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Ministério da Saúde aponta que casos de chikungunya aumentam mais de 91% em AL

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O número de casos de chikungunya quase dobrou em Alagoas, de acordo com dados fornecidos pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde. Os números divulgados apontam que foram registrados 56 casos nos três meses de 2019.

Ainda de acordo com o levantamento, só nos três primeiros meses de 2018, unidades hospitalares do estado  registraram um total de 34 casos de chikungunya, enquanto que, entre janeiro e março de 2019, foram atendidos 56 pacientes com a doença, o que representa um aumento de 91,18%.

O sistema do Ministério da Saúde também divulgou um panorama de casos confirmados de dengue e zika em Alagoas. Entre janeiro e março de 2018, foram registrados 413 casos de dengue e 27 de zika vírus. No mesmo período, em 2019, já foram computados 483 casos de dengue e 18 de Zika.

Somente nos dois primeiros meses desse ano, 55 pessoas foram internadas por dengue no Hospital Escola Hélvio Auto, em Maceió, referência para atendimentos de doenças infectocontagiosas. Esse total representa praticamente um terço de todos os casos que deram entrada na unidade de saúde ocorridos em 2018, que teve 164 notificações.

 

Fonte: Gazetaweb


Alimentação ruim mata mais do que cigarro e pressão alta, aponta estudo

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O consumo frequente de alimentos com muito sal e gordura somado à baixa ingestão de frutas e fibras é responsável por mais mortes do que fumo e pressão alta.

Essa foi a conclusão de um estudo desenvolvido na Universidade de Washington, nos EUA.
Os pesquisadores compararam as dietas, taxas de doenças e de mortes em 195 países, segundo informações do jornal O Globo. Foi possível observar que maus hábitos alimentares são cada vez mais frequentes, com maior consumo de carne e menor consumo de vegetais, além do aumento de fast foods.
Alimentação pouco saudável é relacionada a cerca de um quinto das mortes no mundo, devido a doenças cardíacas, câncer e diabetes. Apenas em 2017, essa dieta ruim matou 11 milhões de pessoas, 22% do total mundial. Já o cigarro foi responsável por 8 milhões de mortes, e a pressão alta, por mais de 10 milhões.
No estudo, os cientistas ressaltaram que é pior não comer alimentos saudáveis do que comer alimentos ruins. “Políticas que promovem o consumo de comida saudável podem ter melhores efeitos do que aquelas que tentam reduzir o consumo de fast food”, ressaltou o chefe do estudo, Ashkan Afshin.
Por: Bahia Notícias

Lagoa em via pública assusta moradores do Graciliano Ramos, que temem pela proliferação do mosquito da Dengue, Zika e Chikungunya.

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“Nossa comunidade está abandonada pela Prefeitura de Palmeira dos Índios e quando chove a situação piora ainda mais”. Esse relato foi feito por Jacqueline, moradora do bairro Graciliano Ramos, através do whatsapp Sampaio – 99947 6977  encaminhado ao FALE CIDADÃO da rádio Sampaio, nesta quinta-feira (18) pedindo providencias as autoridades visando à solução de antigos problemas existentes nessa localidade.

Consta na reclamação que terrenos baldios e os buracos existentes nas ruas sem saneamento, transformaram as artérias em uma lagoa, principalmente nos dias de chuvas, armazenando um grande volume de água impedindo a locomoção dos moradores como também servindo como criatório e proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika, assustando a população.


Fezes, lixo e mau cheiro incomodam moradores de ruas que ficam próximos do CESMAC em Palmeira dos Índios.

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Rua João Farias da Silva, ao lado do CESMAC – Foto: Radio Sampaio

Moradores da Rua João Farias da Silva, uma das principais do bairro Vila Maria, localizada ao lado do CESMAC em Palmeira dos Índios, se manifestaram na manhã desta quarta-feira pelo programa Nosso encontro da 94.5 rádio Sampaio FM, para denunciarem o descaso em que as autoridades municipais estão tratando essa artéria, tomada por acumulo de detritos e alagamentos pelo volume de água em dias de chuvas.

