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Paciente com câncer terminal de colo de útero realiza sonho e se casa em hospital em Maceió

Paciente com câncer terminal realiza sonho de casar em Maceió

Uma paciente diagnosticada com câncer de colo de útero em estado avançado, e que por isso passa por tratamento apenas paliativo da doença, realizou um sonho neste sábado (17). Ela se casou com o noivo, em uma cerimônia cheia de emoção em um hospital particular em Maceió.

Já durante a maquiagem, Michelle recebeu a visita do noivo, Edson Afonso, e dos três filhos.

“Com certeza não vão deixar eu ver ela quando colocar o vestido, porque não pode. Mas eu vou ficar muito ansioso, ela está linda. Já é linda. Vai ficar mais linda ainda”, diz Edson.

Pronta e de vestido, a noiva foi levada de maca pelos corredores do hospital até o local da festa. Ela foi recepcionada pelos convidados em um espaço montado basicamente com doações. A decoração caprichada chamou a atenção de todos.

“Tudo aqui foi parceria, doação. Tanto nossa, do tempo, quanto das pessoas. O resto, a gente tem um dinheirinho em caixa do nosso projeto de Extensão, que é justamente para realizar os últimos sonhos dos pacientes, e a gente usou isso”, conta Caroline Lopes, presidente da Liga dos Cuidados Paliativos do hospital.

Tudo isso, para coroar o momento tão esperado pelos noivos, o “sim”. Michelle não quis gravar entrevista, mas a emoção dela e também do noivo na hora dos votos era visível.

“É importante para nós poder contribuir com essas pessoas, oferecer esse momento de alegria, convívio familiar, como que um momento de descanso, nessa fase do sofrimento deles. E poder ajudá-los, perante Deus, regularizar a situação em que encontravam. Eles já viviam juntos há algum tempo, e não tinham o sacramento do matrimônio”, relata o padre Cícero Lenisvaldo.

Agora, a família já faz outros planos. Edson e Michelle pretendem passar uns dias em Cajueiro, no interior do estado, para curtir os filhos. Uma espécie de lua de mel em família.

“A gente quer voltar para a cidade, porque há três meses não vemos os meninos, só por telefone, Estamos vendo agora, graças a Deus eles estão aqui com a gente”, conclui Edson.

 

 

 

 

Fonte: G1

Carro de funerária capota e caixão cai em rodovia na zona rural de Arapiraca

Caixão de funerária estava vazio no momento do capotamento na AL–115, em Arapiraca — Foto: PTran/Divulgação

Um motorista de um carro de funerária provocou um acidente na AL-115, na Zona Rural de Arapiraca, na noite desse sábado (17). Ele, que estava sozinho no veículo, perdeu a direção e capotou. Um caixão que estava vazio caiu na pista e ficou destruído. O condutor não ficou ferido.

De acordo com informações da polícia, o motorista estava indo buscar um corpo por volta das 20h de ontem, quando o automóvel tombou e parou no meio da pista. O caixão caiu na rodovia depois da mala se abrir com o impacto.

O motorista do Chevrolet Montana prestou esclarecimentos para o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), depois do capotamento.

 

 

 

Fonte: G1

 


Dupla é presa com arma após abastecer veículo e fugir sem pagar no Sertão

Polícia Militar de Alagoas PM — Foto: Matheus Tenório/G1

Uma denúncia levou à prisão de dois homens após eles terem abastecido um carro e fugido sem pagar pelo combustível, neste sábado (17), no município de Santana do Ipanema, Sertão alagoano. Além do veículo, uma arma e seis telefones celulares foram apreendidos com a dupla.

De acordo com informações do 7º Batalhão de Polícia Militar (7º BPM), por volta das 17h, a guarnição recebeu uma denúncia de que dois homens em um veículo, modelo Honda Civic, de cor prata e placa não informada, haviam abastecido em um posto de gasolina do município e fugiram, em direção a cidade de Maravilha, sem pagar pelo combustível.

Os militares iniciaram buscas e avistaram o carro suspeito. Houve perseguição e, após alguns minutos, a polícia conseguiu abordar o veículo. A dupla foi identificada como João Henrique, 23 anos, e Anderson Vasconcelos, 24 anos.

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Veículo apreendido com a dupla.

Após revista pessoal e no interior do veículo a polícia encontrou um revólver calibre 32, seis telefones celulares e uma maquineta de cartão de crédito.

Além do frentista do posto de combustíveis, outras duas pessoas, uma de Monteirópolis e outra de Pão de Açúcar, afirmaram terem sido vítimas da dupla.

João Henrique e Anderson Vasconcelos receberam voz de prisão e foram levados para a Delegacia de Polícia Civil, onde foram autuados em flagrante delito.

