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FAKE NEWS: Marcelo Freixo não lamentou no Twitter morte de bandido por mãe PM

O caso da policial militar Katia Sastre, que no último sábado (12) reagiu a um assalto em frente a uma escola em Suzano (SP), atirou e matou um bandido armado, gerou polêmica nas redes sociais e, como todo fato de grande repercussão, atiçou também a boataria online.

Conhecido pela defesa dos direitos humanos, o deputado estadual do Rio de Janeiro Marcelo Freixo (PSOL) é alvo de um tuíte falso sobre o assunto, montado sobre seu perfil no Twitter. A postagem mentirosa, obra do discurso de que “bandido bom é bandido morto”, busca fazer crer que o deputado do PSOL lamenta a morte do criminoso e diz esperar “que a responsável seja punida” (veja abaixo).

Para começo de conversa, é visível, acima da publicação falsa, a tarja autoexplicativa em que se lê: “super tweet fictício”. Não houvesse essa informação, bastaria observar o tuíte para constatar que se trata de uma montagem feita sobre o perfil de Freixo: há um erro de grafia no texto (ali se lê “direito fundamento”, e não “direito fundamental”) e a postagem está mal alinhada.

Uma visita à conta do deputado estadual na rede social também não faria mal. Marcelo Freixo não publicou nenhuma mensagem sobre o caso da PM Katia Sastre no dia 12 de maio, no dia 13 ou nesta segunda-feira (14).

A mesma busca entre as postagens de Freixo seria ainda mais elucidativa à medida que o próprio parlamentar fluminense publicou um desmentido no Twitter, por meio de um vídeo(veja abaixo).

“Não é uma brincadeira, isso aqui tem um outro nome. Quando você inventa um tuíte, cria um tuíte, para dizer que alguém disse uma coisa que não disse, você está cometendo um crime. Por isso, inclusive, estou indo à delegacia de repressão ao crime de informática fazer uma denúncia por crime cometido na internet. (…) Denuncie isso, esse tuíte é falso, é uma vergonha agir dessa maneira”, afirma Marcelo Freixo.

Assim como no recente caso da pré-candidata do PCdoB à Presidência, Manuela D’Ávila, também desmentido pelo Me Engana que Eu Posto, portanto, o tuíte atribuído a Freixo é falso.


Uma novidade das eleições: começam as vaquinhas online

Depois do prazo final para filiação de pré-candidatos aos partidos em abril, a campanha eleitoral dá mais um passo na semana que se inicia. A partir de 15 de maio, próxima terça-feira, os interessados em disputar uma cadeira de deputado estadual, distrital, federal, senador, governador ou presidente da República podem lançar campanhas de financiamento coletivo online, os crowdfundings.

Será a primeira vez que será possível doar aos candidatos em plataformas do tipo, algo que já acontece em grandes eleições mundo afora, como nos Estados Unidos. Além de facilitar a vida de quem pretende investir em uma candidatura, o novo método ajuda os próprios candidatos a “passar o pires” em momento de crise.

Sem as doações empresariais, consideradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal em 2015, os diretórios partidários terão à disposição apenas o fundo eleitoral público aprovado na última reforma eleitoral. O montante dividido pelos candidatos passa de cerca de 5 bilhões de reais (em valores da época) em 2014 para 1,7 bilhão de reais em 2018.

Apesar de campanhas mais baratas serem um clamor natural da sociedade, em especial quando os recursos vêm dos cofres públicos, a falta de recursos fará os partidos darem prioridade às candidaturas competitivas. O sistema eleitoral de deputados federais segue sendo proporcional, portanto, investir em puxadores de voto continua sendo bom negócio para ampliar as bancadas na Câmara dos Deputados. O contexto pode causar uma redução do número de candidaturas por puro arrocho de contas. Em 2014, foram mais de 25.000 candidatos.

De qualquer forma, trata-se de um mercado poderoso para as plataformas de financiamento coletivo. O interesse das empresas em ter sua fatia nesse bolo é notável. As contas mostram que o mercado é ótimo. Cada candidato tem um limite elástico de gastos para sua campanha e cada empresa de financiamento recolhe em média 5% ou 6% do que arrecada para si.

