
Foto: Leonardo Sá/Agência Senado
O mercado brasileiro de apostas online já é uma realidade consolidada e devidamente regulamentada desde o dia 1º de janeiro de 2025. Nos últimos anos, os brasileiros se familiarizaram com a chance de realizar apostas em esportes ou cassinos online. Reforçando que essa atividade é voltada para maiores de idade e precisa ser encarada como um entretenimento.
A partir do jogo responsável, fiscalização e outorgas, o mercado nacional se estruturou digitalmente. Assim, a CP Games se firmou como uma das líderes na oferta de tecnologia para o segmento de iGaming. A empresa está cada vez mais vinculada ao Brasil, adotando uma identidade visual tropicalizada e articulando o lançamento de jogos com temáticas nacionais.
Além disso, a empresa também prestigiou o maior evento de apostas do país em abril. O BiS SiGMA Americas promoveu um intenso networking, palestras valiosas e a projeção para o futuro do mercado brasileiro. Neste sentido, o meio do iGaming entende que a legalização dos cassinos físicos e bingos pode alavancar ainda mais o crescimento na geração de empregos, arrecadação e fomentar o turismo nacional.
Conhecido popularmente como PL dos Cassinos, o PL 2.234/2022 chegou a ser colocado na pauta do Plenário do Senado em dezembro de 2024, contudo foi tirado a pedido do relator, o senador Irajá, na procura por um acordo. Lembrando que o texto já foi aprovado na Câmara dos Deputados, no início de 2022.
A expectativa é que o projeto seja levado novamente para análise dos senadores, com a previsão de aprovação. Além disso, um estudo recente do DataSenado indicou que boa parte da população brasileira está a favor da legalização dos cassinos, bingos, apostas em corridas de cavalos e outros jogos físicos.
De acordo com a pesquisa, 60% dos entrevistados se colocaram a favor da aprovação do projeto em análise no Congresso Nacional. Os contrários ao projeto representam 34% da população. Outros 6% não sabem ou não quiseram responder ao questionamento.
Quando perguntados sobre o interesse de conhecer esses ambientes ou participar dessas atividades, caso autorizados no Brasil, 26% demonstraram essa vontade. Dessa maneira, o estudo acaba por impulsionar ainda mais o debate sobre a liberação de novas verticais de jogos no território nacional.
