82 99641-3231 (pedido musical)

82 99947-6977 (jornalismo)

Polícia alerta pais sobre ‘Homem Pateta’, que pode induzir crianças ao suicídio

Polícia alerta pais sobre ‘Homem Pateta’, que pode induzir suicídio

A Polícia Civil de Santa Catarina divulgou nesta semana um alerta para pais de crianças e adolescentes sobre perfis em redes sociais com o nome de Jonathan Galindo, conhecido como “Homem Pateta”, que estariam assustando os menores com conteúdo de terror e mensagens que podem induzir ao suicídio.

Usando fotos que remetem ao personagem Pateta, da Disney, as páginas interagem com as crianças por meio de mensagens. Após ganharem a confiança, entram em contato com elas e fazem ameaças perturbadoras.

O perfil foi originalmente criado há três anos no México. Com o tempo, os perfis falsos foram se multiplicando até chegaram ao Brasil.

De acordo com a polícia catarinense, esses perfis do “Homem Pateta” têm poucas postagens porque, após ganhar a confiança das crianças, os criminosos enviam mensagens privadas com textos, vídeos e áudios com ameaças e intimidações. Segundo o portal R7, há relatos de que são ensinadas técnicas de suicídio.

As autoridades alertam para que pais fiquem atentos aos sites e conteúdos que os filhos acessam na internet, a fim de protegê-los de perfis como esses.

Uma rápida busca no Facebook é possível encontrar diversos perfis com o codinome Jonatan Galindo.

Baleia Azul e e a boneca Momo

Essa não é a primeira vez que perfis deste tipo circulam nas redes sociais aterrorizam crianças e causando preocupações de pais e autoridades. Em 2017, o desafio da Baleia Azul desencadeou uma série de suicídios de crianças e adolescentes.

No ano passado, o desafio usou a boneca Momo, que aparecia em vídeos infantis ensinando, passo a passo, como as crianças deveriam fazer para, literalmente, cortar os pulsos.


Inep abre enquete do Enem 2020 para candidatos escolherem data da prova

Inep abre enquete do Enem 2020 para candidatos escolherem data da prova

A enquete sobre a escolha das datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 foi aberta neste sábado (20), às 10h, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligado ao Ministério da Educação (MEC).

No entanto, estudantes relataram problemas para encontrar a página de votação após o horário em que ela já deveria estar disponível. O G1 questionou o Inep e aguarda um posicionamento.

Os candidatos terão até 30 de junho para escolher uma das três opções de datas: a primeira prevê provas em dezembro; a segunda, em janeiro de 2021; a terceira, em maio de 2021.

Opções para datas do Enem 2020

Opções Enem impresso Enem digital
1 6 e 13 de dezembro de 2020 10 e 17 de janeiro de 2021
2 10 e 17 de janeiro de 2021 24 e 31 de janeiro de 2021
3 2 e 9 de maio de 2021 16 e 23 de maio de 2021

Nesta edição, o Inep também fará provas em computadores para aqueles que escolheram esta opção no momento da inscrição. A medida faz parte de um projeto-piloto que pretende tornar o Enem totalmente digital até 2026 – na enquete, a escolha destas datas está vinculada às provas impressas.

Como votar na enquete do Enem

O Inep informa que os candidatos regularmente inscritos no Enem 2020 deverão acessar a Página do Participante (http://enem.inep.gov.br/) e utilizar CPF e senha cadastrados no portal único do Governo Federal (gov.br).

Depois, é só escolher a data de preferência. A votação segue até 30 de junho. Ainda não há previsão de quando os resultados serão divulgados.

Estudantes de diversas partes do Brasil publicaram comentários em suas redes sociais neste sábado relatando dificuldades para acessar a enquete com a escolha das datas para o Enem 2020.

Segundo o Inep, a enquete estaria aberta a partir das 10h deste sábado, mas após o horário anunciado, candidatos relataram que o sistema continuava sem apresentar as opções da enquete.


Perfil hacker divulga supostos dados pessoais que seriam de Bolsonaro, familiares e aliados

Presidente Jair Bolsonaro, seus filhos Eduardo, Flávio e Carlos.

Perfis no Twitter que dizem pertencer ao grupo hacker Anonymous Brasil divulgaram na noite desta segunda-feira, 1º, supostos dados pessoais do presidente Jair Bolsonaro, seus filhos Carlos, Eduardo e Flávio, além de integrantes do governo e aliados do presidente, como a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Uma das contas que vazou os dados foi suspensa minutos depois e o site onde estavam armazenadas as informações saiu do ar.

A Anonymous atua em outros países e ressurgiu no último domingo, 31, após desdobramentos do caso de George Floyd, homem negro assassinado durante uma abordagem policial nos Estados Unidos. Em vídeo, a organização ameaça expor “muitos crimes” cometidos pela polícia em todo o mundo.

