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Ministério da Saúde faz alerta para vacinação em período de férias

O Ministério da Saúde faz um alerta aos viajantes neste fim de ano: manter a caderneta de vacinação atualizada é fundamental para ter uma viagem saudável e tranquila.
Pelo menos 10 dias antes da viagem, o turista deve atualizar a caderneta de acordo com as orientações do Calendário Nacional de Vacinação. Segundo a pasta, viajantes devem dar atenção especial às vacinas contra sarampo, hepatites A e B, e a febre amarela.
A pasta disponibiliza uma seção em seu site com informações, dicas e orientações sobre a saúde do viajante.
Uma das doenças de maior risco de transmissão no verão é a febre amarela, com registro em áreas com grande contingente populacional desde 2017. Atualmente, mais de 4 mil municípios são considerados áreas com recomendação de imunização. A vacina contra a febre amarela é ofertada gratuitamente no Calendário Nacional de Vacinação, e apenas uma dose é suficiente para a proteção por toda a vida.
Outra vacina importante para quem for viajar é a contra o sarampo. Isso porque o Brasil enfrenta atualmente dois surtos da doença: no Amazonas, com 9.724 casos confirmados e, em Roraima, com 349. Também há registros de casos em São Paulo, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, em Rondônia, Bahia, Pernambuco, no Pará, Distrito Federal e em Sergipe.
Outro alerta da pasta é direcionado aos turistas que necessitem de medicamentos de uso contínuo. O viajante não deve esquecer a prescrição médica e precisa levar a quantidade suficiente para o período em que estará fora de casa. Além disso, é importante esclarecer que o Ministério da Saúde recomenda o uso de repelentes como medida de proteção para quem não pode se vacinar, como as gestantes que não podem tomar a vacina contra a febre amarela.

Palmeira dos Índios e 58 municípios entra em estado de alerta de surto de doenças causadas pelo Aedes

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (12), pelo Ministério da Saúde, revela que 59 municípios alagoanos estão em situação de alerta de surto de dengue, zika e chikungunya. Desse total, 11 deles – Arapiraca, Craíbas, Palmeira dos Índios, Estrela de Alagoas, Girau do Ponciano, Jaramataia, Major Isidoro, Maribondo, Murici, Paulo Jacinto, Senador Rui Palmeira e Taquarana – têm alto risco de surto de doenças provocadas pelo Aedes aegypti.

Em outras 43 cidades do Estado – incluindo a capital Maceió – a situação é considerada satisfatória pelo Ministério da Saúde. Mesmo assim, o órgão alerta que a atenção dos moradores deve ser triplicada. Veja a situação dos municípios alagoanos.

De acordo com o governo federal, a maior parte dos criadouros do mosquito em Alagoas foi encontrada em depósitos de água (com 777 casos), seguida de depósitos domiciliares (192) e lixo (23).

O mapa da dengue, como é chamado o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), mostra que das 27 capitais em todo o país, Palmas (TO), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT) e Rio Branco (AC) estão em risco de surto não apenas de dengue, mas também de zika e chikungunya.

Outras 12 capitais, de acordo com o estudo, registram situação de alerta: Manaus (AM), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), São Luís (MA), Belém (PA), Vitória (ES), Salvador (BA), Porto Velho (RO), Goiânia (GO) e Campo Grande (MS).

Em todo o País, segundo os dados do Ministério da Saúde, pelo menos 504 municípios brasileiros registram alto índice de infestação pelo Aedes aegypti e apresentam risco de surto para doenças transmitidas pelo vetor.

Casos

Segundo os dados epidemiológicos do Ministério da Saúde, até o dia 3 de dezembro, a incidência de casos de dengue em Alagoas este ano é de 59 para cada 100 mil habitantes. Em todo o Estado, foram registrados 1.960 casos, com duas mortes em decorrência da doença.

O levantamento mostra também que no mesmo período, foram registrados 181 casos de febre chikungunya no Estado, com uma morte em decorrência da doença.

Em relação à zika, os dados do Ministério da Saúde revelam que de janeiro até o dia 3 de dezembro, foram registrados 149 casos da doença no Estado. Não há registro de óbito.


Ministério revela que 55% dos inscritos no Mais Médicos já se apresentaram

Dos 8.411 profissionais aprovados na primeira etapa de seleção do Mais Médicos, 4.649 já haviam se apresentado nos municípios até 17h de terça-feira (11), segundo o último balanço do Ministério da Saúde. Eles têm até sexta (14) para comparecerem aos municípios onde escolheram trabalhar.

Após o fim do prazo de inscrição no primeiro edital, 106 das 8.517 vagas não foram ocupadas.

Já na segunda etapa de seleção, que começou nesta terça-feira (11), a pasta informa que já recebeu 2.277 inscrições de médicos sem CRM brasileiro. Os profissionais formados no exterior têm até o dia 14 para entrar no sistema e enviar a documentação para validar a inscrição.

