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​Rio de Janeiro confirma primeira morte por sarampo

Manchas vermelhas pelo corpo são sintoma de sarampo — Foto: Febrasgo.org/Divulgação

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro confirmou na noite dessa quinta (14/02) a primeira morte por sarampo em 2020. O secretário Edmar Santos concede uma entrevista agora pela manhã para dar mais detalhes do caso.

O Ministério da Saúde lançou nessa semana a primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. No ano passado, o país registrou 18,2 mil casos da doença, em 526 municípios. Houve 14 óbitos em São Paulo e um em Pernambuco.

A doença

Causado por um vírus, o sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode levar à morte. A transmissão ocorre por via aérea, ou seja, quando a pessoa infectada tosse, fala ou respira próximo de outras pessoas.

Mesmo quando o paciente não morre, há possibilidade de a infecção ocasionar sequelas irreversíveis. Quando a doença ocorre na infância, o doente pode desenvolver pneumonia, encefalite aguda e otite média aguda, que pode gerar perda auditiva permanente.

Os sintomas do sarampo são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, coriza (nariz escorrendo ou entupido) e mal-estar intenso. Quando o quadro completa de três a cinco dias, podem aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas.


Número de suspeitos de coronavírus no Brasil cai para seis

Número de suspeitos de coronavírus no Brasil cai para seis

O Brasil tem, atualmente, seis pessoas suspeitas de ter o coronavírus Covid-19. Os dados foram atualizados pelo Ministério da Saúde na tarde de hoje (13). De ontem, quando havia 11 casos suspeitos, para hoje, seis casos foram descartados – três em São Paulo, dois no Rio de Janeiro e um em Minas Gerais – e um foi incluído, no Rio Grande do Sul.

Apesar da queda no número de casos suspeitos, o ministério evita considerar que o Brasil está livre de sofrer um surto. Para o secretário-executivo da pasta, João Gabbardo, a escala de contaminação pode ser lenta e ainda chegar ao país. Além disso, não se descarta a hipótese do constante aumento de casos na China e em outros países ainda trazer consequências para o Brasil.

“O fato de ter passado 14 dias e achar que as pessoas que deveriam ter vindo da China já ficaram mais de 14 dias não significa que, futuramente, não venham pessoas, tanto da China como de outros países, e que possam ser portadores do vírus”, disse Gabbardo. “Porque à medida que o vírus crescer em outros locais, como Alemanha ou Estados Unidos por exemplo, essas pessoas virão para o Brasil e também poderão trazer a doença”.

Em relação aos brasileiros que vieram de Wuhan, cidade considerada o epicentro do vírus, e estão separados cumprindo quarentena em Anápolis, o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson Oliveira, disse apenas que “estão todos ótimos, super bem, a gente tem mantido contato”.

Número de suspeitos de coronavírus no Brasil cai para seis

Gabbardo também esclareceu que o ministério já prevê a aplicação de um protocolo da Organização Mundial de Saúde no qual será dispensada uma investigação detalhada para confirmar coronavírus caso o país chegue a 100 casos confirmados da doença. Apenas os sintomas e determinadas características que aparecerem no raio-x serão suficientes para caracterizar a contaminação. Esse procedimento está sendo adotado em Hubei, província na qual está localizada Wuhan.

Apesar do Brasil ainda não ter nenhum caso confirmado, Oliveira afirmou que o governo trabalha com “todos os cenários”, justificando tal planejamento mesmo para uma hipótese ainda distante da realidade do país.

“Nós estamos trabalhando para todos os cenários possíveis. Inclusive nos piores cenários, ou seja, a gente ter uma circulação mais intensa do vírus, baseado no que a China vem vivendo, ou até mesmo não termos casos. A nossa obrigação é deixar os serviços preparados para atuarem em condições de tranquilidade”.

Ainda não existe nenhum caso de coronavírus confirmado na América do Sul. Até hoje, quando houve o anúncio de uma nova metodologia adotada pela China, 60.364 casos foram contabilizados no mundo. Somente na China são 59.826 casos. O número de mortes chegou a 1.370 e 6.292 pessoas foram curadas. Nesta quinta-feira houve a maior confirmação de casos desde o início do surto.


Vigilância Sanitária orienta sobre o uso de espumas, confetes e serpentinas no Carnaval

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Paulo Bezerra salienta que é necessário observar data de validade – Foto: Olival Santos

Geralmente, na época do Carnaval, é comum a população usar espumas, confetes e serpentinas. Entretanto, quando esses produtos não utilizados adequadamente, podem trazer sérios prejuízos à saúde, segundo alerta a Vigilância Sanitária Estadual.

Por isso, segundo o gerente do órgão, Paulo Bezerra, é necessário adotar alguns cuidados no momento de manuseá-los, visando evitar consequências graves. Isso porque, a espuma de neve, por exemplo, que é bastante popular entre as crianças, pode provocar reações alérgicas e irritação nos olhos.

“É preciso saber usar a espuma, ler as orientações descritas na embalagem e sempre comprar produtos com selo do Inmetro [Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia], que atesta a sua qualidade. Também é importante mantê-la longe de churrasqueiras e locais que aumentem sua temperatura, pois o gás que a compõe pode explodir, caso seja superaquecido”, pontuou Paulo Bezerra.

Confetes e Serpentinas – Outra tradição, aparentemente inofensiva do Carnaval, são os confetes e as serpentinas metalizados. “Essas mercadorias, em sua forma metalizada, podem gerar curtos circuitos ao entrar em contato com fios desencapados. No caso da serpentina, que fica presa à mão, pode provocar um choque fatal em contato com o fio. Para evitar que isso ocorra, a recomendação é usar os adereços de papel”, esclareceu Paulo Bezerra, ao salientar que os pais devem ficar atentos às crianças.

