


Rodrigo Faro nunca escondeu a sua admiração por Silvio Santos, um dos maiores comunicadores do Brasil que faleceu em 17 de agosto deste ano, aos 93 anos, em São Paulo. E tamanho amor pelo Dono do Baú resultou em uma homenagem ao “super-herói de carne e osso” no filme Silvio, dirigido por Marcelo Antunez, que chega aos cinemas na próxima quinta-feira (12).
O filme Silvio relembra a história do Dono do Baú a partir do sequestro que parou o Brasil. O longa-metragem retrata o apresentador como um negociador, que foi até seu limite para convencer Fernando Dutra (Johnnas Oliva) a se entregar, enquanto se arrepende dos erros que cometeu durante a vida.
Em conversa com o Metrópoles, Rodrigo Faro relembrou que o filme trata-se de uma homenagem a Silvio Santos e garantiu que quis trazer aos telespectadores o Senor Abravanel longe da fama, dos holofotes da televisão e dentro do seio de sua família.
“É quase um Silvio herói ali [no momento do sequestro]. Mas um herói de carne e osso, que também tem as suas pendências para resolver em vida. Se fosse um filme que contaria a história do Sílvio no palco, qualquer pessoa poderia fazer, qualquer imitador poderia fazer. Colocar uma peruca, envelhecer o rosto, colocar um microfone e ir para o palco. Todo mundo conhece o Silvio, mas não dentro dessa situação”, afirmou.
"A frase mais forte do filme para mim é quando o Silvio olha para o Fernando e fala: 'Eu não posso morrer, Fernando, eu não posso morrer'. Isso diz muito sobre o Silvio, sobre o cara que ainda tinha pendências, ainda tinha muito que fazer", acrescentou.
O apresentador da Record TV aproveitou para adiantar que os fãs poderão encontrar um “herói de carne e osso, um pai amoroso e um Silvio que existe no meu coração”.
