Com essa captação, o HEA chega a sete procedimentos em sua história, sendo cinco realizados somente em 2025. O número representa o esforço conjunto de equipes treinadas e a sensibilidade das famílias que compreendem o impacto da doação de órgãos na vida de outras pessoas.
O enfermeiro Andervan Leão, coordenador da CIHDOTT, destacou a importância do diálogo familiar e do trabalho desenvolvido. “A decisão pela doação nasce da conversa dentro de casa. É um ‘sim’ que muda destinos. Agradeço a cada profissional pelo compromisso e pelo respeito demonstrado em cada etapa. Chegar à sétima captação reafirma nosso propósito de cuidar e transformar vidas”, frisou.
A diretora-geral do HEA, Bárbara Albuquerque, destacou o valor da decisão da família e o empenho das equipes. “A família da doadora fez um gesto de grandeza ao autorizar a doação em um momento tão delicado. Esse ato oferece esperança a quem aguarda por um transplante. Agradeço às equipes pelo cuidado e à família por permitir que a vida siga adiante por meio da doação”, enfatizou.


