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PC prende suspeito de homicídio foragido de Alagoas há 17 anos

PC prende suspeito de homicídio foragido de Alagoas há 17 anos

Policiais civis da Delegacia Regional de Delmiro Gouveia (1ª DRP) e da Gerência de Polícia Judiciária da Região (GPJ-4) realizaram investigação que levou à prisão de um homem foragido há 17 anos da Polícia Civil e do Poder Judiciário do Estado de Alagoas.

O suspeito pelo homicídio que matou Pedro Lourenço da Silva, conhecido como “Pedro Curador”, a golpes de faca, no dia 13 de março de 2003, em Delmiro, estava residindo no município de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

Atualmente com 72 anos e após passar 17 anos foragido, o suspeito foi identificado e localizado através de um trabalho de inteligência da Polícia Civil de Alagoas desenvolvido na Delegacia Regional de Delmiro Gouveia e coordenado pelos delegados Daniel Mayer, titular da 1ª DRP, Carlos Reis, gerente da Gerência de Polícia Judiciária da Área 4 (DPPJ-4), e pelo Chefe de Inteligência da 1ª DRP, agente Cyro Jorge.

A prisão aconteceu após troca de informações entre a Inteligência do Alto Sertão, da Polícia Civil de Alagoas, e Delegacia Especializada Antissequestro da Polícia Civil de Minas Gerais.

O acusado foi localizado e preso no município de Belo Horizonte (MG) e está à disposição da Justiça alagoana.

O delegado regional de Delmiro Gouveia enalteceu o apoio do delegado-geral Paulo Cerqueira, e do gerente do DPJ-4, Carlos Reis, pois ambos têm proporcionado e incentivado o desenvolvimento de ações de combate à criminalidade no Alto Sertão de Alagoas.


PF faz operação que mira suspeitos de divulgar dados de Bolsonaro

PF faz operação que mira suspeitos de divulgar dados de Bolsonaro

A Polícia Federal realiza nesta sexta-feira (26) a operação Capture the flag (Capture a bandeira, em tradução livre), contra um grupo suspeito de divulgar supostos dados pessoais do presidente Jair Bolsonaro, dos filhos Carlos, Eduardo e Flávio, além de integrantes do governo e aliados.

A operação, deflagrada nos estados do Rio Grande do Sul e Ceará, tem a participação de 20 agentes da PF e cumpre três mandados de busca e apreensão. Entre os suspeitos, estariam dois menores de idade.

Além da suspeita de divulgar dados ligados ao presidente – que teriam sido retirados de computadores do Exército –, o grupo conhecido como Digital Space era especializado na invasão de computadores de órgãos públicos para expor dados de funcionários públicos e autoridades.

De acordo com o inquérito, integrantes do grupo hacker obtiveram e expuseram ilegalmente dados pessoais de mais de 200 mil servidores e autoridades públicas. O objetivo da organização seria “intimidar e constranger tanto as instituições quanto as vítimas que tiveram seus dados e intimidade expostos”, diz a PF.

Os ataques do grupo teriam resultado na invasão de universidades federais, prefeituras e câmaras de vereadores em Rio de Janeiro, Paraná, Goiás e Rio Grande do Sul. Também foram afetados um governo estadual e outros órgãos públicos não especificados pela PF.

“Há indícios, ainda, da prática de outros crimes cibernéticos por parte da organização criminosa, como compras fraudulentas pela internet e fraudes bancárias”, diz a nota divulgada pela PF sobre a operação.

Foto: José Lucena

O caso envolvendo Bolsonaro

Em 1º de junho, perfis no Twitter que dizem pertencer ao grupo hacker Anonymous Brasil divulgaram supostos dados pessoais do presidente e de membros da sua família.

Também tiveram informações vazadas o deputado estadual Douglas Garcia, aliado do presidente, os ministros Abraham Weintraub e Damares Alves, e o dono da Havan e também aliado de Bolsonaro, Luciano Hang.

Entre os dados divulgados estão informações como e-mails, telefones, endereços, perfil de crédito, renda, nomes de familiares e bens declarados.

Uma das contas que vazou as informações foi suspensa minutos depois, e o site onde estavam armazenadas saiu do ar.

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), um dos afetados, escreveu em sua conta no Twitter que o ataque era uma “clara tentativa de intimidação” e que “medidas legais estavam em andamento”.


