
O homem, que não teve a identidade divulgada, tinha um comparsa que se passava por juiz e os dois simulavam audiências para extorquir as vítimas.
O falsário disse que não possui registro, mas que era estudante de direito. Ele foi levado para a Central de Flagrantes I, onde a ocorrência foi registrada como estelionato e uso de documento falso.
A OAB foi acionada por meio da Diretoria de Prerrogativas e da Comissão de Fiscalização e Combate às Práticas Irregulares da Advocacia. O suspeito utilizava o número de inscrição de uma advogada para se passar por profissional da área.