Candidatos à Presidência da República têm limite de gastos de 70 milhões de reais cada; governadores, de 2,8 milhões a 21 milhões de reais a depender do tamanho do estado; senadores, de 2,5 milhões a 5,6 milhões de reais; deputados federais, 2,5 milhões de reais; os demais, 1 milhão de reais.

Como o fundo eleitoral não será suficiente para todos, as empresas do setor se animaram. Nesta semana, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou 10 empresas interessadas em participar do financiamento de campanhas a operar na eleição. Outras 29 aguardam avaliação do órgão para operar.

Grandes empresas como o Catarse ficaram de fora. Em nota à reportagem, a empresa diz que “por enquanto” não entrará no jogo. “Uma vez que o Catarse tem um foco em projetos criativos, mesmo com as novas normas manteremos as atuais diretrizes de criação de projetos, que não permitem a captação para campanhas eleitorais”, afirma.

Entre as mais conhecidas plataformas já aprovadas pelo TSE está o site Vakinha.com.br. Os planos são ambiciosos. A empresa espera fechar com 1.500 candidaturas país afora, captando em média 50.000 reais por parceria – um total de 75 milhões de reais em faturamento nas eleições de outubro.

As regras básicas do crowdfunding foram estabelecidas na esteira da mesma reforma que estabeleceu o fundo público. Foi aprovado o projeto de lei 8612/17, que dá diretrizes como a necessidade de dar recibo ao doador, identificá-lo e publicar seus dados à Justiça Eleitoral dentro do prazo. Na outra ponta, terá de deixar claro quem é o candidato beneficiado, expor as taxas cobradas e devolver o dinheiro ao doador em caso de desistência do político.

A feroz disputa pelos contratos deve ter como norte as candidaturas de grande apelo popular, mas com poucos recursos. As meninas dos olhos, portanto, serão candidaturas como a do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ).

Filiado a um partido nanico, mas poderoso nas redes sociais, o capitão do exército sinalizou que recusará recursos do fundo público em sua campanha. Seu partido inteiro teria direito a “apenas” 9 milhões de reais. Só em seguidores no Facebook, o deputado tem 5,3 milhões. O potencial de arrecadação é enorme e daria uma bela fatia à empresa que ele escolher para intermediar as doações. O mesmo deve acontecer com partidos mais ideológicos ou populistas, com candidatos bons de discurso e fracos de recursos.

Campo aberto? 

O desafio será mitigar fraudes. As eleições municipais de 2016 foram a primeira experiência do país sem o financiamento empresarial de campanhas e demonstram problemas. Um balanço feito pelo TSE mostra que foram encontrados indícios de irregularidade em 259.000 doações de campanha, um valor que ultrapassa 1 bilhão de reais.

Nos casos mais marcantes, doadores cadastrados em programas sociais, como o Bolsa Família, constavam na lista de doadores de candidatos a prefeito ou vereador. Uma das principais preocupações é de que se tratavam de laranjas para injeção de recursos do crime organizado na política.

“O financiamento coletivo não muda o cenário das doações individuais. As questões de segurança ainda estão muito ligadas à fiscalização que acontecem durante ou depois da eleição, com o cruzamento de dados das pessoas com dados de Receita Federal. Hoje temos mecanismos muito melhores”, diz Diogo Rais, advogado e professor de Direito Eleitoral da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Neste ano, segundo o TSE, a estratégia para fiscalização do financiamento das eleições será dividida em eixos de transparência e intercâmbio de dados. Órgãos como a Receita Federal, o Tribunal de Contas da União e o próprio Ministério Público Federal trabalharam em parceria com a Justiça Eleitoral para identificar problemas.

“Em relação à transparência, o TSE vai divulgar todas as doações e todos os gastos declarados pelos candidatos/partidos, a cada 72 horas, em sua página de internet, por meio de consultas individuais ou do download de toda a base, o que permite o uso de ferramentas de business intelligence por órgãos de fiscalização, imprensa e ONGs de transparência”, diz o tribunal. “Para esta eleição, o TSE também pretende colocar em prática uma ferramenta que permita comparar os saldos de doações e gastos entre candidatos”.

