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Um costume para muitas pessoas após usar o computador é suspender o sistema, em vez de desligá-lo. A prática, que não corta totalmente o consumo de energia, é adotada na tentativa de agilizar a inicialização no uso seguinte, mas pode impedir que atualizações importantes sejam instaladas.
A suspensão não é prejudicial se o sistema for mantido com as versões mais recentes. Mas ela pode não ser tão necessária se algumas ações forem adotadas para fazer com que o aparelho ligue mais rapidamente.
É o que explicam Fabiano Honain, gerente de produtos da empresa de computadores Dell Technologies, e Wanderley Alves Gomes, diretor de serviços da empresa de aluguel de dispositivos de informática Simpress. Confira as dicas dos especialistas.
Não há certo ou errado nesta pergunta. Os especialistas explicam que, hoje, os sistemas costumam ser projetados para se adaptar ao perfil dos usuários e conseguem operar por longas sessões sem necessidade de serem desligados.
A melhor opção é usar os recursos disponíveis de acordo com a situação.
Suspender: indicado para pausas curtas, consome pouca energia e retoma operação rapidamente com arquivos e programas que estavam sendo usados anteriormente;
Hibernar: presente em alguns aparelhos e indicado para pausas mais longas, consome ainda menos energia do que a suspensão, mas leva um pouco mais de tempo para retomar arquivos e programas que estavam abertos;
Desligar: corta totalmente o consumo de energia e é ideal para o encerramento do dia de trabalho, por exemplo.
"Embora o desligamento diário não seja uma necessidade, é importante considerar as necessidades individuais e o consumo de energia do equipamento. Por isso, recomendamos testar os recursos disponíveis para determinar a melhor opção", diz Fabiano.
"É importante realizar o restart do zero com alguma regularidade, por exemplo, uma vez na semana. Isso, com certeza, ajudará prolongar a vida útil do seu equipamento e do seu sistema operacional", explica Wanderley.
