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Usuários relatam instabilidade no Facebook, WhatsApp e Instagram

As plataformas do Facebook, incluindo Whatsapp e Instagram, estavam com problemas de funcionamento na manhã desta quarta-feira (3). Entre os principais problemas encontrados pelos usuários estão o envio de mídias, como fotos, vídeos, áudios e figurinhas (no caso do WhatsApp).

O site Down Detector, que aglomera reclamações de consumidores sobre o status de serviços online, teve fortes reclamações sobre as redes sociais do Facebook.

A maior parte dos usuários que passaram por problemas no WhatsApp estão no Brasil, Argentina, Peru, Colômbia e alguns países da Europa. Já o Facebook e o Instagram tiveram muitas reclamações nos Estados Unidos e também na Europa.

Fonte: G1


Com 892 casos, Papa Francisco é o maior canonizador da história

O Papa Francisco no Vaticano, em foto de 24 de abril — Foto: Reuters/Yara Nardi

Em seis anos de pontificado, papa Francisco já canonizou 892 santos. E a esta cifra podem ser somados outros cinco anunciados, entre os quais a brasileira irmã Dulce Pontes (1914-1992), cuja cerimônia de canonização, confirmada nesta segunda-feira (1º), será dia 13 de outubro.

O número é um recorde. Antes de Francisco, o maior canonizador da Igreja havia sido João Paulo 2° (1920-2005), que em 26 anos de pontificado fez 482 santos. O terceiro do ranking é Leão 13 (1810-1903), com 148 santos em 25 anos.

O levantamento foi feito pela reportagem da BBC News Brasil a partir do cruzamento de informações disponibilizadas pela Congregação das Causas dos Santos, órgão do Vaticano responsável pelos processos de reconhecimento, com dados de pesquisa do teólogo e filósofo Fernando Altemeyer Júnior, chefe do Departamento de Ciência da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

“O pontificado de Francisco é um grande florescer do trabalho semeado por João Paulo 2° e arado por Bento 16”, comenta padre Roberto Lopes, delegado Arquiepiscopal da Causa dos Santos do Rio de Janeiro. “Francisco é uma primavera para futuros santos e santas, mostrando ao mundo o rosto da santidade fecunda do cristianismo.”

De acordo com Altemeyer Júnior, a tendência dos pontificados recentes é “colocar a santidade como atitude vital normal de pessoas normais”, sem “excepcionalidades”.

“Daí a vontade de multiplicar os exemplos e trazê-los para os tempos atuais. Como irmã Dulce, pois eu mesmo e milhares de brasileiros conviveram com ela, tocaram nela, falaram com ela, são contemporâneos a ela. É como se eu dissesse: ‘puxa, eu conheci e vivi com um santo e ele era normal e ao mesmo tempo uma pessoa iluminada; eu também posso ser santo’.”

Canonizações coletivas

O Papa Francisco em uma das audiências semanais no Vaticano. — Foto: Remo Casilli/Reuters

O número extraordinário de santos canonizados por Francisco tem explicação nas canonizações coletivas, em que o atual papa de uma só vez reconhece a santidade de um grupo de mártires.

O recorde absoluto foi a canonização, em maio de 2013, dos mártires de Otranto: os 813 habitantes da cidade do sul da Itália liderados pelo alfaiate Antonio Primaldo, dizimados por tropas otomanas em 14 de agosto de 1480.

Antes disso, a maior canonização coletiva da história havia sido feita por João Paulo 2° que, outubro de 2000, reconheceu a santidade, de uma só vez, de 120 mártires chineses.

João Paulo 2° costumava fazer canonizações coletivas. Em maio de 1984, por exemplo, reconheceu a santidade, de uma só vez, de 103 mártires coreanos. Nos anos seguintes, ele declararia santos mártires do Japão (16), do Vietnã (117) e do México (25).

Francisco também realizou outras canonizações coletivas. Em outubro de 2017 canonizou, de uma só vez, os 30 protomártires brasileiros, também chamados de mártires de Cunhaú e Uruaçu.