Na reclamação moradora disse à reportagem que quando chove a água invade e joga fezes e lixo nas dependências das residências além de provocar prejuízos com a destruição de móveis e eletrodomésticos distribuídos no piso ou suportes nas salas, cozinha e quartos das casas prejudicadas.

“Nossa reivindicação é para que o prefeito Julio Cesar, que foi eleito pelos pobres, tome uma providencia para desobstruir a nossa rua para a água escorrer sem problemas, pois além disso ainda convivemos com buracos, lama e lixo em torno do percurso da artéria”, denunciou uma moradora.

A Rua João Farias da Silva fica ao lado do CESMAC – Faculdade que dispõe de vários cursos de nível superior e umas das mais conceituadas de Alagoas. A moradora que pediu para não ser identificada afirmou  ainda que o mal cheiro é insuportável e as crianças estão impedidas de brincarem no leito publico, pois algumas delas já foram diagnosticadas com doenças originarias de fezes, lama e lixo, por causa do esgoto que escorre a céu aberto sem que nenhuma providencia seja tomada pelas autoridades que tem conhecimento do problema há mais de três anos.

 

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Ministério da Saúde autoriza repasse de R$ 2,6 milhões para municípios alagoanos

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(Imagem da internet)

O Ministério da Saúde autorizou nesta segunda-feira (15), o repasse de R$ 2,69 milhões do Bloco de Custeio das Ações e Serviços Públicos de Saúde para serem usados nos municípios alagoanos no Piso Fixo de Vigilância em Saúde (PFVS) e na Assistência Financeira Complementar (AFC) da União para cumprimento do piso salarial profissional nacional dos Agentes de Combate às Endemias (ACE) e ao Incentivo Financeiro para fortalecimento de políticas afetas à atuação dos agentes.

Em portaria publicada na edição do Diário Oficial da União de hoje, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, informa que o Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas necessárias para as transferências de recursos estabelecidas na portaria aos respectivos Fundos de Saúde, em conformidade com os processos de pagamentos instruídos.

Segundo a portaria, Maceió foi contemplado com o maior volume de recursos – R$ 943,19 mil – sendo R$ 630,5 mil para a Assistência Financeira Complementar e R$ 279,4 mil mensais para o Piso Fixo de Vigilância em Saúde. Outros R$ 33,1 mil foram destinados a título de incentivo.

Fonte: Gazeta Web

Turista sofre três paradas cardíacas e sobrevive em Barra de São Miguel

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(Foto: TNH1)

Francisco de Freitas, natural de Brasília, sofreu três paradas cardíacas, enquanto passava um período de férias na Barra de São Miguel, Litoral Sul de Alagoas. As paradas foram revertidas por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Posteriormente, o aposentado de 76 anos foi encaminhado para o Hospital do Geral do Estado (HGE), onde fez um cateterismo na Unidade de Hemodinâmica.

“Essa é a quarta vez que visito Alagoas e tenho certeza que não estava aqui por acaso. Vim para ser salvo pelos profissionais que fazem a saúde pública aqui no Estado”, destacou Francisco de Freitas, ao lado da esposa, Maria de Freitas, que chegaram a Alagoas no último dia 24 de março, acompanhados de um casal de amigos. No dia 27, enquanto caminhavam pela praia, o aposentado sentiu um incômodo na região do peito e retornaram para o hotel em que estavam hospedados.

“Francisco foi até o chuveirão para tirar a areia dos pés, foi quando o vi se apoiar no cano e ele caiu no chão. Nesse momento, me desesperei, mas apareceram dois anjos para nos ajudar e salvar a vida do meu marido”, contou Maria de Freitas, acrescentando que os primeiros “anjos” que socorreram seu marido foi um casal de médicos que também estava hospedado no mesmo local.

“Em menos de 10 segundos, os médicos começaram a fazer as manobras de massagem cardíaca no meu esposo, enquanto ligavam para o 192 e pediram socorro ao Samu. Até a ambulância chegar, continuaram a fazer as massagens cardíacas”, lembrou a esposa de Francisco de Freitas.