Polícia Civil prende no Ceará suspeitos de matar técnico de enfermagem em Alagoas

Técnico de enfermagem foi morto a tiros no Centro de Maceió no mês de maio — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Uma operação conjunta entre as Polícias Civis de Alagoas e do Ceará prendeu nas cidades de Fortaleza e Tauá dois suspeitos envolvidos no assassinato do técnico de enfermagem Rhuan Miguel dos Santos Vieira, 24, em maio. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (25).

A prisão aconteceu na quarta (24). Após investigações, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) descobriu que dois dos suspeitos estariam nas cidades cearenses.

A Polícia Civil do Ceará foi acionada, e após buscas, encontrou os suspeitos, um homem de 27 anos e uma mulher de 24 anos, que foram presos tentando tirar passaportes. Segundo a polícia, eles estavam planejando uma fuga para a Espanha, onde mora a mãe da mulher presa.

Na semana passada, a polícia prendeu em Maceió um outro suspeito, de 24 anos, que teria atirado na vítima.

Os presos serão ouvidos quando forem enviados de volta a Maceió nos próximos dias. Por isso, ainda não se sabe a motivação do crime. Mas, com a prisão dos envolvidos, a polícia considera o crime esclarecido.

O crime aconteceu na noite de 22 de maio. O técnico de enfermagem estava chegando na Santa Casa de Misericórdia, no Centro de Maceió, onde trabalhava, quando foi abordado pelos suspeitos em uma moto, que efetuaram os disparos. Ele morreu no local. Os suspeitos fugiram em seguida.


Justiça do RJ aceita recurso de Flávio Bolsonaro, e caso das ‘rachadinhas’ vai para 2ª instância

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) — Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) conseguiu, nesta quinta-feira (25), habeas corpus no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Por 2 votos a 1, o órgão especial do TJ considerou o juiz de primeira instância incompetente para julgar o caso do Flávio. Por dois votos a um, o caso irá para o colegiado. O processo sairá da primeira instância e irá para o órgão especial do TJ.

Com a decisão, Flávio Bolsonaro, se for denunciado pelo Ministério Publico, terá seu caso avaliado por 25 magistrados.

Também por 2 votos a 1, a Câmara decidiu validar as investigações feitas até agora.

A defesa do senador justificou, no pedido de habeas corpus, que ele tem direito a foro privilegiado porque na época da denúncia, em 2018, era deputado estadual.

Havia a expectativa de que, se o dosse aceito, as medidas do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do Rio, como a apreensão de documentos que sustentaram os pedidos de prisões preventivas de Fabrício Queiroz e da mulher dele, Márcia de Oliveira, poderiam ser anuladas. No entanto, a decisão de hoje mantém as decisões anteriores.

Fabrício Queiroz foi assessor e motorista de Flávio Bolsonaro. Na semana, ele foi preso por decisão do juiz Flávio Itabaiana.

Defesa promete recorrer para anular provas

A defesa do filho do presidente divulgou nota na qual afirma que pretende recorrer para que as provas e decisões do juiz sejam anuladas. “Como o Tribunal de Justiça reconheceu a incompetência absoluta do juízo de primeira instância, a defesa agora buscará a nulidade de todas as decisões e provas relativas ao caso desde as primeiras investigações”, afirmou a advogada Luciana Pires, que coordena a defesa de Flávio Bolsonaro.

“A defesa sempre esteve muito confiante neste resultado por ter convicção de que o processo nunca deveria ter se uniciado em primeira instância e muito menos chegado até onde foi”, acrescenta a advogada.”Flávio Bolsonaro era deputado estadual na época e o juízo competente para julgar o caso seria o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio, como acaba de ser reconhecido.”


Em operação, polícia prende três homens por crimes de homicídio, estupro de vulnerável e tráfico

Em operação, polícia prende três homens por crimes de homicídio, estupro de vulnerável e tráfico

Durante uma operação realizada na quarta-feira (24), pela polícia três homens envolvidos em crimes hediondos praticados no Sertão alagoano, foram presos.

De acordo com a polícia, as prisões ocorreram em cumprimento a mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário em razão dos crimes de homicídio qualificado, estupro de vulnerável (criança) e tráfico de drogas.

Na primeira prisão, o acusado estava foragido há 8 anos e encontrava-se escondido no município de Águas Belas (PE). Ele é acusado de praticar homicídio qualificado contra Arlindo Feitoza de Souza, em 06 de agosto de 2012, em Delmiro Gouveia.

