Justiça descarta insanidade e serial killer de Maceió seguirá preso

Por: Rádio Sampaio com G1
 / Publicado em 27/03/2025

Considerado serial killer pela Polícia Civil, Albino Santos de Lima foi preso no dia 17 de setembro em casa, no bairro da Ponta Grossa, em Maceió — Foto: Reprodução/TV Globo

O homem que confessou ter cometido pelo menos 18 assassinatos em Maceió, Albino Santos de Lima, de 42 anos, teve a insanidade mental descartada e continuará preso. O resultado do laudo psiquiátrico finalmente ficou pronto e foi anexado ao processo, que está em andamento. O documento foi elaborado por psiquiatras e concluíram que ele é imputável, ou seja, tem plena capacidade mental para responder pelos seus atos.

A defesa do suspeito, representada pelo advogado Geoberto de Luna, tentava provar que ele era sociopata e, portanto, deveria ser considerado inimputável. "Por enquanto ele está sendo tratado como preso comum, mas vou tentar provar através de laudos que ele não tem capacidade mental. A cabeça dele é de uma pessoa doente, de um sociopata. E esse vai ser o caminhar da minha defesa", disse o advogado antes do resultado da perícia.

Caso fosse considerado inimputável, o suspeito poderia ser tratado em unidades de saúde como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) ou até mesmo permanecer em casa sob cuidados da família.

No entanto, a delegada responsável pelo caso, Tacyana Ribeiro, enfatizou que, com a conclusão do laudo atestando que ele é mentalmente capaz, o suspeito seguirá preso e será julgado criminalmente.

"Ele não foi considerado inimputável, que era o que a defesa queria. Hoje em dia, não existem mais aqueles hospitais psiquiátricos para esse tipo de caso, então ele vai continuar preso, já que é responsável pelos seus atos", afirmou a delegada.

O caso segue na Justiça, e o suspeito poderá enfrentar um julgamento convencional pelos crimes que cometeu.

Desde que foi preso, Albino Santos de Lima confessou 18 assassinatos. Os crimes eram premeditados e ele é considerado o maior serial killer de Alagoas. A Polícia Civil teve acesso ao celular dele, onde os crimes eram registrados em uma espécie de catálogo. Também foram encontradas fotos em cemitérios onde vítimas foram enterradas e ele marcava no calendário do celular datas das mortes das vítimas.

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