82 99641-3231

Caso Neymar: Justiça nega pedido de Najila para desarquivar investigação

A Justiça negou o pedido de Najila Trindade para desarquivamento do inquérito policial e retomada das investigações da acusação de estupro que ela fez contra Neymar. O advogado da modelo, Cosme Araújo, queria reabertura do caso e uma série de medidas para retomada da apuração. O Ministério Público se manifestou contra, avaliação que prevaleceu na decisão da juíza Ana Paula Gomes Galvão Vieira de Moraes.

“Indefiro o pedido para desentranhamento da manifestação da defesa nos autos, uma vez que não vislumbro nenhum tipo de irregularidade ou impedimento”, escreveu a magistrada em trecho da decisão.

Em outra parte, ela ressaltou que a solicitação não atendia aos critérios legais para desarquivar uma investigação.

“Anote-se, novamente, que o desarquivamento só se faz possível com base em novas provas”, justificou.

Na avaliação da juíza, o representante de Najila tentava rediscutir provas já analisadas e confirmou que o arquivamento determinado no dia 12 deste mês era fundamentado. A juíza da vara regional Sul 2 de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher também recusou outros pedidos formulados pelo advogado da modelo.

Cosme Araújo queria a retomada das investigações e a avaliação das imagens do hotel em que Najila se hospedou em Paris e onde ela alegou que teria ocorrido o crime. O advogado dela também reclamou que a defesa de Neymar anexou um documento no inquérito. Por último, não concordou com a delegada ter aproveitado um depoimento que o ex-marido de Najila deu na investigação que apura suposto furto e tentativa de extorsão e que corre em outra delegacia.

A juíza explicou que considerava as solicitações “desnecessárias”. A magistrada foi inclusive mais dura que o Ministério Público, que concordou com a retirada do inquérito policial do documento apresentado pela defesa de Neymar.

“A análise da valoração do depoimento da vítima foi feita, devidamente, pelo titular da ação penal, sendo o entendimento acolhido por este Juízo quando da decisão de homologação do arquivamento. Entendo desnecessária as demais diligências requeridas pela vítima”, explica a juíza em um trecho da decisão.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: UOL

Filhos investigam, descobrem que pai matou a mãe há 37 anos e denunciam o crime

Irmãos investigam, descobrem que pai matou a mulher em SC há 37 anos e denunciam crime em Mato Grosso — Foto: João Ricardo da Cruz/Cenário MT

Seis irmãos procuraram a delegacia da Polícia Civil em Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, nessa terça-feira (20) e denunciaram que o pai matou a mãe deles no interior de Quilombo, Santa Catarina, há 37 anos. A vítima foi morta por pedir divórcio após descobrir que o marido tinha um caso com a empregada da família.

De acordo com a família, Pierina Carroro foi morta no dia 25 de janeiro de 1982. O marido tem 78 anos e mora com a mulher do segundo casamento em Lucas do Rio Verde. Durante todos esses anos ele dizia aos filhos que a mulher tinha sido assassinada em um assalto.

Depois que os filhos descobriram o crime, o pai confessou e detalhou o assassinato à família. Segundo a Polícia Civil, o idoso deve permanecer em liberdade já que o crime prescreveu.

Os filhos nunca aceitaram a versão do pai e começaram uma investigação nos últimos meses. Eles entrevistaram autoridades policiais que investigaram o caso na época, enfermeiras e outras testemunhas.

Os seis filhos juntaram documentos, declarações e informações e entregaram ao delegado Daniel Nery. Eles prestaram depoimento por três horas e registraram um boletim de ocorrência.“A gente nunca acreditou na história que ele contou”, disse a família.

Pierina teve sete filhos. Na época do assassinato eles tinham entre 7 a 19 anos. Um deles já é falecido. O segundo casamento é com a empregada, à época do crime.

Dúvidas

De acordo com a família, Pierina Carroro foi morta no dia 25 de janeiro de 1982 no interior de Santa Catarina — Foto: João Ricardo da Cruz/Cenário MT
De acordo com a família, Pierina Carroro foi morta no dia 25 de janeiro de 1982 no interior de Santa Catarina — Foto: João Ricardo da Cruz/Cenário MT

Os filhos alegam que sempre tiveram dúvidas e ouviram relatos de moradores em Santa Catarina. As pessoas diziam a eles que o pai havia matado a mulher e forjado um assalto.

