
Adjane Araújo da Silva foi morta a tiros em Teotônio Vilela — Foto: Reprodução
A Justiça de Alagoas decretou, neste domingo (3), a prisão preventiva do homem apontado como principal suspeito de matar Adjane Araújo da Silva - crime ocorrido no dia 31 de julho de 2025, enquanto ela trabalhava como Gari, na cidade de Teotônio Vilela.
A vítima, que tinha 38 anos, foi alvejada com três disparos de arma de fogo. Adjane deixou três filhos de 18, 14 e 8 anos de idade.
O homem foi submetido a uma audiência de custódia neste domingo (3), um dia depois de ter sido preso em flagrante quando se preparava para fugir.
De acordo com a Polícia Civil, ele foi encontrado ainda na cidade, quando havia retornado para a casa para pegar os pertences pessoais. Uma denúncia anônima levou os policiais até o suspeito.
Segundo o Ministério Público de Alagoas (MPAL), no momento da prisão, foram encontrados com ele R$ 20 mil, a arma de fogo calibre 38 usada no crime e uma motocicleta, sinalizando que ele se preparava para fugir. Ele confessou a autoria para as autoridades.
De acordo com apuração feita pela polícia civil, Adjane Araújo se relacionou por dois meses com o suspeito. Porém, o relacionamento era conturbado e a mulher já teria sido agredida fisicamente por ele.
Ela decidiu se separar, mas ele não aceitava o fim da relação. Ainda de acordo com as investigações, Adjane era perseguida e ameaçada pelo ex-companheiro e, por isso, havia solicitado à Justiça uma medida protetiva.
A Justiça havia concluído essa medida de proteção dois dias antes dela ser assassinada, segundo a Polícia Civil de Alagoas.
