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Lula achava que Dilma ia mesmo culpá-lo pela roubalheira do ‘petrolão’

Lula achava que Dilma ia mesmo culpá-lo pela roubalheira do ‘petrolão’

Ex-ministro, Antonio Palocci fez uma revelação curiosa, em depoimento de delação premiada. Ele contou que, no início do ano de 2016, o ex-presidente Lula temia que Dilma o responsabilizasse integralmente pela roubalheira na Petrobras, no “escândalo do petrolão”. Por isso, logo em seguida, foi realizada uma reunião em que Lula, Dilma e Palocci combinaram formas de “interferir” para dificultar a Lava Jato. A principal jogada acertada foi a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Segundo Palocci, o plano de nomear Lula ministro da Casa Civil de Dilma começou a ser discutido com a cúpula do PT no início de 2016.

Palocci confessa que a intenção da nomeação era garantir foro privilegiado para Lula, que temia ser preso por Sérgio Moro.

Segundo o ex-ministro de Lula e Dilma, a nomeação de Lula à Casa Civil foi assunto de “algumas reuniões” do comando do partido.

Palocci revelou também que Lula definiu a nomeação de Marcelo Navarro ao Superior Tribunal de Justiça para soltar Marcelo Odebrecht.

 

 

 

 

*    Com Diário do Poder


Morre o ex-prefeito de Viçosa Flaubert Torres

Morre o ex-prefeito de Viçosa Flaubert Torres

O ex-prefeito de Viçosa Flavius Flaubert Pimentel Torres morreu na tarde deste sábado (12), em um hospital particular de Maceió. A notícia foi divulgada nas redes sociais por seu filho Flaubert Torres Filho. A causa da morte não foi informada.

Seu sepultamento será neste domingo (13), às 10h, no Parque das Flores, em Maceió.

Flaubert Torrres foi prefeito de Viçosa por quatro mandatos: 1971-73; 1983-88; 1993-1996 e 2001 a 2004. Atualmente ele morava em uma fazenda no município de Mar Vermelho, vizinha de Viçosa.

 

 

 

 

*  Com AlagoasWeb


Nosso partido é o Brasil, diz Bolsonaro após acirramento de crise com PSL

Após os desentendimentos com o comando do PSL chegarem a novas temperaturas máximas esta semana, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que “o nosso partido é o Brasil”.

Ao discursar na cerimônia de início da integração do submarino Humaitá, Bolsonaro falou ‘que os inimigos internos são mais terríveis que os externos’.

“O destino do nosso país quem os fará seremos todos nós, juntos e unidos, porque lá fora cada vez mais pensam em nos colocar numa situação de colonizados e não permitiremos”, disse o presidente.

“Como político eu digo: o nosso partido é o Brasil. Temos inimigos dentro e fora do Brasil e os de dentro são os mais terríveis e os de fora nós venceremos com tecnologia, disposição e meios de dissuasão”, acrescentou.

Em um tom de voz mais elevado e parecendo se dirigir ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), que estava no palco principal, afirmou que trabalha para que seu sucessor no futuro receba um país melhor do que dele recebeu.

“Trabalho para que quem por ventura no futuro —de forma ética, moral e sem covardia— venha assumir o destino da nação encontre nossa pátria numa situação bem melhor do que encontrei no corrente ano”, afirmou Bolsonaro.

Na terça-feira, o presidente chegou a falar para um apoiador esquecer seu partido, o PSL e afirmou que o presidente da legenda, deputado Luciano Bivar, está “queimado para caramba”. No dia seguinte, procurou minimizar a situação, afirmando que “briga de marido e mulher, de vez em quando acontece”.

Já a relação com Witzel, que se beneficiou da onda Bolsonaro para ser eleito governador no ano passado, esfriou desde que o ex-juiz deu indícios de que pretende disputar a eleição presidencial em 2022.

 

 

 

*   Com Tribuna Independente – Tribuna Hoje


Sem licitação, Estado de Alagoas gastou mais de R$ 14 milhões com serviço de TI

Renan Filho – Cortesia

Aos poucos, o acompanhamento das ações do governo Renan Filho (MDB) revela detalhes que expõem seu principal discurso quanto à gestão planejada. Em 2018, em pleno ano eleitoral, o Instituto de Tecnologia em Informática e Informação do Estado de Alagoas (ITEC) contratou, em caráter emergencial, a empresa XPD Soluções Tecnológicas por R$ 14,9 milhões, com dispensa de licitação, por meio do contrato n° 001/2018.

O contrato inicialmente previa a prestação de serviços de tecnologia com o fornecimento de sistemas operacionais de consulta online e foi firmado via ITEC. Entretanto, abrange também o Gabinete Civil, a Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão Pública (Seplag) e o Detran/AL, onde ocorre até o serviço de call center. O seu tempo era de apenas seis meses.

Mesmo sabendo se tratar de um ano eleitoral, com toda as restrições legais e uma empresa com essa dimensão de serviços, o contrato chegaria ao seu final no período que não seria permitido realizar licitações. No mês limite foi convocada e recebeu a proposta de continuar os serviços, desde que não alterasse o valor da parcela: R$ 953.253,95 mil por mês.

