Número de crimes virtuais em Alagoas aumenta durante a pandemia

Por: Rádio Sampaio
 / Publicado em 12/02/2021

Número de crimes virtuais em Alagoas aumenta durante a pandemia

A prática de crimes virtuais teve aumento expressivo de mais de 50% no estado de Alagoas, durante o período da pandemia do novo coronavírus. Para a Seção de Crimes Cibernéticos, da Polícia Civil de Alagoas (PCAL), esse aumento tem relação direta com o fato de os consumidores terem recorrido às compras em plataformas virtuais, com mais assiduidade, durante os meses mais intensos da pandemia.

Além disso, os números foram impulsionados pelo crescimento da prática de trabalhos remotos, levando os consumidores a passarem mais tempo on-line.

Os criminosos virtuais se aproveitaram do momento para intensificar a prática de crimes cibernéticos, ficando à espreita para praticar diversos cibercrimes, como captura de senhas, de dados, compras via clonagem de cartão, dentre outros.

Para a Polícia Civil, a falta de estabelecimentos abertos trouxe uma desculpa perfeita para os golpistas, facilitando, inclusive, sua justificativa para requerer dados e informações.

Segundo informações da Seção de Crimes Cibernéticos, os golpes mais comuns envolvendo tecnologia, que ocorreram na quarentena, envolvem WhatsApp clonado, golpe do motoboy, leilão falso, extorsão por fotos íntimas e questões envolvendo programas de governo, como o auxílio emergencial e vacinação de combate ao coronavírus.

Além disso, o golpe do falso motoboy também teve aumento durante o período de isolamento social. Nele, os criminosos entram em contato com as vítimas, geralmente idosos, fazendo-se passar pelo banco para comunicar a realização de transações suspeitas com o cartão de crédito do cliente. Eles chegam a ir até o cliente para recolher o cartão e praticar os delitos.

Orientações

A fim de evitar que a população seja vítima dos golpes, a Polícia Civil faz uma série de recomendações àqueles consumidores que optam por compras on-line. Com relação à escolha das senhas para acessar os serviços, a PC orienta evitar combinações óbvias. Datas de aniversário, nomes do pet e de filhos, por exemplo, não devem ser utilizados.

Além disso, ela aconselha, ainda, que não se compartilhe fotos íntimas, pois elas poderão servir, além de outras situações, para extorsão. Evite-se, também, divulgar fotos de crianças, principalmente com uniformes escolares. E, em tempos de reuniões on-line, é sempre importante verificar se a webcam está desativada, uma vez que alguém pode estar espiando você e sua casa ou empresa.

Por fim, não se deve deixar as redes sociais ou e-mail abertos quando não estiver usando, e não fazer uso de apps bancários em locais movimentados ou que tenham câmeras.

E, com o avanço das redes sociais, é preciso analisar bem a pessoa que solicita amizade ou faz qualquer tipo de contato antes de adicioná-la.

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