Para o religioso Marcelo Toyansk Guimarães, frade da Província dos Capuchinhos de São Paulo, embora “a fama de muitas canonizações” fosse de João Paulo 2º, o jeito com que Francisco conduz a Igreja traz uma abertura que propicia o reconhecimento de mais santos.

“O atual pontificado é sinodal, colegiado, descentralizado no sentido positivo do termo”, afirma ele. “Isso facilita o reconhecimento de testemunhos e santos nas mais várias e diversas realidades.”

Guimarães cita a canonização do arcebispo salvadorenho Oscar Romero (1917-1980), realizada em outubro de 2018, para pontuar essa questão. “Francisco canoniza santos com perspectivas de opção pelos pobres, como Oscar Romero.”

Assassinado por um militar do exército de El Salvador enquanto celebrava uma missa, Romero tinha um discurso contundente contra as mazelas sociais. Tornou-se o primeiro santo nascido na América Central.

Distorção eleva média anual

“O número de santos canonizados por papa Francisco pode parecer absurdo se comparado com os demais papas pelo fato de que ele canonizou Antonio Primaldo e 812 companheiros. Sem esse grupo, seriam apenas cerca de 80 santos”, comenta o padre Arnaldo Rodrigues, brasileiro que atualmente trabalha no Vaticano.

A média de Francisco, considerando os cinco santos já anunciados, é de 150 santos por ano. Descontando a distorção de 813 mártires de Otranto, sua performance canonizadora fica em 14 reconhecimentos por ano.

João Paulo 2°, incluindo todas suas grandes canonizações coletivas, fez 18 santos por ano de pontificado. Bento 16 teve uma média de seis santos por ano. O terceiro papa com maior número absoluto de canonizações, Leão 13, também teve uma média anual de seis novos santos.

Uma maneira de quantificar a assiduidade de tais processos, relativizando a questão das canonizações coletivas, é contar a quantidade de cerimônias de canonização, em vez de quantidade de santos resultantes delas.

Em números absolutos, o líder nesse quesito é João Paulo 2°, com 52 missas dedicadas a novos santos. Na sequência estão Leão 13, com 22 cerimônias; Paulo 6° (1897-1978), com 21. Francisco soma 19 – a vigésima será em 13 de outubro.

Ou seja: enquanto o atual papa realiza três cerimônias de canonização por ano, João Paulo 2° teve uma média de duas por ano. Bento 16 realizou 11 cerimônias de canonização em seus sete anos de pontificado – média de 1,6 ao ano.

“Francisco deseja que tenhamos muitos e muitos santos”, afirma padre Denilson Geraldo, editor da revista Scientia Canonica.

Ele lembra que, em março do ano passado, o papa publicou uma exortação apostólica justamente sobre o tema. “Francisco afirma que a universal vocação à santidade procura encarnar no contexto atual, com os seus desafios e oportunidades, uma forma de existência que deixa de lado uma vida superficial e indecisa.”

“Para Francisco, a santidade não está em vista de uma espiritualidade individualista, mas a santidade das pessoas forma um povo, o povo de Deus. Mesmo fora da Igreja Católica e em áreas muito diferentes, o Espírito suscita sinais da sua presente, que ajuda a própria Igreja a encontrar os caminhos para viver a santidade no mundo.”

“Creio que Francisco tem em mente uma igreja mais ágil em relação aos processos internos”, avalia o padre José Ferreira Filho, da Arquidiocese de São Paulo.

“Isso já acontece, por exemplo, em relação aos processos de nulidade matrimonial, em que se agilizou bastante os procedimentos a fim de encurtar os trâmites. Em ambos os casos, no entanto, não houve nem haverá flexibilização das regras que norteiam os processos.”

Ferreira Filho lembra que o papa João Paulo 2° já dizia que “precisamos de santos do nosso tempo”.

Homens são maioria entre santos

O cruzamento de dados realizado pela BBC News Brasil permite traçar algumas outras curiosidades entre os papas. Por exemplo, desde 1588, quando o papa Xisto 5º (1521-1590) instituiu uma congregação para estabelecer uma certa uniformidade no processo de canonização, foram reconhecidos 1873 santos, em 210 cerimônias.