O médico que iniciar o processo tem até 24h para enviar os documentos, informou o Ministério da Saúde.

O site apresentou instabilidade no primeiro dia de inscrições, nesta terça-feira (11).

Confira, abaixo, o cronograma para a segunda etapa de seleção para o Mais Médicos:

11/12 a 14/12: Profissionais formados no exterior entrarão no sistema e encaminharão documentação para validação da inscrição.

17/12: Será feito um balanço das vagas disponíveis, o que soma as desistências e as aquelas que não tiveram procura.

18 e 19/12: Os profissionais com registro no país terão nova oportunidade para se inscrever no programa e escolher os municípios disponíveis.

20 a 22/12: Os médicos brasileiros formados no exterior e sem registro no país que tenham a inscrição previamente validada poderão escolher os municípios remanescentes.

26 a 28/12: Os estrangeiros formados no exterior e sem registro no país, que tenham a inscrição previamente validada, poderão escolher as vagas remanescentes.


Secretaria de Saúde monitora doenças tropicais em Alagoas

Para impedir o avanço das doenças tropicais em Alagoas, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informou que é feito o monitoramento, com ações quase sempre desenvolvidas pelas equipes vinculadas às secretarias municipais. De janeiro a outubro deste ano, foram notificados no estado 1.718 casos de dengue; 150 de chikungunya e 119 de zika.

“Pela Organização Mundial de Saúde (OMS), são consideradas tropicais mais de 20 doenças e, em grande parte, têm sua transmissão associada à participação de insetos vetores (arboviroses, malária, doença de Chagas) ou através do contato com água ou alimentos contaminados (esquistossomose e verminoses)”, informou a assessoria de comunicação da Sesau.

A Secretaria de Saúde esclarece que o monitoramento das doenças de transmissão vetorial, como dengue, zika e chikungunya deve ocorrer por meio de ações de campo, realizadas pelos municípios, com foco no controle do vetor Aedes aegypti. “Como consequência, as doenças tiveram redução neste ano, quando comparadas com o mesmo período do ano passado”, informou a assessoria.

Em relação à febre amarela, segundo a Sesau, há o repasse das informações sobre a necessidade das pessoas que vão para áreas onde ocorre transmissão dessa doença para que se vacinem antes da viagem, uma vez que não há circulação do vírus em Alagoas e em relação à malária, há o monitoramento permanente de viajantes (turistas ou trabalhadores) oriundos de áreas de transmissão da doença.


Jornalista divulga que tem HIV para 200 mil seguidores, supera preconceito e roda o país dando palestras

Uma história de como um exame pode transformar uma vida. Francisco Garcia, mais conhecido como “tio Francisco”, de 27 anos, está entre as 866 mil pessoas que vivem com HIV no Brasil. O jornalista, da cidade de Balsas, interior do Maranhão, descobriu a sorologia em julho deste ano. Febre, manchas na pele e perda de peso repentina, foram alguns sintomas que fizeram o jovem realizar uma bateria de exames.

O resultado do diagnóstico de HIV positivo veio acompanhado do medo e da insegurança, já que para ele, o vírus e a aids estavam imediatamente relacionadas com a morte.

“Estava sentindo alguns sintomas como febre, perda de peso, dor de garganta, machas na pele, foi quando eu decidi fazer uma bateria de exames. E, dentro dos exames, estava o de HIV. Receber o diagnóstico não é fácil, porque é praticamente uma sentença de morte, já que o que eu ouvia sobre HIV/aids é que matava.

Eu tive meu momento de luto e de desespero, mas aí eu decidi estudar sobre o assunto, foi quando, por meio do conhecimento, eu perdi o medo de morrer, e não só isso eu decidi transformar o meu diagnóstico em ação social.”

Francisco fez do limão uma limonada. O jornalista apresentava um programa em uma emissora de televisão do Maranhão e estava no começo da vida como digital influencer, quando, então, decidiu divulgar o diagnóstico para os mais de 200 mil seguidores nas redes sociais. O resultado foi surpreendente, e em menos de um mês, a vida de Francisco mudou, literalmente, de rota. Pediu demissão do emprego, adesivou o carro e escolheu viajar pelas estradas do Brasil, para palestrar sobre superação, prevenção e preconceito do HIV/aids.

“Com o momento de desespero, eu percebi que, com a informação, esse medo tinha passado, e aí eu pensei da seguinte forma: se eu conseguir levar, com as informações que eu tive, mais conhecimento para mais pessoas, eu vou conseguir fazer com que o preconceito diminua, porque descruzar os braços e ser a mudança nesse mundo que a gente quer que tanto mude faz a diferença, e esse fazer a diferença me motivou a pegar meu carro e sair falando com as pessoas sobre prevenção, preconceito e como consegui superar tudo isso.”

O projeto conhecido como: “Tio Francisco Pela Estrada” já passou por mais de 60 cidades brasileiras, entre escolas, igrejas e presídios. Todo o custo é financiado por parceiros que decidem contratar Francisco para palestras e eventos sobre HIV/aids. Ele, que é formado em comunicação, há cinco meses transformou a experiência pessoal em um novo volante para trilhar novos caminhos.

