


O Ministério Público de Alagoas (MPAL) encerrou, nesta quinta-feira (30), sua participação no mutirão do Tribunal do Júri realizado em Palmeira dos Índios, com oito condenações entre os 11 julgamentos previstos. A força-tarefa, promovida pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) entre os dias 8 e 30 de julho, teve como objetivo dar andamento a processos pendentes relacionados a crimes contra a vida.
Durante o mutirão, o MPAL foi representado pelos promotores de Justiça João de Sá Bomfim Filho, Lucas Mascarenhas, Fábio Bastos e Frederico Monteiro, que atuaram nas sessões de julgamento.
Ao longo da iniciativa, foram analisados processos de homicídio e tentativa de homicídio. Do total de 11 julgamentos programados, oito terminaram com condenações, dois foram cancelados e um resultou na absolvição do réu.
Nos casos de tentativa de homicídio, as penas aplicadas variaram entre seis e 11 anos de reclusão, além de um processo envolvendo dois acusados, que resultou em pena de oito anos. Já nos julgamentos por homicídio, três réus foram condenados a 15 anos e seis meses, 13 anos, 11 meses e quatro dias e 10 anos de reclusão, respectivamente.
Segundo o Ministério Público de Alagoas, o resultado do mutirão reforça o compromisso da instituição com a responsabilização dos autores de crimes contra a vida e com a busca por respostas à sociedade e aos familiares das vítimas, além de contribuir para a redução do número de processos pendentes no Tribunal do Júri.