A conta que vazou supostos dados de autoridades brasileiras nesta segunda estava sem publicar no Twitter desde outubro de 2018. No último domingo, anunciou a volta. “Chamado #AnonymousBrazilNeedsHelp. Estamos preparando nosso barco! Logo teremos vazamentos de dados, estamos preparando. #Anonymous #AntiFascista #Antifa Ajude com RT”, diz uma publicação. No Twitter, as hashtags (palavras-chaves) #Anomymous e #anonymousbrasil estavam entre as mais comentadas da madrugada.

O perfil afirma ainda que outras contas “hacktivistas” estão sendo reativadas na rede social. Além de Bolsonaro e seus filhos, tiveram os supostos dados vazados o deputado estadual Douglas Garcia, aliado do presidente, os ministros Abraham Weintraub e Damares Alves, e o dono da Havan e também aliado de Bolsonaro, Luciano Hang.

Entre os dados vazados estão informações como e-mails, telefones, endereços, perfil de crédito, renda, nomes de familiares e bens declarados. Garcia confirmou o vazamento de seus dados pelo grupo e afirmou que irá fazer um boletim de ocorrência.

“Anonymous Brasil, de forma criminosa, acaba de divulgar todos os meus dados nas redes sociais. Para que colocar os meus familiares em risco? Para que divulgar o endereço de minha casa? Os lugares em que trabalhei? Estou indo agora mesmo na delegacia fazer um boletim de ocorrência”, escreveu o deputado.


Ministério Público lança aplicativo para receber denúncias de violência doméstica

Ministério Público lança aplicativo para receber denúncias de violência doméstica

Os dados são significativos: no último mês de abril, segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, as denúncias de casos envolvendo o crime de violência doméstica cresceram em 37,6% em todo o Brasil. O motivo principal para o aumento desses números está sendo ocasionado pela pandemia da Covid-19, que tem obrigado milhares de mulheres a ficarem mais tempo dentro de casa com o seu agressor. Pensando em combater esse mal, o Ministério Público Estadual de Alagoas (MPAL) criou o aplicativo ‘Proteção Mulheres’, que já está disponível para ser baixado nas plataformas Android e IOS. Oficialmente, a ferramenta será lançada nesta segunda-feira (1º), no canal do YouTube do órgão ministerial.

No aplicativo, idealizado pelos Núcleos de Defesa da Mulher e de Direitos Humanos, e desenvolvido pela Diretoria de Tecnologia e Informação (DTI) do Ministério Público, há informações importantes para que a vítima encontre os canais de comunicação do MPAL, como endereço, telefone, e-mails, horário de atendimento e quais são as promotorias de justiça que têm essa atribuição.

No campo ‘manifestações’, a mulher agredida ou qualquer outra pessoa que tenha conhecimento da prática do crime e queira formular uma denúncia, encontrará explicações sobre o que configura a violência doméstica, como ela está tipificada – violência física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral – e, claro, verá o campo disponível para fazer a sua manifestação. “Em tempos de pandemia, onde muitas mulheres estão sendo obrigadas a conviver 24 horas ao lado dos seus algozes, o Ministério Público se viu na obrigação de se aproximar dessas vítimas, mesmo que de forma virtual. Então, o aplicativo foi a solução encontrada. Vamos recepcionar as denúncias e dar a elas o encaminhamento devido, podendo ser a requisição de uma medida protetiva de urgência ou a instauração de inquérito policial”, explicou o procurador-geral de justiça, Márcio Roberto Tenório de Albuquerque.

“Fazemos um apelo para que aquelas mulheres que passam 100% do tempo ao lado de seu agressor quebrem o silêncio e nos ajudem no enfrentamento a esse processo de escalada da violência, que precisa urgentemente ser interrompido. Nossa intenção é ajudar a frear esse tipo de violência tão covarde que, lamentavelmente, por inúmeras vezes, estampam manchetes estarrecedoras nos jornais”, acrescentou o chefe do Ministério Público.

O preenchimento do formulário

No campo da manifestação, a pessoa deverá detalhar como o ilícito penal está ocorrendo, com dados sobre a vítima, o agressor e a forma que a violência está sendo praticada. “A (o) denunciante também deve informar o município onde o crime ocorreu, com o endereço para que a polícia vá até lá e, se possível, anexe algum tipo de prova, como fotos da agressão, por exemplo. Quanto mais elementos forem fornecidos, mais rápido vamos poder agir. Inclusive, se a vítima estiver precisando de medida protetiva, ela já deve solicitar de imediato”, disse a promotora de justiça Hylza Torres, coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher.

“Um e-mail também deve ser fornecido pela (o) denunciante para que ela (e) receba o protocolo da ocorrência e possa acompanhar o passo a passo da denúncia. Essa é uma informação importante que tem que estar em poder da pessoa que promoveu a denúncia até para que ela saiba do nosso grau de comprometimento com a causa”, declarou a promotora de justiça Marluce Falcão, coordenador do Núcleo de Direitos Humanos do MPAL.

