Morre alagoana de 120 anos que buscava título de mulher mais velha do mundo

Por: Rádio Sampaio com G1
 / Publicado em 18/06/2020
Dona Filó, que tinha 120 anos, morreu em um hospital de Umuarama na terça-feira (16) — Foto: André Nonato de Souza Neto/Arquivo pessoal

Dona Filó, que tinha 120 anos, morreu em um hospital de Umuarama na terça-feira (16) — Foto: André Nonato de Souza Neto/Arquivo pessoal

Filomena Maria da Conceição, de 120 anos, foi enterrada na quarta-feira (17), em Douradina, no noroeste do Paraná. Um portal de notícias da cidade buscava para a idosa o título de 'mulher mais velha do mundo' pelo livro dos recordes, o Guinness Book.

"Ela era um exemplo para toda a família. Era uma pessoa batalhadora, trabalhou na agricultura e sustentou sozinha quatro filhos. Era alegre e ajudava as pessoas sempre que podia", descreveu o neto , André de Souza Neto.

De acordo com o jornalista Geazer Rodrigues, o processo pelo título foi aberto em março de 2019 e estava na etapa de envio das evidências, que comprovassem a idade da centenária e de que ela seria a mais velha do mundo.

Conforme o registro do livro mundial, a idosa de Douradina tentava quebrar o recorde de uma mulher que tinha 117 anos e 41 dias.

A centenária, conhecida como dona Filó, morreu na terça-feira (16), três dias depois de ser internada em um hospital de Umuarama.Ela faleceu em decorrência de uma pneumonia, segundo a família.

André Nonato de Souza Neto, neto da Dona Filó, contou que, até outubro de 2019, a avó ainda andava e conversava com a família. Como estava fraca, passou a se alimentar por sonda e, segundo a família, isso a debilitou.

"Estamos todos abalados, convivíamos todos os dias com ela. Ficou um vazio. Fará falta. Por outro lado, ela estava sofrendo nos últimos meses por causa da sonda", contou o neto da idosa.

Em homenagem, a Prefeitura de Douradina decretou luto de três dias.

Quem era dona Filó

Filomena nasceu em 6 de março de 1900, em União dos Palmares (AL), e sempre trabalhou na roça, segundo a família.

Ela viveu parte da vida na cidade alagoana, em uma região de mata. Há 60 anos, Filó se separou do marido, segundo a família era vítima de violência doméstica, e quando soube do progresso da região sul do país, decidiu deixar a terra natal.

Ela e mais quatro filhos se mudaram para o noroeste do Paraná. Primeiro estabeleceram moradia em Rondon e depois mudaram para Douradina. Ela foi uma das pioneiras da cidade.

Dona filó teve seis filhos, 33 netos, 40 bisnetos e 14 tataranetos.

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