Excluindo os 812 mártires de Otranto de identidade desconhecida, homens são 69% dos canonizados e mulheres, 31%. Padres, monges, frades, freiras e outros consagrados à vida religiosa são imensa maioria: 79% dos santos.

Leigos eram canonizados muito raramente no passado. No máximo um por pontificado. O primeiro papa a reconhecer a santidade de uma proporção expressiva de pessoas não consagradas à vida religiosa foi Pio 9 (1792-1878), que fez cinco santos pessoas comuns.

Seu sucessor Leão 13 canonizou 12 não religiosos. Pio 10, quatro. Bento 15 e Pio 11, apenas um cada. João 23, nenhum leigo. Paulo 6 canonizou 26 não religiosos.

João Paulo 2º conferiu uma certa equivalência a santos religiosos e leigos. Dos 482 santos que ele fez, 246 foram padres, freiras e afins; quase o mesmo tanto, 236, foram pessoas leigas.

Bento 16 voltou a dar peso maior aos religiosos. Em seu pontificado foram apenas quatro santos leigos, contra 41 de vida religiosa.

Excetuando-se os 812 mártires de Otranto de identidade desconhecida, Francisco já canonizou 40 religiosos e 40 leigos. Mas, é altamente provável que a esmagadora maioria dos 812 de Otranto seja leiga, uma vez que se trata de toda a população de uma cidade.

Desburocratização e investimento

Papa Francisco celebra Primeira Comunhão na Igreja Sagrado Coração de Jesus em Rakovski, Bulgária — Foto: Yara Nardi/Reuters

Mas a agilidade da “fábrica de santos” atual do Vaticano, contudo, tem uma explicação que vem desde muito antes de Francisco.

Conforme explica o padre Roberto Lopes, delegado Arquiepiscopal da Causa dos Santos do Rio de Janeiro, os processos de canonização foram facilitados por João Paulo 2° e Bento 16. E por causa disso, Francisco agora consegue canonizar mais.

João Paulo 2° publicou dois documentos sobre o tema em 1983.

“Ele pôs em prática as reformas do João Paulo 2º e já foi um facilitador para a Igreja que queria mostrar seu rosto de santidade não apenas em seus padres e freiras, mas principalmente em leigos e leigas”, afirma Lopes.

Padre que trabalha com causas de canonização em Roma, o frade Reginaldo Roberto Luiz resume o que foi essa “simplificação” de 1983.

“Antes, eram necessários quatro milagres para a canonização. Agora, são dois milagres”, afirma ele.

“Em 17 de maio de 2007, papa Bento 16 publicou a nova instrução para os inquéritos diocesanos das causas dos santos, que simplifica os processos e permitem que os mesmos sejam realizados nas arquidioceses, dioceses de todo mundo, sendo presididos não apenas pelo papa, mas pelo prefeito da Congregação das Causas dos Santos ou representante papal constituído”, acrescenta Lopes.

Lopes acredita que esses fatores “abriram todo o caminho para este aumento vertiginoso” observado no pontificado de Francisco.

Mas o atual papa também vem simplificando.

“Um ponto facilitador dos processos durante o pontificado de Francisco foram as novas normas que facilitaram o pagamento das custas dos processos. Criou-se, inclusive, um fundo para ajudar as causas com dificuldades financeiras”, acrescenta padre Lopes.

Há também, segundo ele, “uma regulamentação mais justa e menos complicada para os estudos dos casos que poderão ser proclamados milagres”.

Além do aumento das pessoas dedicadas a fazer um processo de canonização andar no Vaticano. São os chamados postuladores, os “advogados” que preparam dossiês e estudos para defender a santidade de alguém junto ao Vaticano.

Conforme conta o frade Reginaldo Roberto Luiz, em 1983 eram cerca de 30 os que atuavam nessa função. Hoje são 400 postuladores.

Segundo ele, o Brasil hoje tem mais de cem causas em andamento.