Um gargalo sem resolução, admitem a EXAME fontes que trabalham com financiamento de campanha, é o repasse pulverizado de dinheiro a uma série de laranjas em situação fiscal adequada. Há um limite de doação de 10% dos ganhos da pessoa física naquele ano. Se um terceiro paga essa fatura sem exceder essa condição, a descoberta pelas autoridades se torna mais difícil.

Dentro das empresas há também parceria com sistemas bancários, o que permite uma “checagem de antecedentes” do doador. Em caso de doação suspeita ou cadastramento sequencial de CPFs, o valor nem é passado adiante. “Temos até um sistema que identifica se o IP de um mesmo computador tenta cadastrar diferentes doadores e um algoritmo para identificar se os dados de cartão de crédito são daquela pessoa e é um cartão de pessoa física”, diz Luciano Antunes, representante da empresa Doação Legal, parceira do Vakinha no projeto.

Como tudo que envolve eleições no Brasil, é o dia-a-dia que vai mostrar a efetividade das novas ideias. As doações coletivas são uma boa oportunidade para os eleitores, para os candidatos mais populares e para os donos das empresas de financiamento coletivo — mas, infelizmente, também abrem brechas para uma nova leva de maracutaias. A ver se funciona.

Fonte: Exame

Vereadores agradecem emendas e reafirmam apoio a Ronaldo Lessa

Vereador Val Enfermeiro (Foto: Assessoria/Câmara)

Por Cayo César

O vereador Val Enfermeiro (PMN), usou a tribuna da Câmara de Vereadores para agradecer as emendas que o Deputado Federal Ronaldo Lessa (PDT), destinou para o município de Palmeira dos Índios, agreste alagoano.

 

Ronaldo Lessa já destinou emendas para várias áreas do município, como saúde, infraestrutura e fortalecimento do comércio entre outras. “O Deputado Ronaldo Lessa, está sempre pensado em Palmeira, sempre que peço algo para Palmeira Ronaldo manda, e hoje quero agradecer e declarar meu apoio a ele.” afirmou o vereador Val Enfermeiro, durante pronunciamento da tribuna.

 

Aproveitando a oportunidade o vereador Cristiano Ramos (PDT), lembrou que diferente de outros deputados federais,

Vereador Cristiano Ramos (Foto: Assessoria/Câmara)

Ronaldo Lessa não se aliou ao Governo Michel Temer para tentar conseguir mais dinheiro a troca de voto em seus projetos impopulares. “Ronaldo é oposição ao presidente Temer, mas mesmo assim sempre envia emendas para o município de Palmeira dos Índios, ele chegou a enviar 800 mil reais de emendas, e em nenhum momento se aliou com Temer, e foi contra os projeto da reforma trabalhista e reforma da previdência.” afirmou Cristiano Ramos, e completou “Ronaldo Lessa está com o povo e não vai se aliar contra o povo em troca de emendas.”

 

Cristiano Ramos, foi o autor das solicitações de emendas ao Deputado Ronaldo Lessa que beneficia a infraestrutura, como exemplo o pedido de calçamento do Sabiá, e também o fortalecimento do comércio, com a construção do Shopping Popular.

 

Val Enfermeiro, que foi o vereador mais votado na ultima eleição, com 1,938 votos, e Cristiano Ramos que é do mesmo partido de Ronaldo Lessa, e está no seu primeiro mandato de vereador, reafirmaram o apoio a eleição de Ronaldo Lessa, eles se unem ao ex-vereador e empresário, Gileninho Sampaio e a ex-prefeita de Maceió, Katia Born.

 


Pedrinho Gaia declara apoio a reeleição de Edval Gaia

Pedrinho Gaia, vereador de Palmeira dos Índios (Foto: assessoria/Câmara)

Portal Rádio Sampaio

Na sessão da Câmara de Vereadores de Palmeira dos Índios, o vereador Pedrinho Gaia (MDB), usou a tribuna da casa para declarar o apoio politico a reeleição a Deputado Estadual de Edval Gaia Filho.