 

 

 

Fonte: Cada Minuto

Ex-ministro Roberto Herbster Gusmão morre aos 96 anos em São Paulo

Ex-ministro Roberto Herbster Gusmão morre aos 96 anos em São Paulo

O ex-ministro Roberto Herbster Gusmão morreu, aos 96 anos, de insuficiência respiratória neste sábado (17) em São Paulo. Ele era casado e deixa quatro filhos. O velório está sendo realizado na manhã deste domingo (18) no Cemitério do Morumby, na capital paulista. O enterro estava previsto para as 13h no mesmo cemitério.

Gusmão teve um AVC em março de 2018 e estava de cama em casa desde então.

Ele foi presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e participou da campanha “o petróleo é nosso” nas décadas de 40 e 50. Foi chefe da Casa Civil do governo de São Paulo na gestão de Franco Montoro e ministro do governo de José Sarney até 1986.

No velório, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que Gusmão “sempre foi um democrata”. “Foi um homem que sempre esteve ao lado da democracia, de movimentos sociais, mas nunca foi de esquerda. Sempre foi de uma visão democrata e liberal-conservador. Ele tinha coragem e é isso que precisamos, de gente como ele”, assinalou o ex-presidente.

Trajetória

Gusmão também foi um dos fundadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (Eaesp) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), onde lecionou direito trabalhista nos cursos de graduação e pós-graduação, segundo a FGV.

Em 1959, por indicação do PTB, que participara da coligação que elegeu Juscelino Kubitschek no pleito de outubro de 1955, foi nomeado inspetor da Delegacia Regional do Trabalho em São Paulo.

Filiado ao PTB, partido pelo qual exerceu mandato em 1965 como vereador na Câmara Municipal de São Paulo. Com a deposição do presidente João Goulart (1961-1964), foi cassado pelo Ato Institucional n°2 e teve seus direitos políticos suspensos.

Também atuou como diretor-presidente da Cervejaria Antártica, em Ribeirão Preto, em 1971 e presidiu o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), agremiação sucessora do MDB.

Filiou-se ao Partido Popular (PP), liderado por Tancredo Neves, em 1981. Em março de 1983, assumiu a presidência do Banco de Desenvolvimento do Estado de São Paulo (Badesp), nomeado pelo governador Franco Montoro, do PMDB, e tornou-se membro do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo S.A. (Banespa).

Fonte: G1

Jovem que teve couro cabeludo arrancado em kart é transferida do Recife para SP

Débora teve couro cabeludo arrancado em acidente de kart no Recife — Foto: Eduardo Tumajan/Acervo pessoal
Débora teve couro cabeludo arrancado em acidente de kart no Recife — Foto: Eduardo Tumajan/Acervo pessoal

A jovem de 19 anos que teve o couro cabeludo e parte do rosto arrancados em um acidente de kart, no Recife, foi transferida do Hospital da Restauração (HR), neste domingo (18). Segundo a Secretaria de Saúde do estado, Débora Stefanny Dantas de Oliveira, de 19 anos, foi para um hospital especializado na cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

A equipe do médico Daniel Lazo, que vai receber Débora na cidade paulista, apontou que ela deve chegar à cidade por volta das 16h30. Eles informaram que a jovem deve ir ao centro cirúrgico para uma avaliação ainda neste domingo.

O namorado da jovem, Eduardo Tumajan, postou no Instagram que estava embarcando para o estado de São Paulo em um avião particular. A Secretaria de Saúde informou, por telefone, que a paciente não precisou ser transferida em UTI e que estava consciente e orientada.

“Débora está muito feliz. Se Deus quiser, ela vai conseguir retomar a vida dela. Ela está bem, está sendo acompanhada pelos médicos. Já, já, estamos em São Paulo para começar todo o tratamento que ela precisa”, disse Tumajan em uma postagem na rede social, ao mostrar o avião em que iria embarcar.

Eduardo Tumajan postou em rede social a transferência da namorada, Débora Oliveira, que teve o couro cabeludo arrancado em um acidente de kart — Foto: Reprodução/Instagram
Eduardo Tumajan postou em rede social a transferência da namorada, Débora Oliveira, que teve o couro cabeludo arrancado em um acidente de kart — Foto: Reprodução/Instagram

Segundo o cirurgião plástico e especialista em microcirurgia reconstrutiva Marco Maricevich, que está nos Estados Unidos e vem dando apoio à equipe pernambucana desde o acidente, ela foi para o Hospital Especializado de Ribeirão Preto.

Débora estava andando de kart com o namorado em uma pista localizada no estacionamento do Walmart, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, quando o cabelo, que era na altura da cintura, soltou da touca e ficou preso no motor, no domingo (11). A pele foi arrancada desde a altura dos olhos até a nuca dela.

