Em 2015, Marin chegou a ser preso na Suíça, em uma operação do FBI em investigação de corrupção na Fifa. Ele foi levado aos EUA, onde foi julgado e condenado à prisão. Ele voltou ao Brasil em 2020, libertado durante a pandemia de Coronavírus. Em 2023 o dirigente sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) em São Paulo.
O prédio que sedia a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no Rio de Janeiro, no bairro da Barra da Tijuca, foi inaugurado em 2014 sob a presidência de Marin. Ele o batizou com seu próprio nome que aparecia na fachada (José Maria Marin).
O nome de Marin saiu da fachada ainda na presidência de Marco Polo Del Nero, seu sucessor, em meio às prisões na Suíça. Mais adiante, Rogério Caboclo retirou também a placa de "batismo" do prédio de dentro da sede. A fachada tem há tempos a inscrição "Casa do Futebol Brasileiro.
"A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) lamenta o falecimento de José Maria Marín, ocorrido na madrugada deste domingo (20), em São Paulo, aos 93 anos. Ele estava internado no hospital Sírio-Libanês e será velado nesta tarde, na capital paulista.
Nascido em 6 de maio de 1932, José Maria Marín foi presidente da CBF entre 12 de março de 2012 e 16 de abril de 2015.
Antes de assumir a presidência da entidade, o paulistano construiu carreira na política paulista, tendo sido vereador e deputado estadual nas décadas de 1960 e 70. Foi vice-governador de São Paulo de 1979 a 1982 e governador entre 1982 e 1983. De 1982 a 1988, foi o mandatário da Federação Paulista de Futebol e chefiou a delegação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1986, no México".