


Em greve, os empregados da Caixa Econômica Federal decidirão, na próxima segunda-feira (21/9), se aceitam a proposta do banco de elevar de 6,5% para 9% da folha de pagamento o limite de participação no custeio do Saúde Caixa a partir de 2027.
A Caixa Econômica Federal apresentou uma nova proposta para o Saúde Caixa, principal ponto de impasse que levou os funcionários do banco a entrarem em greve nacional por tempo indeterminado desde o último dia 10.
Segundo a Contraf-CUT e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), a oferta amplia a participação financeira do banco no plano de saúde e preserva regras que eram reivindicadas pelos trabalhadores.
Segundo o sindicato, o dia de paralisação realizado em 20 de agosto será abonado. Já os dias úteis de greve deverão ser compensados pelos empregados em até 180 dias, caso a proposta seja aprovada nas assembleias marcadas para segunda-feira (21).
Pela proposta apresentada, a contribuição dos titulares passará a ser de 3,7% da remuneração-base a partir de 2027. Para dependentes diretos, a mensalidade será de R$ 560.
Os valores previstos são de:
R$ 560 para dependentes diretos;
R$ 660 para dependentes indiretos filhos entre 21 e 24 anos;
R$ 900 para filhos de 24 a 27 anos e pais ou mães remanescentes.
