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Lula achava que Dilma ia mesmo culpá-lo pela roubalheira do ‘petrolão’

Lula achava que Dilma ia mesmo culpá-lo pela roubalheira do ‘petrolão’

Ex-ministro, Antonio Palocci fez uma revelação curiosa, em depoimento de delação premiada. Ele contou que, no início do ano de 2016, o ex-presidente Lula temia que Dilma o responsabilizasse integralmente pela roubalheira na Petrobras, no “escândalo do petrolão”. Por isso, logo em seguida, foi realizada uma reunião em que Lula, Dilma e Palocci combinaram formas de “interferir” para dificultar a Lava Jato. A principal jogada acertada foi a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Segundo Palocci, o plano de nomear Lula ministro da Casa Civil de Dilma começou a ser discutido com a cúpula do PT no início de 2016.

Palocci confessa que a intenção da nomeação era garantir foro privilegiado para Lula, que temia ser preso por Sérgio Moro.

Segundo o ex-ministro de Lula e Dilma, a nomeação de Lula à Casa Civil foi assunto de “algumas reuniões” do comando do partido.

Palocci revelou também que Lula definiu a nomeação de Marcelo Navarro ao Superior Tribunal de Justiça para soltar Marcelo Odebrecht.

 

 

 

 

*    Com Diário do Poder


“Indignado, mas com consciência tranquila”, diz Collor

Alvo da Operação Arremate, deflagrada nesta sexta-feira (11), pela Polícia Federal (PF), o senador Fernando Collor de Mello (Pros-AL) afirmou estar indignado com o que classificou como uma tentativa de envolver seu nome na investigação.

“Estou indignado com a tentativa de envolver meu nome num assunto em que não tenho nenhum conhecimento ou participação. Trago a consciência tranquila e a certeza de que, mais uma vez, ficará comprovada a minha inocência”, escreveu o ex-presidente da República (1990-1992) nas redes sociais.

Collor é um dos principais alvos da operação autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a PF, os investigados são suspeitos de adquirir imóveis em leilões de bens públicos realizados nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2016. Ainda de acordo com a PF, os envolvidos recorriam a “laranjas”, pessoas que arrematavam os imóveis com o suposto propósito de ocultar os reais compradores.

A PF apura se a aquisição dos imóveis servia para ocultar e dissimular a utilização de recursos de origem ilícita e ocultar o patrimônio dos principais beneficiários do esquema. Investigadores estimam que, desta forma, os envolvidos movimentaram cerca de R$ 6 milhões (valores ainda não corrigidos).

Setenta policiais federais cumprem 16 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais de Maceió (AL) e Curitiba (PR) ligados aos suspeitos. Se confirmadas as suspeitas, os envolvidos poderão responder pelos crimes de lavagem de ativos, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, falsificações e por participação em organização criminosa.

 

Senador Fernando Collor

 

 

 

 

*    Com Terra


Policial federal preso acusado na morte de filha é solto após habeas corpus do STJ

Policial federal suspeito de matar filha no Acre é preso em Maceió, AL

O policial federal Dheymerssonn Cavalcante dos Santos preso ontem acusado na morte da filha de 2 meses foi liberado da sede da Polícia Federal após Superior Tribunal de Justiça (STJ) conceder um habeas corpus ao seu favor.

Dheymerssonn Cavalcante foi localizado em um hospital na capital quando foi abordado pelos agentes e preso. Familiares contestam a forma como o policial foi retirado da unidade de saúde e cobram explicações da superintendência da PF em Alagoas.

A PF informou que não irá se posicionar sobre o caso uma vez que, a prisão de Dheymerssonn de seu por uma conduta própria e não institucional ou funcional, explicou a assessoria.

A defesa do policial já havia recorrido ao STJ pedindo o habeas corpus preventivo e decisão saiu nesta quinta-feira (10).

O caso

Dheymerssonn Cavalcante dos Santos

No dia 08 de março, o policial federal Dheymerssonn Santos, teria dado uma quantidade extrema de leite artificial à sua filha Maria Cecília, de apenas 2 meses de vida o que teria provocado a morte da criança.

Dados do IML apontaram que a bebê teria falecido após ter as vias respiratórias obstruídas pelo leite ingerido exageradamente.

A mãe da criança chegou a declarar que Dheymerssonn, junto com sua mãe Maria Gorete, que também foi indiciada por homicídio qualificado e ambos teriam premeditado a morte da criança para não ter que pagar pensão alimentícia.

 

 

*  Com Cada Minuto


Senador Fernando Collor é alvo de operação da Polícia Federal por lavagem de dinheiro

Senador Fernando Collor é alvo de operação da PF por lavagem de dinheiro – imagens da Internet

O Senador Fernando Collor (Pros-AL) é alvo da operação Arremate, da Polícia Federal, na manhã desta sexta-feira (11), em Maceió/AL e em Curitiba/PR, por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro por meio de compras de imóveis em leilões públicos. Os mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal. Os valores das arrematações sob investigação são de aproximadamente R$ 6 milhões, sem as correções monetárias.

As investigações têm por objetivo identificar e comprovar o provável envolvimento de uma autoridade pública como responsável por arrematações de imóveis em hastas públicas ocorridas nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2016, utilizando-se de um “laranja” com o objetivo de ocultar a sua participação como beneficiário final das operações. Essas compras serviriam para ocultar e dissimular a utilização de recursos de origem ilícita, bem como viabilizar a ocultação patrimonial dos bens e convertê-los em ativos lícitos.

Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão nas cidades de Maceió/AL e Curitiba/PR com o objetivo de arrecadar elementos de prova relacionados aos fatos investigados. Para o cumprimento das diligências, 70 policiais federais participam das diligências nos dois Estados.

Os envolvidos poderão responder na medida de suas responsabilidades pelos crimes de: Lavagem de Ativos, Corrupção Ativa, Corrupção Passiva, Peculato, Falsificações e pelo tipo penal de Integrar Organização Criminosa.

Escritório no Farol

No início da manhã de hoje, policiais federais estiveram, com carros descaracterizados, num escritório de engenharia de construção, no bairro Farol, em Maceió. Documentos e materiais eletrônicos foram verificados pelos agentes.

 

 

 

*  Com TNH1


Policial federal suspeito de matar filha no Acre é preso em Maceió, AL

Policial federal suspeito de matar filha no Acre é preso em Maceió, AL

O policial federal Dheymersonn Cavalcante, suspeito de matar a filha de dois meses no Acre, foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (10) em um hospital em Maceió, Alagoas.

A Polícia Federal em Alagoas informou que cumpriu um mandado de prisão contra o policial federal Dheymersonn Cavalcante e que ele se encontra custodiado na sede da PF em Alagoas à disposição da Justiça do Acre.

O advogado do policial federal, Kaio Marcellus, informou que a prisão de Dheymersson é ilegal, porque a defesa impetrou uma ordem de habeas corpus e o Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio do ministro Leopoldo de Arruda Raposo, concedeu a ordem de habeas corpus para revogar a prisão preventiva do policial.

Dheymersson Cavalcante teve a prisão decretada pela Justiça do Acre em 11 de julho pela morte da filha Maria Cecília, de dois meses. A mãe da bebê denunciou que a criança passou mal e morreu depois do policial e a mãe dele terem dado duas mamadeiras de leite à criança.

O laudo apontou que a causa da morte foi broncoaspiração – insuficiência respiratória e obstrução das vias aéreas causadas pela quantidade de leite ingerido.

Policial se defende em vídeo

Em um vídeo de 18 minutos enviado ao G1 Acre, o policial federal contestou as acusações e o resultado do inquérito da Polícia Civil. Segundo ele, nem todas as provas apresentadas foram analisadas e inseridas no inquérito.

“Sou policial assim como o delegado que investiga o caso e eu esperava que fosse realizado um trabalho sério e todas as provas fossem colocadas no inquérito. De perícia eu não entendo e não posso criticar o trabalho de perito, sou policial assim como Martin Hessel e de investigação eu entendo, e olhe que sou mais burrinho ainda. Até hoje eu não fui ouvido. Depois que minha filha morreu, eu entrei em uma depressão profunda, quase me suicidei e perdi 10 quilos. Não tive condições nenhuma de me pronunciar ou me defender”, falou.

No vídeo, Cavalcante apresenta prints de conversas com a mãe da bebê, além do prontuário, receita médica e trechos de entrevistas dadas pelo delegado responsável pelo caso na tentativa de provar sua inocência. Ele afirma que a mãe da criança dava leite artificial para ela e que não teria apresentado reação dava leite artificial para ela e que não teria apresentado reação alérgica.

*    Com G1

Caso Mariana: laudo aponta que universitária foi estuprada e morta dentro de chácara

Suspeito de matar universitária Mariana Bazza, de Bariri, ajudou a jovem a trocar o pneu — Foto: TV TEM/Arquivo Pessoal

O laudo necroscópico do IML de Araraquara apontou que a universitária Mariana Bazza foi estuprada antes de ser morta em Bariri (SP). O documento faz parte dos autos da denúncia do Ministério Público encaminhada à Justiça nesta semana contra Rodrigo Pereira Alves.

A reportagem da TV TEM e do G1 teve acesso, com exclusividade, ao documento que denuncia Rodrigo, de 37 anos, por estupro, latrocínio e ocultação de cadáver. A denúncia foi aceita pela Justiça nesta quinta-feira (10).

Segundo o laudo, Rodrigo atraiu a jovem para a chácara com a promessa de consertar o pneu do carro – que segundo o Ministério Público, ele mesmo esvaziou. Após ameaçar a vítima com uma faca ele usou pedaços da blusa dela para vendá-la e amordaçá-la.

O laudo também aponta que Mariana foi morta ainda na chácara, asfixiada com um pedaço da mesma blusa.

Ainda segundo a denúncia do MP, após o crime Rodrigo roubou o carro, a carteira da vítima com documentos pessoais, R$ 110 em dinheiro, o celular dela e uma caixa de som.

O corpo de Mariana foi encontrado na manhã do dia 25 de setembro em uma área de canavial na zona rural de Ibitinga.

Após deixar o corpo da jovem no canavial, Rodrigo abandonou o carro perto de um cemitério em Itápolis. Ele chegou a ser visto por policiais dentro do cemitério, mas conseguiu fugir e foi localizado na casa de um parente, escondido no telhado.

Na denúncia, o Ministério Público afirma que há provas da materialidade do crime e de autoria que implicam Rodrigo. O MP ressalta, ainda, que o acusado é multireincidente – ele já cumpriu pena de 16 anos por crime de roubo, sequestro, extorsão, e latrocínio tentado, e tinha saído da cadeia cerca de 30 dias antes do crime.

Mariana Bazza, estudante de fisioterapia que foi assassinada no interior de São Paulo

 

 

 

*  Com G1


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