Novo presidente da CBF, Samir Xaud promete reduzir Estaduais para 11 datas
Por: Rádio Sampaio com Ge
/ Publicado em 25/05/2025
Samir Xaud em seu primeiro discurso como o novo presidente da CBF — Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Eleito como novo presidente da CBF neste domingo (25), Samir Xaud prometeu uma mudança para o futebol brasileiro: a redução de datas dos Campeonato Estaduais. Segundo o dirigente, a ideia é disputá-los em 11 datas a partir de 2026.
"Uma das primeiras mudanças é a redução de datas do Estaduais. Estamos projetando fazer com 11 datas a partir do ano que vem. É uma singela demonstração de que nós queremos mesmo que mude. Nós começaremos com o pé direito" — disse Samir ao começar a entrevista coletiva.
"Já estamos conversando com os presidentes (das federações estaduais) sobre as datas. Não acredito que teremos problemas. Os Estaduais agora terão que se adequar ás normas da CBF"— completou o dirigente.
Nesta temporada, o calendário brasileiro indicou 16 datas para a disputa de campeonatos estaduais. Eles foram iniciados no dia 12 de janeiro e encerrados em 26 de março.
No final da coletiva, Samir também foi questionado sobre o uniforme da Seleção Brasileira, qu poderá vestir vermelho na Copa de 2026. Ele não anunciou se vetará a linha, mas deixou a sua mensagem a respeito, em tom de reprovação.
"Camisa brasileira, verde e amarela" — exclamou.
O dirigente de Roraima foi confirmado no comando da confederação após eleição realizada, no Rio de Janeiro, na sede da entidade. Ele assume imediatamente o cargo e tem mandato até 2029. Logo após o resultado, o dirigente discursou aos presentes na CBF. Indicou que a melhor organização do calendário e a introdução do fair play financeiro seriam prioridades.
Carlo Ancelotti
Sobre o técnico Carlos Ancelotti, o novo presidente afirmou: "Primeiro é uma felicidade muito grande nós termos a oportunidade de ter um técnico, o maior técnico da história do futebol internacional até hoje. Já tive o primeiro contato com ele, sim. Ele vai ter total autonomia para decidir o que for melhor para a seleção brasileira, comissão técnica e Ancelotti terão total autonomia. Vamos blindá-lo de qualquer situação externa que possa ter. Eles precisam dessa autonomia para realizar o seu trabalho com excelência"