Fonte: G1


Polícia deve pedir mais tempo para concluir inquérito sobre Neymar

 Foto: MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O prazo para a Polícia Civil de São Paulo investigar a denúncia contra Neymar se esgotou nesta segunda-feira (1º). A Polícia Civil ainda não se manifestou oficialmente mas a tendência é que a delegada Juliana Lopes Bussacos, responsável pelo inquérito, peça mais prazo para finalizar a investigação.

O inquérito, que apura a acusação de estupro e agressão feita pela modelo Najila Trindade Mendes de Souza contra o jogador, será transferido na tarde desta segunda-feira para a Vara de Violência Doméstica de Santo Amaro, porque a delegada responsável pelo caso concluiu que havia uma relação íntima de afeto entre os dois.

A partir daí o Ministério Público deve manifestar se concorda ou não com o pedido da delegada. Só então o juiz responsável pode determinar o prazo extra que a 6ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), na Zona Sul de São Paulo, terá para finalizar o inquérito.

Caso a delegada opte por encerrar o inquérito, ele seguirá para a Justiça e o Ministério Público irá se manifestar. Os promotores terão então três opções: pode pedir o arquivamento do caso, denunciar ou pedir novas diligências.

As imagens de câmeras de segurança do hotel em Paris onde Neymar se encontrou com Najila, solicitadas pela polícia na semana passada, ainda não foram acessadas pelos investigadores. As imagens já estão no Brasil mas as autoridades francesas entendem que só podem ceder os vídeos com autorização judicial.


Cerimônia de canonização de Irmã Dulce será realizada em outubro no Vaticano

Irmã Dulce, também conhecida como 'O Anjo Bom da Bahia' — Foto: Estadão Conteúdo/Arquivo
Irmã Dulce, também conhecida como ‘O Anjo Bom da Bahia’ — Foto: Estadão Conteúdo/Arquivo

Irmã Dulce, a primeira mulher nascida no Brasil que se tornará santa, será canonizada no dia 13 de outubro de 2019, em uma celebração presidida pelo Papa Francisco, no Vaticano, em Roma.

A informação foi divulgada na manhã desta segunda-feira (1º), em coletivas de imprensa que ocorreram em Roma, no Vaticano, e no Santuário Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, no Largo de Roma, em Salvador.

Além de Irmã Dulce, no mesmo dia, durante o Sínodo da Amazônia, serão canonizados outros quatro santos, segundo o Vaticano. Entre eles, está o cardeal inglês John Henry Newman, um dos principais intelectuais cristãos do século 19.

Nascido em 1801, em Londres, Newman foi pastor anglicano, mas, ao longo de seus estudos, acabou se convertendo ao catolicismo. Tornou-se padre e um teólogo reconhecido internacionalmente. Sua obra foi amplamente citada no Concílio Vaticano II. Entre as principais estão “Ensaio sobre o Desenvolvimento da Doutrina Cristã”. Ele foi beatificado em setembro de 2010, pelo Papa Bento XVI.

Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, durante coletiva em Salvador — Foto: Maiana Belo/G1
Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, durante coletiva em Salvador — Foto: Maiana Belo/G1

Coletiva em Salvador

O arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, e a superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce, Maria Rita Pontes, e participaram da coletiva, em Salvador.

Dom Murilo Krieger detalhou que a beata levará o nome santo de Santa Dulce dos Pobres e seu dia será celebrado sempre no dia 13 de agosto.

“No dia seguinte à canonização, no dia 14 de outubro, haverá uma missa na Igreja de Santo Antônio dos Portugueses, em Roma, igreja do século XVII. Será a missa da Santíssima trindade agradecendo o dom de Irmã Dulce. E aqui em Salvador, a celebração será na Arena Fonte Nova, no dia 20 de outubro”, revelou o arcebispo.

O Vaticano anunciou a canonização de Irmã Dulce em maio deste ano, quando um segundo milagre atribuído à religiosa, também conhecida como “O Anjo bom da Bahia”, foi reconhecido por meio de decreto.

A pessoa agraciada pelo segundo milagre de Irmã Dulce reconhecido pelo Vaticano é um homem, que morava na Bahia, e foi curado após passar 14 anos cego. Ele participou da coletiva nesta segunda.