Já para os adultos, todo cuidado é necessário com as bebidas de rua, vendidas por meio de doses. Bezerra lembrou que as fábricas clandestinas costumam misturar iodo para que fiquem com a cor de uísque. No entanto, a substância é altamente danosa para os rins, causando danos irreversíveis.

“Até para o médico fica complicado realizar o tratamento, uma vez que, como a bebida não tem origem, ele não vai saber quais substâncias foram ingeridas pelo paciente”, ressaltou Paulo Bezerra. Ele disse, ainda, que para brincar o Carnaval, não precisa de estimulante, ou melhor, anestesiante, lembrando que o uso de substâncias inalantes, a exemplo do lança perfume e do loló, são proibidos por lei.

O gerente da Vigilância Sanitária Estadual esclareceu que o lança perfume é um produto industrializado, que entra no país de modo ilegal. “O lança perfume provoca excitação, alucinação, formigamento de extremidades do corpo, como mãos e pés, ruído alto e pode ser fatal se ingerido com bebidas alcoólicas”, alertou.

Já o loló, ainda de acordo Paulo Bezerra, é feito de forma caseira, a partir de produtos como formol, acetona e álcool, misturados com essências de frutas. Segundo ele, os dois possuem efeitos similares e representam um grave risco à saúde, além de terem seu consumo e comércio proibidos no Brasil.


Serviço Social da UPA de Palmeira participa de capacitação no HE de Arapiraca

Serviço Social da UPA de Palmeira participa de capacitação no HE de Arapiraca – Foto: Assessoria

O setor de Serviço Social da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Palmeira dos Índios participou na úlima sexta-feira (7), de uma capacitação no Hospital de Emergência, em Arapiraca. Também foi realizada uma visita técnica com a equipe.

A assistente social do HE Fabrisia Pimentel mostrou a importância do acolhimento ao paciente e como é o trabalho em equipe e fluxo daquela Unidade de Saúde.

O coordenador de Enfermagem da UPA José Fernando da Silva Junior ressaltou a importância do momento para a equipe do Serviço Social.

“É fundamental capacitar nossos colaboradores e manter parcerias com outras unidades, pois reflete em um atendimento acolhedor e humanizado”, disse Fernando.

Atualmente, a UPA Palmeira dos Índios conta com 7 assistentes sociais, que trabalham em escala de 24h, para melhor atender a população palmeirense e cidades circunvizinhas.


China tem mais de mil mortes por coronavírus e casos confirmados chegam a 42,6 mil

China tem mais de mil mortes por coronavírus 

A Província de Hubei, na China, confirmou mais 103 mortes por causa do novo coronavírus nesta segunda-feira (10). Na província fica a cidade de Wuhan, epicentro da epidemia, e somente nesta localidade o balanço aponta 67 mortes. Com a atualização dos dados, o total de mortes chega na China chega a 1.016.

A província confirmou ainda outros 2.097 casos de pessoas infectadas pelo vírus. O total de casos confirmados no país sobe para 42.638.

Destaques do surto nesta segunda

  • Número de mortes na China passa de mil

  • Casos confirmados chegam a 42,6 mil

  • No Brasil, nenhum caso foi confirmado e há sete suspeitos

  • Governo brasileiro destina R$ 11,2 milhões para combate ao coronavírus

  • Boletim diz que repatriados estão sem sintomas

  • No Japão, cruzeiro tem 135 pessoas infectadas; brasileiro relata clima tenso

Riscos no Brasil

O Ministério da Saúde informou nesta segunda que sete casos suspeitos de novo coronavírus são investigados no Brasil. Desde o começo dos alertas, o Brasil já descartou 32 casos suspeitos. Nenhum foi confirmado.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reafirmou nesta segunda que o mais provável é que a circulação do vírus ocorra no Brasil. Ele avalia que a China atualmente mantém uma forte contenção da circulação das pessoas nas áreas mais afetadas pela epidemia, mas que talvez essa não seja uma estratégia “viável” a longo prazo.

“Falam em 85% de contenção da circulação de pessoas. Mas isso não é viável por muito tempo. Até quando isso vai se sustentar, está muito cedo para dizer. É possível que vá chegar no Brasil. E é provável.” – Mandetta, ministro da Saúde

Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo começa nesta segunda (10)

Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo começa na segunda (10)

O Ministério da Saúde inicia na segunda-feira (10), a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. Apesar dos esforços para erradicar a doença, se é necessário uma campanha para imunizar o maior número possível de pessoas. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Palmeira dos Índios informa que os postos já estão abastecidos com a vacina e que durante todo o período haverá o reabastecimento do medicamento.

A campanha será feita em duas etapas. A primeira acontecerá de 10 de fevereiro a 13 de março, e abrangerá todo o público de 5 a 19 anos de idade. O Dia D será em 13 de fevereiro. Já a segunda etapa acontecerá em agosto, para o público de 30 a 59 anos de idade. No dia D, todas as Unidades de Saúde estarão abertas, o dia todo, para receber as pessoas do público-alvo que ainda não tomaram a vacina.

A meta preconizada pelo Ministério da Saúde para o município de Palmeira dos Índios é vacinar, nesta primeira etapa, 12.140 pessoas.

Não devem se vacinar:

  • Pessoas com histórico de anafilaxia a doses anteriores da vacina contra o sarampo;

  • Pessoas com imunodeficiência congênita ou adquirida;

  • Infecção pelo HIV em indivíduos com vigência de imunossupressão grave.


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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