
Divulgação/Presidência da Ucrânia
Rússia e Ucrânia realizaram uma nova rodada de troca de prisioneiros e libertaram 410 militares. Eles começaram a retornar aos seus países de origem nesta terça-feira (6/5).
Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, 205 militares russos foram devolvidos. Em troca, 205 soldados ucranianos foram transferidos para o país liderado por Volodymyr Zelensky.
Em 19 de abril, os dois países já haviam realizado uma troca semelhante. Na época, 492 prisioneiros de guerra, sendo 246 de cada lado, foram libertados.
Anunciada de forma unilateral pelo presidente Vladimir Putin, a previsão é de que a guerra na Ucrânia viva um cessar-fogo temporário de três dias, entre 8 e 10 de maio.
A pausa proposta pelo Kremlin bate com a data em que Moscou recebe diversas lideranças mundiais para o 80º aniversário do Dia da Vitória, como o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.
O acordo, contudo, ainda não foi aceito pela Ucrânia. Ao invés disso, o presidente Zelensky tem apelado por uma trégua maior, no período de ao menos 30 dias.