“Muitas pessoas me procuram para dizer que iam cometer suicídio, mas que graças à minha história, elas tiveram forças de vontade para continuar. Outras pessoas que assistiram a palestras tiveram coragem para fazer o exame, e deu positivo, mas decidiram se cuidar. Diariamente recebo relatos de pessoas que dizem que, depois que conheceram a minha história, tentam superar o vírus e seguir adiante com uma autoestima e aceitação bem melhor.”

Francisco ainda tem muito chão para percorrer pelas estradas do Brasil a fim de alertar sobre a importância da prevenção. Os projetos para 2019 vão sair do papel para iniciarem uma nova viagem. E o destino final, que para ele é um mundo sem preconceito, ainda está bem longe de chegar. Mas, como em toda estrada, o jornalista para em um pequeno posto de gasolina para abastecer não só o carro, como também o amor que move o motor do seu coração.

“É muito importante que as pessoas percam esse medo de fazer o exame, para viver bem, de forma melhor e se prevenir. E a mensagem que eu deixo é isso: a gente precisa de mais amor, menos julgamento e mais prevenção.”


Dezembro Laranja quer conscientizar para prevenção ao câncer de pele

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lançou no início do mês a campanha Dezembro Laranja. O objetivo é estimular a população para a prevenção e o diagnóstico do câncer de pele, o mais comum no Brasil. Em 2018, o tema da campanha é “Se exponha, mas não se queime”. As ações da campanha incluem iluminação de monumentos, iniciativas de conscientização em praias e parques com distribuição de filtro solar, entre outras.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 30% de todos os tumores malignos do Brasil correspondem ao câncer de pele. Para o biênio 2018 a 2019, a estimativa é de 165.580 mil novos casos de câncer de pele não melanoma – uma redução de 10 mil casos em relação ao biênio anterior. A expectativa é que a doença acometa mais homens (85.170 mil) do que mulheres (80.410 mil).

Segundo a SBD, de dezembro deste ano a março de 2019, durante todo o verão, serão promovidas ações e atividades de informação na internet, ruas, praias e parques. As recomendações básicas incluem a adoção de medidas fotoprotetoras, como evitar os horários de maior incidência solar (das 10h às 16h); utilizar chapéus de abas largas, óculos de sol com proteção UV e roupas que cubram boa parte do corpo; procurar locais de sombra e manter hidratação corporal. É necessário ainda usar protetor solar com fator 30 (no mínimo) diariamente, reaplicando a cada duas a três horas ou depois de longos períodos na água.

De acordo com o médico dermatologista da SBD, Curt Treu, existem diferentes tipos da doença que podem se manifestar de formas distintas, sendo os mais comuns denominados carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular (chamados de câncer não melanoma) e o terceiro tipo, o melanoma, que não é o mais incidente, mas é o mais agressivo e letal.

“Se diagnosticado precocemente pode ter uma chance de cura superior a 90%. Mas normalmente o tratamento é cirúrgico, removendo a lesão com uma margem de segurança adequada. Para alguns tipos iniciais e superficiais há outros tratamentos não cirúrgicos, como uma curetagem, uma crioterapia (com nitrogênio líquido), ou fotodinâmica, no qual é usado um medicamento absorvido pelo tumor e em seguida é colocada uma luz específica que queima o tumor”, disse.

Em todos os tipos de câncer de pele a principal causa é a exposição excessiva ao sol. O câncer de pele pode aparecer como uma mancha ou pinta de cor castanha a escura, como um nódulo avermelhado, cor da pele e brilhoso, ou como uma ferida nova que não cicatriza, ou que machuca até mesmo com a passada de uma toalha.

Segundo Treu, existe uma regra, chamada pelos dermatologistas de ABCDE, que ajuda a avaliar se a lesão sinaliza um possível câncer de pele. Quando há assimetria e metade da pinta não combina com a outra metade, com formato e cor diferentes; bordas irregulares, dentadas, com sulcos ou interrupções abruptas na cor; cor diferente em toda pinta, quando muito escuras podem indicar malignidade; diâmetro, quando a lesão cresce rápido e ultrapassa os seis milímetros; e a evolução da pinta em curto período de tempo, normalmente de um a três meses.

“Os fatores genéticos também podem causar o câncer de pele, mas o principal fator é a exposição aos raios ultravioleta. As pessoas muito claras, loiras ou ruivas de olhos claros, são as mais propensas a ter a doença. Também aquelas que tiveram intensa exposição acumulada ao sol, com atividades de trabalho ou recreacionais no sol.”

A SBD alerta ainda para a necessidade de proteção mesmo em dias nublados, além de consultas regulares ao dermatologista. É importante ainda examinar os familiares, porque as lesões podem aparecer em locais impossíveis de ver sozinho.


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