


A decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas está provocando uma corrida de empresas para revisar contratos, fornecedores e parceiros comerciais.
Setores considerados mais vulneráveis, como combustíveis, logística, construção civil, mercado imobiliário, ouro, apostas esportivas e instituições financeiras, passaram a intensificar auditorias internas para identificar possíveis conexões com atividades criminosas.
Especialistas alertam que a legislação americana permite investigações e punições mesmo quando não há comprovação de participação direta ou má-fé das empresas envolvidas.
O receio é que negócios com qualquer tipo de vínculo financeiro ou operacional com organizações criminosas possam enfrentar restrições no mercado internacional, bloqueios de operações e danos à reputação.
A medida amplia os impactos da ofensiva dos EUA contra o crime organizado brasileiro e já gera preocupação em diversos setores da economia.