O milagre teria ocorrido após o homem pedir a Irmã Dulce para interceder por ele, por conta de uma conjuntivite, pouco antes de dormir. Quando acordou, no dia seguinte, o homem havia melhorado da doença e voltado a enxergar, segundo a Arquidiocese de Salvador.

O milagre intriga médicos, pois, mesmo após voltar a enxergar, os exames do homem apontam lesões que deveriam impedir que ele tivesse o sentido.

Além desses dois milagres reconhecidos, mais de 10 mil outros relatos feitos por fiéis do mundo inteiro são armazenados pelas Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), em Salvador. Há depoimentos de cura de câncer, superação de vício em drogas, conquista de emprego, solução de dívidas e problemas familiares, sobrevivência a acidentes graves.

Canonização

Irmã Dulce — Foto: Reprodução/Site da Osid
Irmã Dulce — Foto: Reprodução/Site da Osid

A canonização de Irmã Dulce será a terceira mais rápida da história (27 anos após seu falecimento), atrás apenas da santificação de Madre Teresa de Calcutá (19 anos após o falecimento da religiosa) e do Papa João Paulo II (9 anos após sua morte).

Três graças alcançadas por devotos, após orações a Irmã Dulce, estavam sendo analisadas pelo Vaticano, com vista no processo de canonização da religiosa. Esses três casos foram enviados ao Vaticano pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), em 2014, após análise de profissionais da própria instituição.

O primeiro milagre foi reconhecido em outubro de 2010, quando Irmã Dulce foi beatificada. Depois disso, iniciou-se o processo para buscar a canonização, quando a pessoa passa a ser considerada santa pela Igreja Católica.

O Vaticano tem quatro exigências quanto à veracidade da graça, até ser considerada milagre: ser preternatural (a ciência não consegue explicar), instantâneo (acontecer imediatamente após a oração), duradouro e perfeito.

Frei Galvão, conhecido pelas pílulas milagrosas que, segundo a fé católica, têm poder de cura e que nasceu em 1739, em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, foi o primeiro santo nascido no Brasil a ser canonizado, em 11 de maio de 2007, pelo então Papa Bento XVI.

Madre Paulina, que morava em Santa Catarina, também foi canonizada e ficou conhecida como a primeira santa do Brasil. Ela, no entanto, nasceu na Itália e só veio morar no país com a família aos 10 anos. Com isso, Irmã Dulce se tornará a primeira santa nascida no Brasil.

Irmã Dulce, ainda criança, à esquerda da foto, com a família — Foto: Reprodução/Site da Osid
Irmã Dulce, ainda criança, à esquerda da foto, com a família — Foto: Reprodução/Site da Osid

História e legado

Irmã Dulce, cujo nome de batismo era Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, é recordada por sua obras de caridade e de assistência aos pobres e necessitados. Religiosa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, a beata nasceu em Salvador, em 26 de maio de 1914.

Desde cedo manifestou interesse pela vida religiosa. Aos 13 anos de idade, passou a acolher mendigos e doentes em sua casa, transformando a residência da família – na Rua da Independência, 61, no bairro de Nazaré – em um centro de atendimento. A casa ficou conhecida como “A Portaria de São Francisco”, por conta do grande número de carentes que se aglomeravam a sua porta.

Em 1933, a jovem ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, cidade de São Cristóvão, em Sergipe. No mesmo ano, recebeu o hábito e adotou o nome de Irmã Dulce, em homenagem à sua mãe, que se chamava Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes e morreu quando a freira tinha 7 anos.

No ano de 1935, já de volta a Salvador, dava assistência à comunidade pobre de Alagados, conjunto de palafitas que se consolidara na parte interna do bairro de Itapagipe. Nessa mesma época, começa a atender também os operários que eram numerosos naquele bairro, criando um posto médico e fundando, em 1936, a União Operária São Francisco – primeira organização operária católica do estado, que depois deu origem ao Círculo Operário da Bahia.

