


Neste domingo, dia 2 de agosto, completam-se 37 anos da morte do eterno Rei do baião Luiz Gonzaga, um dos maiores nomes da música brasileira e símbolo da cultura nordestina.
Era uma quarta-feira, dois de agosto de 1989, quando Luiz Gonzaga morreu no Hospital Santa Joana, no Recife.
Luiz Gonzaga do Nascimento era natural de Exu, no interior de Pernambuco, Luiz Gonzaga permanece como um dos maiores representantes da cultura nordestina. No município onde nasceu, o Museu Gonzagão preserva sanfonas, chapéus de couro, fotografias e objetos pessoais do artista, mantendo viva sua história para as novas gerações.
O artista revolucionou ritmos como baião, xote, xaxado e o forró pé-de-serra, levando a identidade do Nordeste para todo o país e exterior.
Com mais de 500 composições e cerca de 200 gravações, Gonzaga marcou gerações com clássicos como “Asa Branca”, lançada em 1947 em parceria com Humberto Teixeira, e “Baião de Dois”, de 1950. Sua contribuição para a música brasileira foi reconhecida em 1984 com o Prêmio Shell de Música Popular Brasileira.
Mesmo após quase quatro décadas de sua partida, a obra de Luiz Gonzaga continua influenciando músicos e encantando brasileiros, reafirmando seu lugar como um dos maiores ícones da música nacional.
