
Há 58 anos, Palmeira dos Índios se tornava Diocese
No dia 19 de agosto de 1962, com a presença de vários Bispos, autoridades, membros do clero e sob a presidência de Dom Armando Lombardi foram lidas as Bulas Pontificiais e assinada a ata da instalação canônica da nova Diocese. Estavam presentes: Armando Lombardi, Adelmo Machado (bispo de Maceió), José Vicente Távora (bispo de Aracaju), Dom Otávio (que tomou posse nessa data), Manuel (bispo de Nazaré), José (Garanhuns), Dom João (Penedo), Dom Severino (pesqueira), Dom Acácio (Palmares), o vice-governador Teotônio Vilela, o parlamentar e cônego Medeiros Neto, Carlos Gomes de Barros (Juiz Federal), Aloísio Nonô, Padre Macedo, prefeito José Araújo e o presidente da Câmara Luiz Amorim, além de outras figuras importantes da Cidade, destacando-se o escritor Luiz Torres, autor de Mapa da Diocese.
Depois da saída de Dom Otávio, veio Dom Epaminondas, dedicado às pastorais e orações.
Epaminondas foi substituído por Dom Fernando Iório, bispo dinâmico e que desenvolveu um trabalho extraordinário na Diocese, atacando os problemas sociais do povo, assistindo os mais humildes, pregando o Evangelho, com obras de grande significado para todos, especialmente no campo da educação e cultura.
Até o ano passado a frente da Diocese palmeirense o Bispo Dulcênio Fontes de Matos que foi transferido para Campina Grande, que marcou sua passagem nas comemorações do jubileu de ouro da diocese completados em 2012. Agora, a frente da Diocese, o Bispo Dom Manoel Filho que ainda toma ciência de sua missão em Palmeira dos Índios.
