Sobe para 13 o número de casos suspeitos de varíola dos macacos em Alagoas

Sobe para 14 o número de casos suspeitos de varíola dos macacos em AL, diz Sesau

Subiu para 13 o número de casos suspeitos da varíola dos macacos (monkeypox) em Alagoas, segundo informou a Secretaria do Estado da Saúde (Sesau) nesta sexta-feira (5). Até agora, foram notificados 14 casos em investigação, mas um deles já foi descartado. Nove casos são de pacientes do sexo masculino e cinco, do sexo feminino.

Do total de casos em investigação no estado, oito foram notificados no Hospital Escola Dr Hélvio Auto, em Maceió, referência para o tratamento de doenças infectocontagiosas.

As idades e identidades dos pacientes não foram divulgadas. Os 13 casos suspeitos são das seguintes cidades:

  • Maceió (7)

  • Rio Largo (3)

  • Penedo (1)

  • Inhapi (1)

  • Ouro Branco (1)

O caso já descartado foi de um paciente residente na cidade de Messias (leia ao final do texto a nota da Sesau na íntegra).

Um paciente está internado no Hospital Escola Dr Hélvio Auto e os outros 12 permanecem sob isolamento domiciliar, sem evolução negativa do estado de saúde e, após cumprirem o período de isolamento preconizado, serão liberados.

O paciente hospitalizado é de Maceió. De acordo com o hospital, a internação foi necessária devido à piora do quadro de saúde e aumento acentuado nas lesões na pele.

A Sesau ressaltou que os resultados dos exames de diagnóstico da Monkeypox ainda não têm data para divulgação, uma vez que são processados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

Para a investigação, o material biológico é coletado pelo Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL) e encaminhado para a cidade do Rio de Janeiro, por meio de uma transportadora contratada pelo Ministério da Saúde (MS).

Leia a nota da Sesau na íntegra:

A Secretaria do Estado da Saúde (Sesau) informa que até esta sexta-feira (5/8), Alagoas notificou 14 casos suspeitos de Monkeypox, conhecida como Varíola dos Macacos, sendo cinco do sexo feminino e nove do masculino. Salienta que um dos casos, proveniente de Messias, já foi descartado após exames laboratoriais. Os outros 13, sendo sete de Maceió e três de Rio Largo, um de Ouro Branco, um de Inhapi e 1 de Penedo, estão sendo monitorados pelas Vigilâncias Epidemiológicas dos municípios de origem.

Esclarece que um dos pacientes com suspeita da doença, residente em Maceió, necessitou de internação no Hospital Escola Helvio Auto (HEHA), referência para o tratamento de doenças infectocontagiosas. Já os outros 12, sendo três de Rio Largo, seis de Maceió, um de Ouro Branco, um de Inhapi e 1 de Penedo, permanecem sob isolamento domiciliar, sem evolução negativa do estado de saúde e, após cumprirem o período de isolamento preconizado, serão liberados.

Sesau ressalta que os resultados dos exames de diagnóstico da Monkeypox ainda não têm data para divulgação, uma vez que são processados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. Para isso, o material biológico é coletado pelo Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL) e encaminhado para a capital carioca, por meio de uma transportadora contratada pelo Ministério da Saúde (MS).


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