Oruam se entrega à polícia: 'Vou dar volta por cima, tropa'

Por: Rádio Sampaio com G1
 / Publicado em 22/07/2025

Oruam se entrega à polícia — Foto: Kleyton Cintra/TV Globo

O rapper Mauro Davi Nepomuceno dos Santos, o Oruam, se entregou à polícia pouco antes das 18h desta terça-feira (22).

Mais cedo, a Justiça do Rio emitiu um mandado de prisão preventiva contra o cantor, que se apresentou na Cidade da Polícia acompanhado da mãe e da namorada. "Só pedir desculpa mesmo. Dizer que eu amo muito meus fãs. Eu vou dar volta por cima, tropa. Estou om Deus e  tranquilão. Sou forte!", disse Oruam na chegada.

Pouco antes, ele havia postado um vídeo afirmando que iria se entregar. Minutos depois, a conta saiu do ar.

"Eu errei. Desculpa aí todo mundo, provar para vocês que não sou bandido", disse no vídeo. "Vou dar a volta por cima e depois vou vencer através da minha música."

O confronto no Joá

O pedido de prisão ocorreu após um confronto em uma operação para apreender um adolescente na casa de Oruam, no bairro do Joá, na Zona Oeste do Rio.

O rapper e amigos atacaram policiais e impediram o cumprimento do mandado contra o menor, que conseguiu fugir – ele também se entregou na tarde desta terça. Pedras foram jogadas nos agentes, e um deles ficou ferido.

Segundo a polícia, o adolescente seria ligado à facção criminosa Comando Vermelho (CV), atuaria como segurança pessoal do traficante Doca – chefe do tráfico no Complexo da Penha – e seria um dos maiores ladrões de veículos do estado.

“Se havia alguma dúvida de que o Oruam seria um artista periférico ou um marginal da pior espécie, hoje nós temos certeza de que se trata de um criminoso faccionado, ligado ao Comando Vermelho, facção que o pai dele, o Marcinho VP, controla a distância de fora do estado, mesmo estando preso em presídio federal”, afirmou o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi.

Oruam, por sua vez, também gravou um vídeo no qual diz que houve abuso de autoridade dos policiais e repete que não é bandido, que vive da sua música.

Indiciado por 7 crimes

A Delegacia de Repressão a Entorpecentes indiciou Oruam por 7 crimes:

  • tráfico de drogas
  • associação ao tráfico
  • resistência qualificada
  • desacato
  • dano qualificado
  • ameaça
  • lesão corporal

 

Em seu pedido de prisão, a DRE afirma que a residência do rapper se tornou um "ponto de encontro e abrigo para criminosos e foragidos da justiça".

A polícia cita também que foram encontradas fotos de Oruam com Doca e com Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó chefe do CV no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo.

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