rescinde ou renova os contratos.

Os acordos com jogadores e comissão técnica vencem no fim de abril e um prolongamento do campeonato significaria uma folha a mais, o que foge do orçamento.

Em Arapiraca, o ASA suspendeu os contratos de todos os profissionais do clube até o retorno do Campeonato Alagoano, previsto para o dia 20 de abril.

O Jaciobá aprovou a suspensão do campeonato, mas informou que o planejamento do clube ficou prejudicado. Os atletas foram liberados para suas casas. A direção disse estar se empenhando para cumprir com as obrigações financeiras.

Com contratos até o fim do ano, CRB e CSA deram férias coletivas até o dia 20 de abril para os jogadores, mas os times da capital estão garantidos na Série B do Brasileiro, o que melhora o cenário.

Quem tem contrato até o fim de abril, caso do centroavante Alecsandro, do CSA, vai ser procurado pela diretoria para avaliar a permanência.


Federação diz que roubo da taça do Alagoano foi uma ação de marketing: troféu está guardado

Taça do Campeonato Alagoano não foi roubada — Foto: Divulgação/FAF
Taça do Campeonato Alagoano não foi roubada — Foto: Divulgação/FAF

Tudo mentira. A Federação Alagoana de Futebol (FAF) disse que a nota publicada nesta quinta pela manhã em suas redes sociais sobre o roubo da taça do estadual foi apenas uma jogada de marketing. O troféu está seguro.

Mais cedo, a federação divulgou nota oficial informando que a taça havia sido roubada por um grupo com máscaras. Por volta das 12h30, a FAF desmentiu tudo. Foi um 1º de abril atrasado.

Avisou que a ação de marketing teve o objetivo de destacar a importância do Campeonato Alagoano. Promete até alongar a história estranha ao longo do dia.

Também nas redes sociais, a federação apresentou outra nota.

“SOMOS A RESISTÊNCIA – VIVA O ESTADUAL⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Nosso futebol sempre foi guerreiro, por isso nós, do time da RESISTÊNCIA, apresentamos este manifesto. O campeonato Alagoano é o corpo e a alma do futebol no estado, está presente no coração do nosso povo e em todos os 102 municípios, do litoral ao Sertão.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Enquanto a bola rolar, a torcida vibrar, o estádio tremer e o coração pulsar o jogo não pode parar. O campeonato alagoano irá resistir, porque é patrimônio de um povo guerreiro. Viva o Estadual! – diz a nota da federação.

Parado

O Campeonato Alagoano foi paralisado no dia 16 de março em razão da pandemia do coronavírus. Até a paralisação, cinco rodadas já tinham sido disputadas, e um jogo abriu a sexta rodada da competição, com o empate entre Murici e CSE, por 2 a 2.


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