A jovem foi socorrida pelo namorado para o HR. Eduardo disse que pegou “o rosto dela na mão”, colocou em uma sacola e correu para levá-la ao hospital. O reimplante foi feito no atendimento de emergência. Os médicos conseguiram recuperar e reimplantar 80% da área atingida em um primeiro momento.

Após o reimplante, Débora passou por outra cirurgia para a retirada de trombos que surgiram na área do procedimento foi internada na UTI. Na quinta-feira (15), os médicos do Recife já haviam apontado o risco de que o procedimento inicial não funcionar devido ao aparecimento de microtrombos – obstruções nas veias e artérias da área operada. O quadro clínico dela, de acordo com boletim da quinta, é estável.

 

 

 

 

Fonte: G1

Brasil tem mais de 170 mil animais abandonados sob cuidado de ONGs

A administradora Gabriela Masson e Jack, seu primeiro animal adotado; Gabriela fundou a ONG Amigos de São Francisco para cuidar de cães e gatos abandonados — Foto: Marcelo Brandt/G1
A administradora Gabriela Masson e Jack, seu primeiro animal adotado; Gabriela fundou a ONG Amigos de São Francisco para cuidar de cães e gatos abandonados — Foto: Marcelo Brandt/G1

Segundo um levantamento do Instituto Pet Brasil, mais de 170 mil animais estão sob os cuidados de 370 ONGs e grupos que atuam na área de proteção animal em todo o Brasil. Do total, 169 entidades estão no Sudeste, tutelando mais de 78 mil animais. A maior parte dos animais é formada por cachorros (96%) e apenas uma minoria, gatos (4%).

O Instituto Pet Brasil levou mais de seis meses para mapear as organizações em todo o país. As ONGs e os protetores forneceram informações sobre suas capacidades de acolhimento e o acolhimento real no momento da pesquisa.

“Nós fomos entender um pouco a dinâmica das ONGs. Animais podem estar na rua, mas não são necessariamente abandonados, pois pode ter gente que cuida deles, que dá água, que dá uma tutela pela vida deles. Assim, consideramos abandonados os que não têm ninguém. Nestes casos, as ONGs e os protetores acabam atuando para pegar esses animais”, diz Martina Campos, diretora-executiva do Instituto Pet Brasil.

Martina afirma que a grande maioria das organizações não informa o CNPJ de forma clara e se apresenta apenas em redes sociais, com poucas informações disponíveis. “Existem ONGs que se intitulam assim, mas são grupos de protetores”, diz. Por isso, o levantamento abrange tanto as organizações maiores e mais estruturadas, quanto esses grupos menores. O resultado final foi de 370 organizações mapeadas.

Com base nos dados fornecidos por estas organizações, o instituto classificou as entidades, analisou a capacidade máxima de acolhimento e chegou à estimativa de 172,1 mil animais abandonados sob tutela.

Instituto Pet Brasil estima que há mais de 170 mil cães e gatos abandonados sob tutela de ONGs e protetores em todo o país — Foto: Marcelo Brandt/G1
Instituto Pet Brasil estima que há mais de 170 mil cães e gatos abandonados sob tutela de ONGs e protetores em todo o país — Foto: Marcelo Brandt/G1

Os abrigos de médio porte, que conseguem abrigar de 101 a 500 animais e que são 48% das entidades mapeadas, se destacam por tutelar mais de 89 mil bichos. Por isso, eles são responsáveis por mais de 52% da população de pets disponíveis para adoção.

Apenas 19% das instituições conseguem abrigar mais de 500 animais, e 33% são de pequeno porte, abrigando entre 1 e 100 cães e gatos.

“É um número importante de animais abandonados. Por isso, temos que ter um olhar para esses animais”, diz Martina Campos. “Traz a reflexão da importância de ter esses espaços [das entidades de proteção animal].”

Na semana passada, inclusive, o Senado aprovou um projeto que proíbe que animais sejam juridicamente tratados como coisas. Caso a proposta, que voltará para análise da Câmara dos Deputados, seja aprovada e promulgada, eles serão considerados seres sencientes, que sentem dor e emoção e estão sujeitos a sofrimento.

Animais em situação vulnerável

País tem mais de 170 mil cães e gatos sob cuidado de ONGs e grupos de protetores — Foto: Rodrigo Cunha/G1
País tem mais de 170 mil cães e gatos sob cuidado de ONGs e grupos de protetores — Foto: Rodrigo Cunha/G1

O Pet Brasil fez uma estimativa do número de animais em condição de vulnerabilidade, ou seja, aqueles que vivem sob tutela de famílias classificadas abaixo da linha de pobreza ou que vivem nas ruas, mas recebem cuidados de pessoas. São 3,9 milhões, ou 5% da população total de pets no Brasil, que é de cerca de 140 milhões.