“Depois de três meses de investigação descobrimos que ele teve um caso extraconjugal, há mais de dois anos com a empregada. A mãe descobriu e quis se separar. Ele a chantageou e ela contou [sobre a traição] aos irmãos e amigas”, comentou a família.

O marido, então, planejou uma viagem sozinho com a mulher até a cidade de São Carlos (SC). O casal saiu de madrugada de casa e ele levou um revólver.

No trajeto até a suposta viagem o marido simulou que o pneu do carro havia furado. Ele parou o carro, pegou uma pedra a acertou a cabeça da mulher. Ele ainda arrastou o corpo da vítima até uma sarjeta, atirou no peito dela e a abandonou no local.

O marido, para sustentar a versão, jogou uma pedra no para-brisa e desde então sempre contava que a mulher havia sido assassinada em um assalto nessa viagem.

No sábado (18) os seis irmãos se reuniram em Lucas do Rio Verde e indagaram o pai sobre o crime. Na frente dos filhos, ele confessou e detalhou o crime.

“Ele confessou três vezes sem derramar uma lágrima. Ficamos aliviados, só queríamos a verdade e esclarecer o que aconteceu. Não tem justiça [que pague]”, finalizou a família.
O idoso justificou aos filhos que, naquela época, a descoberta da traição e, consequentemente a separação, não seriam aceitas na sociedade.

“Ele disse que ficaria ‘feio’. Ele só se preocupava com a imagem dele”, acrescentou a família.
O delegado informou ao G1 que, conforme legislação, trata-se de crime de homicídio, porém prescrito, uma vez que não houve ocultação de cadáver.

De qualquer forma, o boletim de ocorrência registrado em Lucas do Rio Verde será encaminhado para a Polícia Civil de Santa Catarina que vai decidir se vai abrir uma investigação sobre o caso.

 

 

 

 

 

Fonte: G1

Justiça condena Fernando Haddad a 4 anos e 6 meses de prisão em semiaberto por caixa dois

Resultado de imagem para haddad e lula
Justiça condena Fernando Haddad a 4 anos e 6 meses de prisão em semiaberto por caixa dois

A Justiça Eleitoral condenou Fernando Haddad por suposto caixa dois da UTC Engenharia na campanha eleitoral de 2012, quando foi eleito para a prefeitura de SP, informa o Estadão.

A pena é de quatro anos e seis meses em regime semiaberto. Cabe recurso.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Antagonista

Homem é condenado por estuprar e matar criança de 6 anos em Inhapi, Alagoas

Homem foi condenado por morte e estupro de criança; julgamento aconteceu no Fórum de Mata Grande — Foto: Tribunal de Justiça/Ascom

Um homem foi condenado a 34 anos e 9 meses de prisão por ter estuprado e matado um menino de apenas seis anos em Inhapi, município do sertão do estado. A informação foi divulgada na noite desta segunda-feira (19) pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL).

Para a Justiça, o defensor público Wagner de Almeida Pinto, disse que vai recorrer da decisão.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, o crime aconteceu em 2015. O réu negas as acusações.

Segundo o MP, a criança estava sob os cuidados de uma tia que estava bebendo na praça central do município e pediu para que dois menores levassem ele para a casa de um dos adolescentes.

A vítima teria acompanhado os outros e, quando encontraram com o réu seguiram para uma barragem, localizada na Cohab da cidade, onde a criança foi violentada por eles.

Em seguida, os suspeitos jogaram a criança ainda com vida em uma barragem. O menino faleceu em decorrência de afogamento, mas o acusado também foi condenado pela morte dela.

A condenação foi feita pelo Conselho de Sentença da Comarca de Mata Grande. A pena foi aplicada pelo magistrado Vinícius Garcia e deverá ser cumprida em regime inicialmente fechado.

O TJ não informou o que aconteceu com os dois menores também suspeitos no crime.