Essa, inclusive, foi a orientação do Ministério Público Estadual (MP), que acompanhou o processo de continuidade dos serviços, vindo a estabelecer um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que continua em vigor. Tanto que até o mês passado os repasses mensais continuavam sendo feitos.

Como chegou ao final o contrato emergencial e os serviços continuaram sendo realizados, agora o pagamento ocorre em forma de processo indenizatório. Ou seja, mês a mês é apresentada a documentação pela prestação do serviço para que o valor seja depositado.

Curiosamente, mesmo sabendo da importância e exclusividade do serviço, assim que passou a gerir o orçamento previsto para este ano, o Estado não tinha realizado nenhum processo licitatório. Situação que mudou em 31 de julho, quando passou a fazer uma consulta visando a elaboração de uma licitação.

O processo, porém, não tem prazo para ser realizado, até porque sequer existe um edital elaborado. Um outro detalhe é que nada deve impedir que a atual prestadora de serviços volte a disputar espaço nessa nova modalidade, mesmo tendo adquirido ainda mais experiência durante esse um ano e sete meses de trabalho. Ou seja, supostamente poderá sair na frente das demais empresas.

Mistério

A Gazeta vasculhou o site da Agência da Modernização da Gestão de Processos (Amgesp), onde estão todos os contratos firmados pelo governo durante o atual governo. Mas não consta a cópia do contrato com todos os seus detalhes. O objetivo era encontrar quais foram as justificativas para a contratação da empresa com dispensa de licitação em caráter emergencial, já que estava no último ano do governo. Ainda assim, por meio do acesso ao Portal da Transparência, que atesta o repasse de R$ 14.964.560,36.

Esse, inclusive, é o valor empenhado e liquidado junto à empresa, sendo que em 2018 foi repassado R$ 6,9 milhões, e este ano a cifra já chega a R$ 7,9 milhões (R$ 7.970.875,72).  O relatório, por sua vez, detalha serviços para a região metropolitana e também para todo o Estado de Alagoas. Para os serviços de Tecnologia da Informação ocorreram repasses de R$ 50.523,21 referentes a despesas de exercícios anteriores. Com esse mesmo elemento há uma parcela de R$ 1,2 milhão (R$ 1.273.115,12). A maior parcela envolve o repasse por Serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação, que custaram R$ 10,8 milhões (R$ 10.800.248,42), oferecido para a região metropolitana. Chama a atenção o fato do mesmo serviço realizado para todo o Estado ter custado um repasse de R$ 2,8 milhões (R$ 2.840.673,61).

No mês de fevereiro deste ano o maior repasse de R$ 862,7 mil (R$ 862.779,79) ocorreu por serviços realizados na região metropolitana e foram referentes à prestação de serviços de suporte à infraestrutura, mas que haviam sido realizados em dezembro de 2018. As parcelas se alteram e se alternam de acordo com a realização do serviço e sua comprovação.

Isso explica o fato de várias parcelas liberadas este ano serem relativas a serviços prestados no ano passado. É o caso de outro pagamento referente aos serviços de suporte à infraestrutura de tecnologia em agosto de 2018, no valor de R$ 912.531,82. Em busca do contrato, a Gazeta encaminhou e-mail para o ITEC e também para a própria Amgesp, por meio do sistema de consulta sugerido no próprio site. Até o fechamento desta edição, nenhum dos dois órgãos havia respondido aos questionamentos sobre o processo.

Desta vez, exceto a Secretaria Estadual de Comunicação (Secom) foi procurada, já que há uma orientação institucional para não responder a nenhuma solicitação da Gazetaweb ou da Gazeta, mesmo que as perguntas tenham caráter técnico ou jurídico. Quanto ao ITEC, ele reúne os principais quadros do Estado na área de tecnologia. Ainda assim optou pela contratação da empresa para realizar o seguinte: serviços técnicos profissionais de tecnologia, referentes a serviços de suporte à infraestrutura de tecnologia de informática e informação e comunicação e desenvolvimento; e implantação da rede integrada convergente e multiserviços do Estado.

Por se tratar de um contrato com um valor elevado e por conta da modalidade emergencial, a reportagem da Gazeta buscou informações junto ao Ministério Público de Contas. A assessoria, mesmo em férias, apurou detalhes com base no número do contrato, mas no final da tarde da última sexta-feira (5) confirmou que o documento não foi encaminhado ao órgão.

Outro lado

A Gazeta também buscou informações junto à XPD via e-mail. Ao invés de um posicionamento oficial, por meio de nota ou entrevista, os diretores optaram apenas por esclarecimentos, até porque a apuração não era fruto de denúncia de nenhum órgão fiscalizador.

A XPD, criada em 2002, pertence a Adilson Pereira, o “Meia”, como é mais conhecido. É uma empresa originalmente alagoana, localizada num prédio alugado no bairro do Poço, na Avenida Comendador Leão. No momento já conta com um escritório em São Paulo (SP), no Edf. Rochaverá Marble Tower, no 15° andar.

