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Lives do dia 06/08 (quinta-feira)

Titãs

Lives do dia 06/08 (quinta-feira)

 

  • R.E.M. (transmissão do festival Glastonbury – 1999) – 16h (YouTube)

  • Ride – 16h30 (Site oficial)

  • Luiza Lian – 19h (YouTube)

  • Titãs – 19h30 (YouTube)

  • Resenha dos Brabo (Jefferson Moraes, Clayton e Romário, Thiago Brava e Hugo & Guilherme) – 20h (YouTube)

  • Sandro DJ – 20h (YouTube)

  • João Gustavo e Murilo – 20h (YouTube)

  • Gustavo Bertoni – 20h (YouTube)

  • Rayssa Peres – 20h30 (YouTube)


CRB vence, desbanca o CSA e conquista a sua 31ª taça do Alagoano

Igor Cariús marca o gol do título do Galo (Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)

O CRB detonou a sequência do CSA no Alagoano. Nesta quarta, o Galo venceu o clássico por 1 a 0 e conquistou o 31º título de sua história. O herói do jogo foi até improvável. O lateral Igor apareceu livre na área aos 46 do primeiro tempo, numa cobrança de escanteio, e fez o único gol do confronto. Esse foi apenas o terceiro gol dele com a camisa do Galo, mas teve o impacto de decidir um estadual. Ficou marcado.

Primeiro tempo

O CSA começou o jogo ameaçando. Aos oito minutos, Michel Douglas apareceu na área do CRB, se antecipando à zaga, e deu um toque venenoso. Assustou o goleiro Victor Souza. O Galo respondeu com o argentino Diego Tores, que emendou um sem-pulo, aos 27. Thiago Rodrigues voou para espalmar.

O clássico era lá e cá. Bilu bateu falta no ângulo e Victor Souza, do CRB, fez grande defesa. Veio o troco. Gamalho também testou o goleiro do CSA de longe e deu trabalho. O gol saiu aos 46 minutos. Diego Torres cobrou escanteio de canhota, aberto, e Gamalho tocou de cabeça no outro lado. Igor Caríus apareceu livre e marcou de cabeça.

Segundo tempo

Perdendo, o CSA teve que sair mais para o jogo. Criou ótima chance aos 18 minutos. Igor Fernandes cruzou para trás e Michel Douglas acertou de primeira. Pra fora.

O CRB guardou mais posição e só escapou na boa. Teve uma ótima chance aos 47. Bill cruzou da esquerda, Felipe Menezes desviou e acertou a trave do CSA.

Na sequência, Alecsandro acertou uma cabeçada para baixo, com muito veneno, e Victor Souza defendeu, salvando o Galo.

Allano ainda experimentou de longe e o goleiro do CRB voltou a defender. Aos 54, no último lance, o CSA jogou na área do Galo e o goleiro Thiago Rodrigues cabeceou para a rede. Não valeu. Ele estava impedido, e o CRB ficou mesmo com a taça.


STF decide manter medidas de proteção a indígenas na pandemia

STF decide manter medidas de proteção a indígenas na pandemia

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (5), por unanimidade, manter medidas de proteção a indígenas em meio à pandemia do novo coronavírus. As ações de saúde foram determinadas em julho pelo ministro Luís Roberto Barroso.

A ação judicial foi apresentada por partidos e pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro vetou trechos de lei de proteção aos povos indígenas contra a Covid-19, aprovada pelo Congresso.

No início de julho, Barroso, relator do pedido, determinou a adoção de medidas de proteção a indígenas pelo governo. O julgamento em plenário teve início na segunda (3), quando Barroso votou para reiterar a determinação que já tinha feito.

Os nove ministros presentes em plenário confirmaram as determinações de Barroso. Os ministros Celso de Mello e Cármen Lúcia não participaram da sessão e não apresentaram votos.

Segundo a Articulação dos Povos Indígenas, atualmente são 21.646 indígenas contaminados pelo coronavírus, e 623 mortes em 148 povos afetados.

Na decisão de julho, Barroso determinou que o governo adotasse cinco medidas para proteger os índios e afirmou que o plano de contingência, elaborado anteriormente, era vago e trazia apenas orientações gerais.

Entre as determinações ao governo estão:

  • criar uma sala de situação para gerenciar o combate à pandemia entre esses povos com participação de indígenas;

  • fixar medidas para conter invasores nas terras dessas comunidades;

  • e garantir o acesso ao sistema de saúde para indígenas que vivem também em áreas não homologadas.

O texto aprovado pelo Congresso considera que povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais são grupos em situação de vulnerabilidade extrema e determina ações para o governo federal diminuir os impactos da pandemia:

  • garantir acesso a testes rápidos e do tipo PCR;

  • fornecer remédios e equipamentos;

  • organizar o atendimento em centros urbanos e acompanhar os casos que envolvem indígenas;

  • contratar profissionais para reforçar o apoio à saúde indígena;

  • construir hospitais de campanha nos municípios próximos às aldeias.

