Tiago dizia que não tinha medo da morte. O medo era do caminho até ela: da dor, de ficar preso a uma cama, de deixar de fazer as coisas que ainda queria.
Por isso, enquanto conseguiu, foi. Aprendeu guitarra. Tocou. Encontrou amigos. Pulou de paraquedas. Organizou uma festa. E não faltou.


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