Ao receber a ligação e, pela gravidade da situação, uma Unidade de Suporte Avançado (USA), que é uma UTI móvel, foi liberada do ponto de apoio do bairro do Trapiche. Em poucos minutos eles chegaram até o hotel onde o aposentado de Brasília estava hospedado.

(Foto: TNH1)

Ocorrência Marcante – Entre os socorristas que estavam na ambulância do Samu, a enfermeira Claudeane Nascimento diz que esta ocorrência vai ficar marcada para sempre em sua memória. “Em casos de parada cardíaca é muito difícil fazer com que o paciente volte e permaneça acordado durante o trajeto e foi isso que aconteceu com o Francisco. Para realizar o transporte, precisamos entubar o paciente, que ainda teve outra parada dentro da ambulância. Foram necessárias duas desfibrilações para que o coração dele tivesse os batimentos normalizados”, relatou emocionada a enfermeira.

Com o paciente estabilizado, o Samu o encaminhou para o HGE, onde Francisco deu entrada na Hemodinâmica da unidade de saúde. De acordo com Rafael Cavalcanti, cardiologista intervencionista do HGE, todo o atendimento, desde o momento da parada cardíaca até o tratamento definitivo do paciente, foi feito em um tempo médio de uma hora e meia, o que é considerado um período muito bom para as situações de infarto.

“Assim que o aposentado Francisco deu entrada na Unidade de Hemodinâmica, fizemos um cateterismo para investigar o motivo da parada e percebemos que a principal artéria do coração estava com 99% de obstrução. Com esse diagnóstico, o médico realizou uma angioplastia primária com o implante de um stent farmacológico, dispositivo moderno que libera medicamentos e reduz as chances de novas obstruções”, explicou Rafael Cavalcanti.

Para o médico, todo o primeiro atendimento feito, desde o momento inicial do infarto, contribuiu para uma recuperação excelente do paciente, que não ficou com nenhuma sequela. “Nas situações de infarto, quanto mais tempo o músculo do coração fica sem sangue, devido à obstrução do vaso, mais músculo cardíaco morre, o que pode deixar graves sequelas, levando à insuficiência cardíaca. A agilidade do socorro prestado pelo Samu e a orientação do médico regulador para continuar a massagem, permitiram a recuperação completa das funções do coração”, salientou Rafael Cavalcanti.

Salvo por heróis – O aposentado de 76 anos já tinha infartado aos 40 anos. Ele também tem diabetes e hipertensão e já tinha implantado anteriormente outros seis stents. O aposentado agradeceu a todos os profissionais que cuidaram dele, desde o casal que acionou o Samu e fez a massagem, aos socorristas do Samu, como toda a equipe do HGE e também do Hospital do Coração de Alagoas, além da equipe do hotel onde estava hospedado.

“Só tenho elogios a fazer por toda a eficiência em todas as etapas do atendimento. Se eu estivesse em Brasília, não sei se teria um atendimento tão rápido como o recebido em Alagoas. Fui muito bem tratado, de forma humanizada, e conseguimos perceber a qualidade e dedicação de todos os funcionários do HGE e Samu”, destacou.

(Foto: TNH1)

Francisco de Freitas e a família retornaram para Brasília na última quarta-feira (10). Ele disse que irá ficar 30 dias de repouso absoluto e depois vai retornar ao cardiologista para uma revisão da cirurgia e realizar novos exames.

“Gostaria de registrar meu profundo agradecimento aos heróis que me permitiram estar aqui para contar essa historia. Graças a eles, poderei aproveitar por muito mais tempo a companhia da minha esposa e dos meus três filhos”, ressaltou emocionado.

Atendimentos em 2019 – Nos três primeiros meses de 2019, as Centrais do Samu de Arapiraca e Maceió fizeram 238 atendimentos cardiológicos. Já a Unidade de Hemodinâmica do HGE, desde a sua criação, em junho de 2016, realizou 2.294 cateterismos e 1.355 angioplastias, com um total de 3.649 vidas salvas.

 

Fonte: TNH1


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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