Bolsonaro vetou 16 pontos do texto, entre eles, o que previa que União, estados e municípios garantissem:

  • acesso universal à água potável;

  • leitos de UTI;

  • ventiladores e máquinas de oxigenação do sangue;

  • distribuição de materiais informativos sobre a Covid;

  • facilitação do pagamento do auxílio emergencial e benefícios previdenciários.

O governo afirmou que os trechos criariam despesas sem uma previsão orçamentária.

A sala de situação se reuniu pela primeira vez no dia 17 de julho, mas parte de representantes de povos indígenas considerou o tratamento do governo “humilhante”, com ofensas e ameaças.

Depois do relato dos indígenas, o ministro determinou que os encontros da sala de situação contassem com a presença de Maria Thereza Uille Gome, conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e de um observador de seu gabinete.

O Ministério da Saúde afirmou que já mantém o saneamento e o abastecimento de água para terras e territórios indígenas atendidos pela pasta, que tem garantido assistência aos mais de 750 mil indígenas, que reforçou as ações de informação, prevenção e combate ao coronavírus com as comunidades indígenas, gestores e colaboradores de todo o Brasil, e que enviou quase 800 mil itens de saúde aos distritos sanitários especiais indígenas.

Votos

O ministro Alexandre de Moraes acompanhou o relator Barroso, afirmando que “os povos em isolamento e de contato recente são realmente expostos ao risco de contágio maior e até de extinção em decorrência da pandemia”.

Em seguida, o ministro Edson Fachin concedeu a medida em maior extensão para determinar que a União promova medidas eficazes de “desintrusão” das áreas invadidas. O ministro avaliou que foi comprovada a grave situação em áreas já demarcadas e homologadas.

Segundo o pedido inicial, a retirada de invasores ocorreria em sete terras indígenas: Yanomami, Karipuma, Uru-Eu-Wau-Wau, Kayapó, Araribóia, Mundukuru e Trincheira Bacajá.

Moraes concordou com a proposta de retirar invasores, e o ministro Ricardo Lewandowski adiantou que deve propor prazo de 60 dias para que o governo informe a situação das áreas indígenas.

“Nós não queremos guerra civil, não queremos mandar Marinha, Aeronáutica, Forças Armadas, Polícia Federal, enfim, todo o aparato do governo federal e eventualmente dos governos locais para, de repente, tirar tudo, mas é a hora de nós avaliarmos com precisão o que está ocorrendo efetivamente, darmos uma satisfação para a sociedade brasileira e para comunidade internacional”, afirmou Lewandowski.

“O Brasil está sofrendo gravíssimos prejuízos, inclusive econômicos, na medida em que estamos permitindo a devastação da última reserva florestal da Humanidade”, complementou.

A ministra Rosa Weber também acompanhou o relator, manifestando preocupação com as invasões, “na medida em que configuram vetores”. Mas entendeu que não é hora de determinar a retirada.

Em seu voto, o ministro Ricardo Lewandowski manteve as medidas em vigor e apresentou sua proposta para que a União forneça dados para embasar o julgamento do mérito da ação pelo Supremo. O ministro também sugeriu a apresentação de um prazo de 120 dias de um plano de desintrusão.

“Me parece, esta é a oportunidade histórica que o Supremo tem de auxiliar o governo federal e o governo local a decidir essa questão importante que se arrasta desde o tempo colonial”, afirmou.

O ministro Gilmar Mendes formou a maioria do tribunal para manter as medidas determinadas pelo relator, ministro Luís Roberto Barroso. “O foco é a proteção dessa população”, afirmou.

O ministro Luiz Fux defendeu que a Constituição estabeleceu uma “hiperproteção” da população indígena, mais vulnerável. “Temos nesse campo o direito à saúde, em que, nessa pandemia, essa população não pode ser alcançada por outrem que vivem em ambiente contaminado”, argumentou. “Essa pandemia tem apresentado um impacto desproporcional nessa população indígena. Não podemos assistir passivamente essa taxa de mortalidade.”

O ministro Marco Aurélio Mello criticou as duas tardes ocupadas pelo plenário para decidir sobre uma questão de urgência. “Referendo”, disse.


Palmeira tem 866 casos confirmados, 597 recuperados e 32 óbitos por Covid-19

Palmeira tem 866 casos confirmados, 597 recuperados e 32 óbitos por Covid-19

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que até esta quarta (5) foram confirmados 866 casos de Covid-19, o novo coronavírus.

Na UCI da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) existem 6 leitos disponíveis, exclusivos para os pacientes de Covid, e 1 na ala de Observação Clínica.