Quanto ao contrato com o governo de Alagoas, o principal esclarecimento é que em nenhum momento foi feito trabalho de digitalização de documentos. Essa foi uma função inicial da empresa, entretanto, nunca chegou a ser prestado as secretarias.

Ao todo, o quadro funcional conta com 60 trabalhadores espalhados em todos os órgãos onde ocorre a prestação do serviço. Os salários oscilam entre pouco mais de R$ 1.400, que são pagos aos operadores de call center no Detran, a R$ 7 mil para a função de analista de sistemas.

A direção também foi indagada sobre se a conquista do contrato se deveu a influência política, entre elas do deputado estadual Olavo Calheiros (MDB), com o CEO da empresa, Adilson Pereira. A informação foi negada ao passo em que os dirigentes atestaram que a conquista do “cliente” se deu por conta do know-how na área, conquistado nos últimos anos. O quadro funcional conta ainda com programador júnior, programador sênior, técnico de infraestrutura e, como já revelado, operadoras de call center.

Em relação ao fato de estar na estrutura estadual desde o ano passado, até o momento sem licitação, a empresa diz que não tem nenhuma relação de natureza contestável do ponto de vista legal, já que atendeu a todas as exigências desde a primeira convocação até o momento.

A favor da empresa, há ainda um procedimento de sindicância que foi realizado no ano passado e concluído em dezembro, que atestou não haver nada errado com a prestação do serviço depois que foram levantadas suspeitas. Ao final, ninguém foi punido ou responsabilizado e as atividades continuam ocorrendo normalmente.

*   Com Gazetaweb.


“Indignado, mas com consciência tranquila”, diz Collor

Alvo da Operação Arremate, deflagrada nesta sexta-feira (11), pela Polícia Federal (PF), o senador Fernando Collor de Mello (Pros-AL) afirmou estar indignado com o que classificou como uma tentativa de envolver seu nome na investigação.

“Estou indignado com a tentativa de envolver meu nome num assunto em que não tenho nenhum conhecimento ou participação. Trago a consciência tranquila e a certeza de que, mais uma vez, ficará comprovada a minha inocência”, escreveu o ex-presidente da República (1990-1992) nas redes sociais.

Collor é um dos principais alvos da operação autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a PF, os investigados são suspeitos de adquirir imóveis em leilões de bens públicos realizados nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2016. Ainda de acordo com a PF, os envolvidos recorriam a “laranjas”, pessoas que arrematavam os imóveis com o suposto propósito de ocultar os reais compradores.

A PF apura se a aquisição dos imóveis servia para ocultar e dissimular a utilização de recursos de origem ilícita e ocultar o patrimônio dos principais beneficiários do esquema. Investigadores estimam que, desta forma, os envolvidos movimentaram cerca de R$ 6 milhões (valores ainda não corrigidos).

Setenta policiais federais cumprem 16 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais de Maceió (AL) e Curitiba (PR) ligados aos suspeitos. Se confirmadas as suspeitas, os envolvidos poderão responder pelos crimes de lavagem de ativos, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, falsificações e por participação em organização criminosa.

 

Senador Fernando Collor

 

 

 

 

*    Com Terra


Senador Fernando Collor é alvo de operação da Polícia Federal por lavagem de dinheiro

Senador Fernando Collor é alvo de operação da PF por lavagem de dinheiro – imagens da Internet

O Senador Fernando Collor (Pros-AL) é alvo da operação Arremate, da Polícia Federal, na manhã desta sexta-feira (11), em Maceió/AL e em Curitiba/PR, por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro por meio de compras de imóveis em leilões públicos. Os mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal. Os valores das arrematações sob investigação são de aproximadamente R$ 6 milhões, sem as correções monetárias.

As investigações têm por objetivo identificar e comprovar o provável envolvimento de uma autoridade pública como responsável por arrematações de imóveis em hastas públicas ocorridas nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2016, utilizando-se de um “laranja” com o objetivo de ocultar a sua participação como beneficiário final das operações. Essas compras serviriam para ocultar e dissimular a utilização de recursos de origem ilícita, bem como viabilizar a ocultação patrimonial dos bens e convertê-los em ativos lícitos.

Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão nas cidades de Maceió/AL e Curitiba/PR com o objetivo de arrecadar elementos de prova relacionados aos fatos investigados. Para o cumprimento das diligências, 70 policiais federais participam das diligências nos dois Estados.

Os envolvidos poderão responder na medida de suas responsabilidades pelos crimes de: Lavagem de Ativos, Corrupção Ativa, Corrupção Passiva, Peculato, Falsificações e pelo tipo penal de Integrar Organização Criminosa.

Escritório no Farol

No início da manhã de hoje, policiais federais estiveram, com carros descaracterizados, num escritório de engenharia de construção, no bairro Farol, em Maceió. Documentos e materiais eletrônicos foram verificados pelos agentes.

 

 

 

*  Com TNH1


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