Para a promotora de justiça Stela Valéria Cavalcanti, o projeto do app Proteção Mulheres está alinhado ao planejamento estratégico da instituição: “defender direitos e combater o crime é uma das principais missões do Ministério Público. Portanto, enfrentar a violência doméstica também é uma prioridade da nossa instituição, uma vez que esse é um crime que não atinge tão somente a vítima, mas, também, os filhos que assistem as agressões que estão sendo praticadas”, comentou, acrescentando que não somente a vítima pode denunciar, mas qualquer outra pessoa que tenha conhecimento do caso, como familiares, amigos e vizinhos.

Os dados de Alagoas

No Brasil, as denúncias envolvendo casos de violência feitas ao canal Ligue 180, tiveram aumento de 35,9% em abril, em comparação ao mesmo mês de 2019. O dado foi divulgado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, na última sexta-feira (29). E o motivo disso, claro, é o isolamento social provocado em razão da pandemia do novo coronavírus.

Nesse balanço do 180, o pódio de estado mais violento ficou com o Rio de Janeiro, que lidera o triste ranking com 78 casos para cada 100 mil habitantes. Na sequência vem o Distrito Federal, com 74,33, seguido por Mato Grosso do Sul, com 69,36. Alagoas ocupa a 5ª posição, com 45,89 casos na proporção de 100 mil habitantes.

No Ministério Público, em 2019, somente nas 35ª, 38ª e 43ª Promotorias de Justiça da capital, todas com atribuição no combate à violência doméstica, os promotores de justiça Adézia Lima de Carvalho, Ariadne Dantas Meneses e Carlos Tadeu Vilanova Barros atuaram em 4.105 processos, tendo participado de quase 1,1 mil audiências ao longo do ano. Agora em 2020, os números já somam 2.953 ações que estão tendo a atuação dos referidos promotores de justiça.


É falsa mensagem sobre liberação de “auxílio gás” para famílias afetadas pela pandemia

É falsa mensagem sobre liberação de “auxílio gás” para famílias afetadas pela pandemia

A mensagem dizendo que o Ministério da Cidadania abriu inscrições para o Programa Auxílio Gás que circula pelas redes sociais é falsa. De acordo com o texto, o benefício pode chegar até R$ 210 reais e as inscrições devem ser feitas através de um link. A informação é inverídica, segundo o próprio Ministério, que é responsável pelas políticas de assistência social.

“Já estão abertas em todo Brasil as inscrições para o Programa Auxílio Gás. Você pode ter direito ao benefício de R$70 à R$210! Acesse o site oficial”, diz parte da mensagem. Ao clicar no site sugerido, o cidadão é encaminhado para uma página que pede algumas informações iniciais, para depois ser feita a solicitação do benefício. Embora a logomarca do Governo Federal apareça na parte superior, a página não é oficial, podendo se tratar de um golpe para obter informações dos usuários.

O próprio Ministério da Cidadania já havia alertado para essa fake news em uma das suas redes sociais. Além de a mensagem ser falsa, o órgão também esclareceu que esse benefício não existe. “O benefício não existe. Não clique em links duvidosos e certifique-se de checar informações em nossos canais oficiais”, alertou o Ministério.


É falso que os governos estaduais recebem recursos por cada óbito de Covid-19

É falso que os governos estaduais recebem recursos por cada óbito de Covid-19

Em diversas redes sociais tem circulado mensagens sugerindo que os Estados estariam aumentando o número de mortes registradas por Covid-19. A motivação, de acordo com o texto, é que os Estados receberiam mais de R$ 16 mil por cada morte confirmada pela doença. A informação é falsa. Em nota, o Ministério da Saúde desmente a informação e afirma que todos os recursos repassados são para ações e serviços públicos de saúde em geral.

A mensagem falsa diz: “Para cada óbito no hospital pela Covid-19 o estado recebe R$ 16.450,00. Entenderam porque os números só crescem?”.

O Ministério da Saúde confirma que não há repasse de verbas por mortes registradas. “O Ministério da Saúde informa que não repassa verba para registro de morte. Esta verba é usada por secretarias estaduais e municipais de saúde para custeio dos serviços, aquisição de insumos básicos para o funcionamento dos postos de saúde e de hospitais, por exemplo, além de proporcionar equipamentos e recursos humanos a estados e municípios”, explicou o órgão.

A Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau) explicou que parte dos recursos que chegam ao Estado é destinada à testagem de pacientes, a ações para combater a propagação do novo coronavírus e ao tratamento das pessoas já diagnosticadas. Nenhum recurso é decorrente das mortes registradas pela doença.

Ainda de acordo com a Sesau, qualquer cidadão pode conferir a origem dos recursos recebidos e onde estão sendo aplicados, por meio de uma página exclusiva dentro do Portal da Transparência.

“As informações podem ser acessadas por todos os cidadãos alagoanos. Para facilitar a navegação do usuário, a Controladoria-Geral do Estado (CGE) implantou uma melhoria no site: todos os investimentos referentes à Covid-19 foram agrupados em uma página exclusiva, que pode ser acessada por meio do menu do Portal da Transparência”, disse a secretaria em nota.


Redes sociais


Whatsapp: 82 99641-3231

Contato


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

Tel: (82) 99641-3231

© 2020 RÁDIO SAMPAIO - Todos os direitos reservados | Desenvolvido por Interactive MOnkey