Em 1939, Irmã Dulce invadiu cinco casas na localidade da Ilha do Rato, na capital baiana, para abrigar doentes que recolhia nas ruas de Salvador. Expulsa do lugar, ela peregrinou durante uma década, levando os seus doentes por vários locais da cidade.

Por fim, em 1949, Irmã Dulce ocupou um galinheiro ao lado do Convento Santo Antônio, após autorização da sua superiora, com os primeiros 70 doentes. A iniciativa deu origem à história propagada há décadas pelo povo baiano de que a freira construiu o maior hospital da Bahia a partir de um simples galinheiro.

Já em 1959, é instalada oficialmente a Associação Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), e no ano seguinte é inaugurado o Albergue Santo Antônio.

A Osid atualmente é um dos maiores complexos de saúde com atendimento 100% gratuito do Brasil, com 3,5 milhões de atendimentos ambulatoriais por ano a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), entre idosos, pessoas com deficiência e com deformidades craniofaciais, pacientes sociais, crianças e adolescentes em situação de risco social,dependentes de substâncias psicoativas e pessoas em situação de rua.

Fonte: G1


Trump cruza a fronteira e se torna 1º presidente dos EUA a entrar na Coreia do Norte

Trump e Kim já no território da Coreia do Sul, neste domingo (30). — Foto: Susan Walsh/AP
Trump e Kim já no território da Coreia do Sul, neste domingo (30). — Foto: Susan Walsh/AP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, se encontraram neste domingo (30) na Zona Desmilitarizada entre as Coreias do Norte e do Sul. Após um simbólico aperto de mãos, Trump cruzou a fronteira e se tornou o primeiro presidente dos Estados Unidos a pisar em solo norte-coreano.

O encontro marcou a terceira vez que os dois líderes se reúnem. Na última reunião, no Vietnã, em fevereiro, Trump e Kim deixaram a cúpula um dia antes do previsto, sem resultados. A intenção era discutir relações bilaterais e convencer a Coreia do Norte a desistir de seu programa nuclear, mas as tratativas não foram adiante.

Neste domingo (30), quando os dois presidentes se cumprimentaram na fronteira entre os dois países, expressaram esperanças de paz, segundo a Reuters.

“Fico feliz em vê-lo de novo. Jamais esperava vê-lo neste lugar”, disse Kim. “Trata-se de um momento histórico que pretende pôr fim ao conflito na península”, afirmou o líder norte-coreano a jornalistas.

“Eu fiquei orgulhoso de passar por cima da linha [que divide as duas Coreias]”, disse Trump a Kim, depois que os líderes retornaram ao lado sul-coreano. “É um grande dia para o mundo.”

Trump cruzou a fronteira intercoreano e se tornou o 1º presidente dos EUA a pisar na Coreia do Norte — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque
Trump cruzou a fronteira intercoreano e se tornou o 1º presidente dos EUA a pisar na Coreia do Norte — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

Acompanhado por Kim, Trump deu 20 passos para dentro do território da Coreia do Norte, segundo a CNN. Pouco depois, voltaram ao lado sul, onde se reuniram com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, para uma breve conversa.

Em seguida, o presidente norte-americano se reuniu a portas fechadas com o líder norte-coreano por 50 minutos.

“Tivemos uma reunião muito, muito boa”, afirmou Trump depois da conversa. “Vamos ver o que pode acontecer”.

Os líderes decidiram que um diplomata norte-americano, que atua como representante especial dos Estados Unidos para a Coreia do Norte, vai intermediar as negociações na questão nuclear.

“O que vai acontecer é que nas próximas duas ou três semanas as equipes vão começar a trabalhar”, disse Trump.
O presidente americano acrescentou, entretanto, que a velocidade com que as conversas irão ocorrer não é a prioridade. Trump afirmou ter “bastante tempo” e que “não estava com pressa” de chegar a um acordo.

“Nós queremos acertar [na negociação]”, afirmou. O presidente americano também disse que “estão acontecendo coisas muito positivas” na península por causa da aproximação entre Washington e Pyongyang, iniciada no ano passado.