O número chama a atenção, já que, por conta das situações economicamente difíceis de seus tutores, estes animais podem acabar sendo abandonados.

É o caso de muitos animais resgatados pela Amigos de São Francisco. Sebastião Prado, o caseiro do sítio que serve de abrigo da ONG na região de Ibiúna, no interior de São Paulo, conta que há muitos casos de bichos que são largados na porta da propriedade ou da sua casa, possivelmente pelos próprios donos.

“Uma vez deixaram um poodle doente amarrado no portão de casa com um bilhete que dizia para a gente cuidar dele e, quando ele estivesse bom, a pessoa vinha buscar. Nem teve muito o que fazer, ele estava com cinomose em fase terminal”, diz Sebastião Prado, da ONG Amigos de São Francisco.

Em outros casos, os donos dos animais morrem ou se mudam, e os familiares, sem saber o que fazer com os animais, os abandonam ou acionam a ONG. “A gente recebe em média uns 20 pedidos de ajuda por semana”, diz Gabriela. “Tem animais que chegam para nós que já tiveram algum dono, que infelizmente foram abandonados pelos mais diversos motivos, e tem animais que estão na rua, vulneráveis.”

Martina Campos, diretora-executiva do Pet Brasil, acredita, porém, que os brasileiros estão cada vez mais maduros em relação ao cuidado e ao bem-estar dos animais. “O brasileiro é uma população que cuida de animais. Já percebemos o quanto essencial é o animal na vida da família brasileira”, diz.

“A população está cada vez mais atentando para essas informações [de bem-estar animal]. Se você quer ter um pet, seja cão, gato, peixe, você tem que saber o impacto daquilo na sua vida para cada vez mais conseguir diminuir esse número de abandono”, afirma Martina Campos, do Instituto Pet Brasil.

Apenas 4% dos animais abandonados sob cuidado de ONGs são gatos, aponta Instituto Pet Brasil — Foto: Marcelo Brandt/G1
Apenas 4% dos animais abandonados sob cuidado de ONGs são gatos, aponta Instituto Pet Brasil — Foto: Marcelo Brandt/G1

Para garantir que os pretendentes a donos dos animais tutelados pela ONG realmente saibam desses impactos, Gabriela conta que faz um processo rigoroso de adoção dos bichos que a entidade resgata.

“A gente primeiro faz o casamento do perfil de dono que o animal precisa para o perfil das pessoas que querem adotá-lo. Na entrevista com as pessoas, elas preenchem um questionário para a gente entender tudo, desde a disponibilidade da pessoa, se a família está sabendo, entre outros pontos”, diz.

Os mais procurados são os filhotes. Eles chegam, inclusive, a ter fila de espera. “Animais mais jovens ficam meses, não mais do que isso. Temos um tempo mínimo para ficar com a gente, pois precisamos vacinar, castrar, vermifugar, deixar esse animal em ordem e ter uma garantia de que ele está bem”, diz Gabriela.

A administradora afirma, porém, que os mais velhos têm começado a chamar a atenção.

“Quem adota um adulto tem bastante ressalva depois em adotar um filhote, pois é uma relação que parece que, quanto mais eles viveram nas ruas ou quanto mais eles sofreram, maior é a gratidão que eles têm pela pessoa”, diz Gabriela Masson.

Filhotes costumam ficar pouco tempo à espera de adoção; já adultos e animais de grande porte ou mais velhos demoram mais para achar um novo lar — Foto: Marcelo Brandt/G1
Filhotes costumam ficar pouco tempo à espera de adoção; já adultos e animais de grande porte ou mais velhos demoram mais para achar um novo lar — Foto: Marcelo Brandt/G1

Depois que esse “match” entre o animal e o dono acontece e a adoção é feita, a ONG ainda faz um acompanhamento posterior para saber se está tudo bem — tudo para garantir que a adoção seja a mais efetiva possível.

“A gente torce é que sejam muitos felizes, os donos e os animais. A gente não tirou os animais das situações mais tristes para que eles não fossem os mais felizes nas famílias”, diz Gabriela.

Mesmo assim, há casos de animais que são devolvidos. Foi o caso de Vênus, uma cadela de grande porte que passou apenas um dia na casa de uma família e acabou voltando para a ONG porque não conseguiu se adaptar com a outra cadela da casa. Por conta da dificuldade de achar um novo lar para ela e por Vênus já estar tão adaptada ao sítio, acabou virando uma “integrante permanente” da ONG.

 

 

 

 

 

Fonte: G1

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