Ele foi preso após uma diligência ao Estado de Pernambuco que localizou e identificou o suspeito durante campana. Durante a prisão, o foragido ficou surpreso, pois em razão do longo tempo do crime achava que não seria procurado, mas não reagiu ao procedimento.

Durante interrogatório, o suspeito confessou a autoria do crime e encontra-se custodiado e à disposição do Poder Judiciário.

A segunda prisão, ocorreu em razão do mandado expedido também pelo Poder Judiciário de Delmiro Gouveia por ter supostamente praticado o crime de estupro contra uma criança no dia 16 de junho de 2020.

A terceira prisão, foi realizada em decorrência do cumprimento de mandado de prisão, este expedido pelo Poder Judiciário do Município de Petrolândia (PE), em razão da suposta prática do crime de tráfico de drogas.

A ação policial foi coordenada pelos delegados Carlos Reis, gerente da GPJ4 e Daniel Mayer, titular da 1ª DRP.

“Toda a operação foi estudada e realizada pela Polícia Civil de Alagoas e mais operações são esperadas para os próximos dias no Alto Sertão. Gostaria de destacar o apoio dado pelo delegado- geral Paulo Cerqueira, que renovou o arsenal de armas do alto Sertão de Alagoas e isso deu todo o suporte técnico para que os serviços de inteligência fossem empregados”, enfatizou o delegado Daniel Mayer, Regional de Delmiro Gouveia.


Silas Rondeau, Ex-ministro do governo Lula, é alvo de operação contra fraudes na Eletronuclear

Polícia Federal cumpre mandados de busca em endereço em Ipanema
Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão – Foto: Leandro Resende / CNN

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (25) a Operação Fiat Lux – um braço da Lava Jato – e cumpre 17 mandados de busca e apreensão e 12 de prisão temporária nos estados do Rio de Janeiro (capital, Niterói e Petrópolis), São Paulo e no Distrito Federal.

Dois dos alvos dos mandados de prisão são o ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau, que atuou no governo do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, e o ex-deputado federal (atual suplente) Aníbal Gomes (DEM-CE).

Na capital fluminense, os mandados, expedidos pelo juiz Marcelo Bretas da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, são cumpridos em endereços nobres no Leblon, Ipanema, Recreio dos Bandeirantes e centro da cidade.

Rondeau foi indicado para a pasta de Minas e Energia pelo MDB. Ele esteve envolvido em uma série de gravações obtidas pela Polícia Federal e em uma delação premiada feita pelo ex-ministro Antonio Palocci. Rondeau deixou o cargo após o surgimento da primeira denúncia de corrupção contra ele, em 2008.

Lula e o ex-ministro Silas Rondeau

Segundo informações da PF, o esquema investigado é mais uma etapa que busca atingir os responsáveis por contratos fraudulentos e pagamento de propina na Eletronuclear (subsidiária da Eletrobras voltada à construção de usinas termonucleares no Brasil) que não foram abrangidos pelas operações Radioatividade, Irmandade, Prypiat e Descontaminação. Todas essas foram deflagradas para o cumprimento de mandados contra os nomes envolvidos na organização criminosa que sitiou a companhia.

Outro alvo da operação desta quinta é o empresário José Eduardo Telles Villas, acusado de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e organização criminosa. No endereço dele, na zona oeste do RJ, os agentes cumprem um mandado de busca e apreensão e um de prisão temporária. Os policiais chegaram ao local por volta das 6h20 em dois veículos.

A investigação da Operação Fiat Lux se baseou na colaboração premiada de dois lobistas ligados ao PMDB, que foram presos em 2017, por ordem da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR.

Em 2015, a Operação Radioatividade teve como alvo principal Othon Luiz Pinheiro da Silva, diretor-presidente licenciado da Eletronuclear. Após a prisão dele, o prosseguimento das investigações revelou desvios nas obras da usina Angra 3, com pagamentos indevidos solicitados pelo ex-ministro Moreira Franco. Segundo as acusações, o esquema contava com a anuência do então presidente Michel Temer (MDB), que chegou a ser preso preventivamente duas vezes em 2019.

Othon foi condenado a 43 anos de prisão por Marcelo Bretas, mas hoje está em liberdade pois conseguiu um habeas corpus.


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