 

 

 

Fonte: G1

Defensoria Pública cobra melhorias no atendimento a pacientes com câncer em Alagoas

Defensoria Pública de Alagoas sobra de entes públicos e privados melhorias no atendimento para pacientes com câncer no estado — Foto: Reprodução/TV Gazeta

A Defensoria Pública do Estado (DPE-AL) e a Defensoria Pública da União (DPU) fizeram uma recomendação nesta segunda-feira (19) para cobrar do Estado, municípios e hospitais referenciados na área de oncologia o cumprimento de melhorias no atendimento a pacientes com câncer em Alagoas.

Segundo a DPE, em junho deste ano tiveram audiências públicas ocorridas entre as partes para a execução das melhorias, mas elas não foram cumpridas. Por conta disso, estão sendo acionadas mais uma vez nesta segunda.

Saiba o que a Defensoria Pública está cobrando de cada órgão:

Estado de Alagoas:

  • apresentação em até 10 dias do Plano de Ação para execução, ainda no exercício financeiro de 2019, dos recursos do orçamento do Estado no valor de R$ 100 milhões para fortalecimento da linha de cuidados a pacientes oncológicos no estado;

  • imediata apresentação de plano detalhado de abertura de novos leitos oncológicos, bem como o plano de ampliação de oferta de diagnóstico de câncer de mama, colo uterino e tireóide da mulher;

  • realização de auditoria em 10 dias do quantitativo real de leitos ativos e inativos destinados à oncologia no território alagoano.

Prefeitura de Maceió e Arapiraca:

  • realização de auditoria em 10 dias do quantitativo real de leitos ativos e inativos destinados à oncologia no território alagoano.

Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes

  • apresentação imediata do plano para aumento de sua capacidade de oferta de novos leitos oncológicos.

Hospital Veredas

  • imediata apresentação de sua proposta de ampliação em sua rede de oncologia pediátrica no estado.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) esclarece que, conforme acordado com a DPE, o Plano de Ação será apresentado em até 10 dias, com as informações referentes à linha de cuidado e o quantitativo de leitos.

Problema recorrente

Segundo a Defensoria Pública, há quase uma década o órgão atua contra a dificuldade de internação através da rede pública de saúde enfrentada por pacientes diagnosticados com câncer em Alagoas.

Em 2013, o órgão conseguiu na Justiça a determinação que obriga o Município de Maceió e Estado a transferir pacientes com câncer para unidades especializadas. Porém, desde o início de 2019 tiveram dezenas de descumprimentos da decisão, sendo necessário acionar a Justiça para garantir o tratamento aos pacientes.

Fonte: G1


Burro que era esfaqueado pelo dono é resgatado em Maceió

Burro era esfaqueado pelo dono para puxar carroça; animal foi resgatado por comissão da OAB Alagoas — Foto: Divulgação/OAB-AL

Um burro que era esfaqueado pelo dono para trabalhar foi resgatado nesta sexta-feira (16), em Maceió, pela Comissão de Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Alagoas (OAB-AL). No mesmo local, um cachorro foi encontrado preso em uma caixa. O dono dos animais não foi localizado.

A OAB não informou em que bairro da cidade a ocorrência foi registrada. De acordo com o órgão, o burro, além de esfaqueado, também recebia açoites e era perfurado para puxar uma carroça.

Já o cachorro encontrado é um filhote, e estava preso em uma caixa sem espaço o suficiente, em meio a fezes e urina, sem água e comida.

A presidente da comissão, a advogada Rosana Jambo, explica que o resgate dos animais contou com o apoio do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). O burro foi levado para receber cuidados veterinários junto a uma associação parceira.

O agressor dos animais não foi encontrado. Uma notificação foi deixada no local, e uma audiência foi marcada sobre o caso. O responsável deve ser processado criminalmente por maus tratos.

 

 

 

 

 

Fonte: G1

Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

Redes sociais


Facebook

Whatsapp: 82 99641-3231

Fale conosco


82 99641-3231

© 2019 RÁDIO SAMPAIO - Todos os direitos reservados | Desenvolvido por Interactive MOnkey