Polícia de Londres prende mais de 150 pessoas em protesto pró-Palestina

Manifestante é detido pela polícia britânica — Foto: Jaimi Joy/Reuters

Polícia Metropolitana de Londres prendeu mais de 150 manifestantes neste sábado (9), no centro da capital britânica, no maior ato relacionado ao grupo "Palestine Action" desde que a organização foi classificada como terrorista, em julho deste ano. As informações são do jornal "The Guardian".

O protesto, convocado pelo movimento "Defend Our Juries", reuniu centenas de pessoas na Praça do Parlamento, onde manifestantes exibiram cartazes pró-Palestina e expressaram oposição à postura do governo do Reino Unido nos conflitos em Gaza.

O que á "Palestine Action"?

Ato do 'Palestine Action' foi repreendido pela polícia britânica — Foto: Jaimi Joy/Reuters

Ato do 'Palestine Action' foi repreendido pela polícia britânica — Foto: Jaimi Joy/Reuters

  • É um grupo ativista pró-Palestina que organiza ações diretas contra empresas britânicas envolvidas com Israel, especialmente desde o início do conflito em Gaza.
  • O grupo ficou conhecido por invadir e vandalizar instalações militares do Reino Unido, como bases da Força Aérea britânica, com o objetivo de chamar atenção para o envolvimento britânico no apoio militar a Israel.
  • O "Palestine Action" justifica suas ações afirmando que o Reino Unido é cúmplice e participante ativo nos crimes de guerra em Gaza, ao fornecer apoio logístico e militar a Israel.

Por ordem do governo britânico, filiar-se ao grupo ou apoiá-lo é crime, com pena de até 14 anos de prisão. Segundo o Ministério do Interior afirmou à época da proibição, a medida “não é sobre a Palestina” e não restringe manifestações em defesa dos direitos palestinos.

Manifestantes seguram cartazes em manifestação pró-Palestina — Foto: Jaimi Joy/Reuters

Manifestantes seguram cartazes em manifestação pró-Palestina — Foto: Jaimi Joy/Reuters

Grupo foi considerado terrorista em julho de 2025 — Foto: Jaimi Joy/Reuters

Grupo foi considerado terrorista em julho de 2025 — Foto: Jaimi Joy/Reuters

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