
Aedes aegypti — Foto: Divulgação
Segundo os dados do Sistema de Informação de Notificação de Agravos do Ministério da Saúde (SINAN/MS), os municípios alagoanos com maior risco de surto de epidemia de sengue são Belém e Palmeira dos Índios, seguidos por Maragogi, Santa Luzia do Norte, Barra de São Miguel, Satuba e Coruripe.
Entre os meses de janeiro a junho deste ano, os dados mostram 18,7 mil casos de dengue no estado e 1 óbito confirmado. Já a chikungunya registrou 3,2 mil casos e 1 óbito em fevereiro e a zika foram 53 notificações da doença e nenhum óbito.
Dengue, zika e chikungunya são transmitidas através do Aedes aegypti e o mecanismo mais importante para o controle dessas doenças é bloquear o desenvolvimento do mosquitoO Aedes aegypti se reproduz em água parada e seus ovos podem permanecer no local por um ano ou mais, eclodindo ao entrar em contato com a água.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) recomenda que os 102 municípios alagoanos intensifiquem as ações de combate ao mosquito transmissor das doenças.
