
Foto: Alexandre Netto/ALMG
A nova ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, a deputada estadual Macaé Evaristo (PT), foi anunciada na segunda-feira (9) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a demissão de Silvio Almeida, acusado de assédio sexual contra mulheres, na última sexta (6).
Macaé tem 59 anos e 40 de magistério. Formada em serviço social pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), tem mestrado em educação na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Eleita deputada por Minas Gerais nas últimas eleições, foi a primeira mulher negra a ocupar a chefia da secretaria de Educação de Belo Horizonte entre 2005 e 2012 e, também, foi pioneira como secretária de educação do estado (2015-2018).
O Ministério dos Direitos Humanos tem um dos menores orçamentos da Esplanada – só fica à frente de Mulheres, Igualdade Racial, Pesca e Empreendedorismo. No entanto, ele é visado pelo PT por executar programas e ações de pautas ligadas à esquerda e de interesse da militância petista.
Em 2024, a pasta tem apenas R$ 529 milhões. O Disque 100, canal para denunciar violação de direitos humanos, possui cerca de R$ 40 milhões para funcionar este ano.
Já os programas para defesa das pessoas em situação de rua e catadoras de materiais recicláveis estão previstos menos de R$ 10 milhões.
Na última segunda-feira (9), ao lado da ministra interina, Esther Dweck, Macaé Evaristo realizou uma visita no ministério em Brasília, e conheceu os atuais secretários da pasta.
