Produção de peixes cresce 25% em Alagoas e atinge 10 mil toneladas em 2020, aponta estudo

Por: Rádio Sampaio com Gazeta Web
 / Publicado em 11/08/2021

Produção de peixes cresce 25% em Alagoas e atinge 10 mil toneladas em 2020, aponta estudo

A produção de peixes em Alagoas cresceu 25% em 2020, na comparação com o ano anterior, e atingiu 10 mil toneladas, segundo o Anuário Brasileiro de Piscicultura divulgado pela Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR). Foi o segundo maior percentual do País, atrás apenas do Distrito Federal, que registrou crescimento de 37,3% no período.

O resultado fez o Estado manter a 19ª posição no ranking nacional. O primeiro lugar em produção de peixes coube ao Paraná, que registrou crescimento de 11,5%, atingindo 172 mil toneladas. Em seguida aparecem São Paulo (74,6 mil toneladas), Rondônia (65,5 mil toneladas), Santa Catarina (51,7 mil toneladas) e Maranhão (47,7 mil toneladas).

Na outra ponta, o Amapá aparece com a menor produção, com 1.040 toneladas, seguido do Distrito Federal (2,06 mil toneladas), Paraíba (3,1 mil toneladas), Rio Grande do Norte (3,2 mil toneladas) e Rio de Janeiro (3,3 mil toneladas).

Em todo o País, a produção de peixes atingiu 802,9 mil toneladas, um crescimento de 5,93% em relação ao ano anterior, quando foram produzidas 758 mil toneladas.

Entre as dez mil toneladas produzidas em Alagoas, 7,3 mil toneladas foram de tilápias, enquanto outras 2,5 mil toneledas foram de peixes nativos. Outras 200 toneladas foram de outras espécies de peixes.

Exportações

O levantamento da Peixe BR revela que, no ano passado, as exportações alagoanas de pescado cresceram 40,39%, na comparação com 2019, somando US$ 9,68 milhões.

Para o gerente da Unidade de Negócios da MCassab, 2020 foi um ano positivo para a piscicultura nacional, apesar dos desafios e incertezas gerados pela pandemia de Covid-19. Ele explica que a pandemia fez a piscicultura crescer em otimização de processos, criatividade e inovação para enfrentar um novo cenário de comercialização, consumo e, até mesmo, de intercâmbio de informações.

"Mais uma vez o agronegócio mostrou sua força e importância como protagonista na economia brasileira, batendo recordes de exportação, mantendo a produção alinhada à demanda e garantindo o abastecimento do mercado", diz a Peixe BR, em nota. "Porém, foram muitos desafios de produção, incluindo implicações logísticas, cenários internos e externos de fluxo de comodities, além de grandes variações nas taxas de câmbio, que dificultaram o acesso, tornaram indisponíveis ou impactaram os custos das principais matérias-primas para a produção da nutrição animal", completa.

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