A UTI do Hospital Santa Rita está totalmente ocupada e a Clínica Médica conta com 1 leito disponível. A SMS pede que a população colabore, principalmente neste momento em que o Governo do Estado decretou o estágio da fase laranja para os municípios e a população já começa a retomar, gradativamente, as atividades de trabalho.

O uso de máscaras de proteção é obrigatório e do álcool em gel ou 70%, além de manter as medidas sanitárias.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE

A Vigilância em Saúde informa que, até hoje, 866 casos da doença já foram confirmados, 1.837 descartados, 32 óbitos, 17 pessoas hospitalizadas e 2.433 testes realizados.

CENTRO DE TRIAGEM E TESTAGEM (CTT)

Nesta segunda foram feitos 36 testes: 17 com resultado positivo e 19 negativo.


Advogado e servidor do TJ-AL são denunciados por crimes contra a fé pública

Advogado e servidor do TJ-AL são denunciados por crimes contra a fé pública

Um advogado e um servidor do Poder Judiciário foram denunciados por crimes contra a fé pública. A acusação, feita pela Promotoria de Justiça de São José da Tapera, foi divulgada nesta quarta-feira (5).

De acordo com o promotor de Justiça Fábio Nunes, os acusados tinham a pretensão de lesar o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) por meio de documentação e assinaturas falsas outorgadas até por pessoas falecidas e juntadas em processos de pessoas do município, que contraíram empréstimo, não conseguiram efetuar o pagamento e tiveram a dívida executada.

Após negociação com os devedores, houve a extinção de alguns processos, mas as investigações apontaram que o advogado estaria utilizando-se desses processos físicos antigos para obter lucro indevidamente.

Em um desses processos, o advogado teve o apoio do então chefe da Secretaria da Comarca de São José da Tapera. O servidor foi afastado do cargo a pedido da promotoria.

“Ele [o servidor] emitiu uma declaração falsa e uma certidão do Poder Judiciário que, posteriormente, o mesmo apagou do sistema do TJ para tentar eliminar o vestígio do seu crime. Porém o Banco do Nordeste já havia salvo todo o processo e encaminhado a prova do crime ao Ministério Público que, cumprindo seu papel, ofereceu a denúncia”, diz o promotor.

Os dois foram acusados em processos distintos. A ação contra o servidor corre em segredo de Justiça.

“O Ministério Público elaborou um relatório com diversas irregularidades processuais praticadas pelo servidor do judiciário, denunciado por falsidade ideológica, e enviou à Corregedoria do Tribunal de Justiça para que as providências cabíveis fossem adotadas. Imediatamente, ele foi afastado do cargo de chefe do cartório da comarca de São José da Tapera e impedido de desenvolver suas atividades como escrivão. Oferecemos as denúncias contra ele e o advogado e as investigações continuam”, ressalta o promotor Fábio Bastos.

Ainda segundo o MP-AL, após ser denunciado, o servidor procurou uma das testemunhas para intervir no andamento do processo. Diante disso, a promotoria colheu depoimento da testemunha e fez um novo pedido de afastamento do servidor investigado, dessa vez por prazo indeterminado. O afastamento dele foi publicado no Diário Oficial de terça (4).

Segundo o promotor Fábio Nunes, chama atenção o fato de o servidor ter cometido o crime de falsidade ideológica em um dos processos que originaram os crimes praticados pelo advogado também investigado, o que reforça, para o MP-AL, ainda mais a conivência de ambos.

Na Comarca, o advogado foi denunciado por apropriação indébita e em seu desfavor já há denúncias de envolvimento em outros crimes.


SMTT realiza leilão online de veículos apreendidos em Maceió

Leilão reúne veículos apreendidos pela SMTT Maceió — Foto: Suely Melo/G1

A Prefeitura de Maceió, através da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), vai realizar no dia 31 de agosto um leilão de veículos em bom estado de conservação e também sucateados.

Por causa da pandemia, o leilão vai ser transmitido ao vivo pela internet, a partir das 10h. Ao todo, são 58 lotes, que totalizam 255 veículos.

Os interessados precisam se cadastrar no site www.focoleiloes.com.br com no mínimo 72 horas de antecedência do início do pregão, para análise dos dados do cadastro e confirmação da participação.

Visitação

Quem quiser participar do leilão, pode conferir de perto os veículos a partir do dia 20 de agosto ao dia 28. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 16h, no pátio da empresa Transguard, no bairro do Tabuleiro do Martins.

Por causa da pandemia do coronavírus, o uso de máscara vai ser obrigatório no momento da visitação. Não vai ser permitido testar os veículos.

Documentos necessários

Só pode participar do leilão quem mora em Alagoas. Os documentos exigidos para firmar a arrematação no leilão são:

  • Documento de Identidade com foto

  • Comprovante de Residência

  • CPF


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Contato


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