“O que vai acontecer é que nas próximas duas ou três semanas as equipes vão começar a trabalhar”, disse Trump.
O presidente americano acrescentou, entretanto, que a velocidade com que as conversas irão ocorrer não é a prioridade. Trump afirmou ter “bastante tempo” e que “não estava com pressa” de chegar a um acordo.

“Nós queremos acertar [na negociação]”, afirmou. O presidente americano também disse que “estão acontecendo coisas muito positivas” na península por causa da aproximação entre Washington e Pyongyang, iniciada no ano passado.

 

 

Fonte: G1


Macron diz que Bolsonaro foi chave para acordo de Mercosul e União Europeia

O presidente da França, Emmanuel Macron, durante encontro do G20 em Osaka, no Japão. — Foto: Ludovic Marin/AFP
O presidente da França, Emmanuel Macron, durante encontro do G20 em Osaka, no Japão. — Foto: Ludovic Marin/AFP

Após Mercosul e União Europeia fecharem um dos maiores acordos comerciais da atualidade, o presidente da França, Emmanuel Macron, disse neste sábado (29) que o presidente Jair Bolsonaro garantiu a ele o compromisso do Brasil com o Acordo de Paris e a “luta pela biodiversidade”.

“O presidente Bolsonaro me confirmou o seu compromisso, ao contrário das preocupações que se podia ter, com o Acordo de Paris e a luta pela biodiversidade”, disse em entrevista em Osaka, no Japão.

“Estamos comprometidos com o acompanhamento desses compromissos.”

Segundo Macron, a “garantia dada por Bolsonaro” foi chave para que o entendimento entre Mercosul e União Europeia fosse firmado.

“A verdadeira mudança na fase final de negociação foi a afirmação clara pela qual o Brasil se comprometeu com o Acordo de Paris e na luta pela biodiversidade.”

O acordo de comércio entre Mercosul e União Europeia prevê que os signatários se comprometem com a “efetiva implementação” do Acordo de Paris — entendimento pelo qual os países adotaram metas de redução de gases poluentes.

Às vésperas do G20, Macron havia declarado que a França não firmaria o acordo com o Mercosul se o Brasil deixasse o Acordo de Paris.

Encontro entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente francês Emmanuel Macron — Foto: TV Globo

No dia seguinte, ele teve uma reunião informal com Bolsonaro após almoço de líderes. Mas a versão de Macron para esse encontro destoa da informação dada pelo presidente brasileiro, que também se encontrou com a chanceler Angela Merkel para falar da pauta ambiental brasileira.

Em entrevista coletiva também neste sábado, Bolsonaro disse que tanto no encontro com Macron quanto na conversa com a chanceler alemã, ele criticou o que chamou de mania de “colocar o meio ambiente acima de tudo”.

Segundo ele, os dois europeus “arregalavam os olhos” com frequência durante o diálogo.

“De maneira cordial, mostramos que o Brasil mudou com o atual governo e vai ser respeitado. Falei da psicose ambientalista que existe conosco”, relatou, argumentando que os líderes europeus “se alienam” com informações de ONGs ambientais.

“Convidei Merkel e Macron para vir à Amazônia. Eles poderiam ver que não existe esse desmatamento tão propalado”, afirmou.

O presidente Jair Bolsonaro, a chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi em encontro do G20. — Foto: Brendan Smialowski / AFP
O presidente Jair Bolsonaro, a chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi em encontro do G20. — Foto: Brendan Smialowski / AFP

Perguntado se o entendimento comercial entre os dois blocos comerciais apontava que o Brasil permaneceria no Acordo de Paris durante todo o seu mandato, Bolsonaro disse que “no momento estamos no acordo” e que o Brasil “não tem como cumprir” todas as metas do Acordo de Paris.

“Falei com Angela Merkel e a Alemanha não vai cumprir o acordo no tocante a energias fósseis. O que cada brasileiro bota para fora de gás carbônico, o alemão é quatro vezes mais”, disse.

“A nossa (meta), né? A gente não tem como cumprir, nem que pegue aqui agora 100 mil homens no campo e comece a reflorestar a partir de agora, até 2030 não vai atingir essa meta”, emendou.


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