Operação Carbono Oculto: como o PCC usa fundos de investimento e fintechs para lavar dinheiro

Por: Rádio Sampaio com G1
 / Publicado em 28/08/2025

Operação do MP-SP com Receita e Polícia Federal — Foto: TV Globo

Investigação do Ministério Público de São Paulo revelou que o Primeiro Comando da Capital (PCC) atuava na importação irregular de produtos químicos destinados à adulteração de combustíveis comercializados aos consumidores. A Megaoperação é a junção de três operações: Carbono Oculto, do MP, e Quasar e Tank, da Polícia Federal.

Ao todo, estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em aproximadamente 350 alvos, entre pessoas físicas e jurídicas.

Apenas em um edifício da Faria Lima, foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão. Nas ações, policiais recolheram documentos e computadores em empresas, corretoras e fundos de investimento, incluindo fintechs.

As principais empresas alvo da operação são:

  • Grupo Aster/Copape, donos de usinas, formuladoras, distribuidoras e rede de postos de combustíveis usada pela organização criminosa;
  • BK Bank, fintech financeira utilizada para movimentar dinheiro por meio de contas bolsão não rastreáveis;
  • Reag, fundo de investimento usado na compra de empresas, usinas e para blindagem do patrimônio dos envolvidos.

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