 

“Quero ver um anuncio pessoal, que me sentia na obrigação de fazer em público. Atendendo um pedido do meu pai (Dr. Pedro Gaia), estou apoiando a candidatura a Deputado Estadual do meu primo, Edval Gaia.” com essas palavras usa no horário das explicações pessoais, o vereador Pedrinho Gaia deixou em público o seu apoio para as eleições de 2018.

 

Há menos de 5 meses para a eleição, Pedrinho Gaia, fez o anunciou o assunto após seu pai, ex-vereador e médico, Pedro Gaia, anunciar que estaria com Edval Gaia em um programa de rádio.

 

O vereador afirmou que tomou a decisão após refletir muito. “Há 10 anos eu apoio deputado de fora da cidade. Deputados que eram bons para mim, hoje declaro apoio ao deputado de Palmeira, deputado que sempre esteve lutando por projetos para a cidades, deputado que será bom não só pra mim, mas também para Palmeira.” concluiu Pedrinho Gaia.


Vereador chama Michel Temer de “Presidente Carcará”

Vereador Cristiano Ramos (Foto: Assessoria/Câmara)

Por Cayo César

Um fato cômico aconteceu na manhã desta quarta-feira, 09, na Câmara de Vereadores de Palmeira dos Índios, o vereador Cristiano Ramos (PDT), durante uma fala, chamou o Presidente da Republica, Michel Temer, de “Presidente Carcará”, em referência a ave de rapina bem comum no Brasil e tem a fama de ser um pássaro mal.

 

O fato aconteceu quando Cristiano fala sobre as emendas do Dep. Federal Ronaldo Lessa (PDT), que é oposição ao governo de Michel Temer. “Ronaldo Lessa conseguiu botar muitas emendas em Palmeira, mesmo sendo oposição e votando contra os projetos desse Presidente Carcará.” afirmou Cristiano.

 

Os projeto que Ronaldo Lessa votou contra, que o vereador afirmou, foram os da Reforma Trabalhista, ao qual tirou direitos conquistados e o da Reforma da Previdência, que segundo especialistas teria dificultado ainda mais as aposentadorias.

 

Questionado por nossa equipe o motivo da referência de Temer com o Carcará, o vereador afirmou “Carcará é um pássaro com fama de mal, ele é muito ligado a destruição dos mais fracos, como é o caso de Presidente Carcará.” disparou Cristiano Ramos.

 

Durante a fala do vereador, o plenário da casa que estava cheio, como poucas vezes acontece, caíram na gargalhada e apoiaram a fala de Cristiano.


Rodrigo Cunha será candidato a Governador de Alagoas

 

Rodrigo Cunha, Deputado Estadual

Só falta agora anunciar a decisão. Mas depois de “refletir muito” nos últimos dias, o deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) decidiu que vai disputar um cargo majoritário nas próximas eleições. São apenas duas possibilidades: governo ou senado.

 

Embora já tenha tomada a sua decisão, Rodrigo resolveu esperar mais alguns dias para fazer o anúncio. Vai esperar que o prefeito Rui Palmeira (PSDB) volte de viagem, na próxima quinta-feira, para fazer isso ao lado dele. A “espera” mata a charada. Rui Palmeira é o maior defensor da candidatura de Rodrigo Cunha ao governo.

 

Veja o que diz o deputado estadual Rodrigo Cunha, por aplicativo, sobre sua decisão:

 

“Apesar de já ter definido sobre a minha candidatura nas próximas eleições, e em respeito ao prefeito Rui Palmeira que é presidente do meu partido e está em viagem, aguardarei seu retorno na quinta-feira para juntos anunciarmos o próximo passo.

Por enquanto, adianto que o exercício do meu mandato e minha história fazem com que eu dispute uma candidatura majoritária em outubro”.

 

Fonte: Jornal de Alagoas