
Produção de leite movimenta a economia do estado e é fonte de renda de vários produtores em Alagoas — Foto: Reprodução
A produção de leite movimenta a economia do estado e é fonte de renda de vários produtores. Mesmo em meio à pandemia da Covid, foram produzidos no ano passado 615,2 milhões de litros, que renderam R$ 955,7 milhões, um aumento de 1,9% em relação ao ano anterior, segundo o IBGE.
Agora, a estimativa dos produtores é de um crescimento ainda maior neste ano. Isso pode ser percebido na retomada da Expo Bacia Leiteira, que começou na quarta-feira (6) e segue até o sábado (9), no Parque Mair Amaral, em Batalha, no Sertão do estado. Os produtores esperam movimentar R$ 1 milhão em negócios e vendas de animais.
Nos primeiros dois dias, o evento já superou as expectativas com quase 500 animais, entre bezerras, novilhas e vacas. Eles estão nas exposição de argola, nos julgamentos das raças girolando e giro leiteiro, além de vacas disputando torneio leiteiro.
A Exposição conta com o 1º shopping “A força do leite”, com 40 animais em oferta e com condições de financiamento facilitadas para atender aos pequenos produtores. Segundo a Cooperativa de Produção Leiteira de Alagoas (CPLA), os cooperados poderão pagar o animal com a produção de leite para a cooperativa.
Para os criadores, o evento ponto de partida para a retomada do setor leiteiro após a pandemia. "Alagoas tem um banco genético também muito forte na pecuária leiteira e possui criatórios de referência. Essa é uma atividade de alto impacto e que agrega diferentes categorias de pecuaristas, além de estar presenta também na agricultura familiar com excelência", destacou o presidente da Associação dos Criadores de Alagoas (ACA), Domicio Silva.
