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Na última sexta-feira (26), o governo de Minas Gerais decretou estado de emergência por causa da nova onda de dengue e chikungunya registradas já neste ano. Ao todo, foram confirmados 11.490 casos de dengue e 3.067 de chikungunya. O decreto foi assinado pelo governador Romeu Zema (Novo) e também tem o objetivo reduzir o impacto social e econômico historicamente relacionado à dengue.
Para a escrita do decreto também foi levado em consideração o aumento nos pedidos de internação no estado, por causa dos casos graves de dengue.
“Fica autorizada, em razão da emergência, a adoção de todas as medidas administrativas e assistenciais necessárias à contenção do aumento da incidência de casos de Arboviroses, em especial a aquisição pública de insumos e materiais, doação e cessão de equipamentos e bens e a contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação emergencial”, diz o texto.
No dia 5 de janeiro, o Acre decretou o estado de emergência. Ali, o aumento dos casos de arboviroses causou superlotação nas unidades de saúde, com centenas de atendimentos por dengue, zika e chikungunya.
Na última quinta-feira (25), o Distrito Federal também anunciou emergência, por motivos semelhantes aos do governo mineiro. Do começo do ano até o dia 20 de janeiro, foram registrados 16.079 casos prováveis.
