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Número de mortos por coronavírus sobe para 563 na China

Número de mortos por coronavírus sobe para 563 na China

Autoridades sanitárias chinesas informam que mais de 28 mil pessoas estão infectadas pelo novo coronavírus na China continental. O total de mortes aumentou para 563.

O Comitê Nacional de Saúde da China afirma que o número de casos confirmados no país aumentou em 3.694 desde a última contagem, chegando a um total de 28.018 infectados nessa quarta-feira (5).

O número de mortes somente na província de Hubei subiu em mais 70 casos. O total de mortes também já soma mais um caso cada na cidade de Tianjin e nas províncias de Heilongjiang e Guizhou.

Contágio por coronavírus
A CCTV, emissora estatal chinesa, informou que um recém-nascido foi identificado entre os infectados pelo novo coronavírus.

Segundo a emissora, o bebê nasceu no domingo (2) em Wuhan, a cidade mais atingida pelo surto. O bebê passou por exames 30 horas após o nascimento, já que a mãe estava infectada pelo coronavírus. O resultado deu positivo também para o bebê.

A criança aparentemente não apresenta sintomas de febre ou tosse, mas foram detectados problemas respiratórios. Um raio-x mostra infecção nos pulmões.

Um médico do hospital onde nasceu o bebê alertou para os riscos de contágio de mãe para filho, e pediu que especialistas e pessoal médico não descartem essa possibilidade.


Senado americano absolve Donald Trump

O presidente americano Donald Trump foi absolvido das duas acusações

O presidente americano Donald Trump foi absolvido das duas acusações pelas quais respondia no terceiro processo de impeachment da história americana. Trump foi acusado de abuso de poder e obstrução do Congresso.

As denúncias contra o presidente do Partido Republicano foram votadas separadamente. Na primeira, que trata de abuso de poder, 48 senadores votaram a favor da condenação e 52 votaram pela absolvição. Mitt Romney, senador pelo estado de Utah e correligionário do presidente, surpreendeu a todos ao votar favorável à condenação na primeira denúncia.

Em um discurso emocionado e contemplativo, o republicano afirmou que sabe que sua decisão causará polêmica e se refletirá em seu futuro. “O veredito é nosso, de acordo com a Constituição. O povo nos julgará por quão bem cumprimos nosso dever. Há pessoas no meu partido e no meu estado que vão desaprovar minha decisão de maneira contumaz. Serei veementemente acusado por isso. Mas alguém acredita, de verdade, que eu permitiria que esses atos ficassem sem a sentença inescapável que meu juramento perante Deus me obriga [a dar]? Meu veredito não removerá o presidente de seu cargo, mas haverá uma instância superior a esse julgamento: a decisão do povo americano. Os eleitores farão a decisão final”, concluiu Romney.

A decisão do senador Mitt Romney fez com que ele entrasse para a história como o primeiro senador a votar a favor do impeachment de um presidente do próprio partido.

No segundo artigo, que trata de obstrução do congresso, 47 senadores votaram pela condenação (todos do partido democrata) e 53 votaram pela absolvição. Eram necessários pelo menos 67 dos 100 votos da casa para que Trump fosse removido do cargo.

A denúncia

As acusações foram fundamentadas em contatos que o presidente americano teve com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, ao solicitar uma investigação sobre Hunter Biden, filho de seu possível rival político na corrida presidencial de 2020, Joe Biden. Joe Biden era vice-presidente durante a administração de Barack Obama (2009-2017), e foi o principal articulador político de acordos com a Ucrânia.

Trump suspeitava que Hunter Biden – que recebia um salário de US$ 50 mil mensais como consultor jurídico em uma companhia de gás natural – teria uma relação espúria com empresas ucranianas, nascida de uma suposta rede de favorecimento criada durante o mandato de Joe Biden.

A solicitação de Trump para que Zelensky investigasse o caso teria gerado um “toma lá, dá cá” entre os líderes. O favor para Trump estaria condicionado à liberação de uma verba de ajuda militar de US$ 400 milhões.

O processo

O processo de impeachment foi aberto na Câmara de Deputados americana, que é de maioria democrata – o partido opositor ao de Trump – no dia 18 de dezembro de 2019.

Durante o processo, 13 testemunhas foram chamadas, 17 depoimentos foram colhidos, mais de 180 perguntas foram feitas e 193 vídeos foram usados para o julgamento. O processo gerou mais de 28 mil páginas de documentos.

Reeleição

Logo após o veredito, o presidente Donald Trump foi às redes sociais e postou um vídeo em que aparece sendo presidente “para sempre”. Nancy Pelosi, líder da câmara que rasgou o discurso de Trump sobre o Estado da União na noite de ontem (4), não se manifestou nas redes sociais até a publicação da reportagem.

Trump é cotado para ser a escolha do Partido Republicano para as eleições de 2020, apesar do anúncio oficial ainda não ter sido feito.


Número de mortes pelo coronavírus chega a 490 na China

Número de mortes pelo coronavírus chega a 490 na China

Autoridades de saúde da China informaram que mais 65 pessoas morreram na província de Hubei nessa terça-feira (4) em decorrência do novo coronavírus. A mais recente atualização eleva o número total de mortes na China para 490.

O número de pacientes infectados aumentou em 3.887, com o total alcançando 24.324 pessoas no país.

Casos da nova variante do coronavírus foram confirmados em 27 países e regiões além da China. O número total de pessoas infectadas fora da China continental já chega a 226.

Os casos confirmados incluem 33 no Japão, 25 na Tailândia, 24 em Singapura, 18 em Hong Kong, 18 na Coreia do Sul, 13 na Austrália, 12 na Alemanha, 11 nos Estados Unidos e 11 em Taiwan.

Malásia, Macau e Vietnã têm 10 casos confirmados cada, enquanto a França confirmou seis, os Emirados Árabes, cinco e a Índia, três casos.

Canadá, Itália, Reino Unido, Rússia e Filipinas têm dois casos cada confirmados. Nepal, Camboja, Sri Lanka, Finlândia, Suécia, Espanha e Bélgica têm um caso confirmado por país.

Até o momento, uma pessoa nas Filipinas e uma em Hong Kong morreram em decorrência do coronavírus.

Sem sintomas

Cientistas no Japão dizem que uma em cada duas pessoas afetadas pelo novo coronavírus pode ter sido infectada por outra pessoa que não apresentava sintomas no momento. O estudo sugere que o vírus tem a habilidade de se espalhar significativamente durante o período de incubação.

Uma equipe de pesquisa da Universidade de Hokkaido, liderada pelo professor Hiroshi Nishiura, analisou dados de 52 pacientes de países que incluem China e Alemanha, onde um estudo já havia sido feito para rastrear o vírus.

O grupo pesquisou o período de tempo entre o surgimento dos sintomas e a manifestação deles em outra pessoa suspeita de ter sido infectada por esse paciente. O grupo descobriu que o período de incubação médio foi de 3,8 dias, mais curto que os 5 dias que haviam sido relatados anteriormente.

Os cientistas realizaram outras análises, utilizando hipóteses de que cada pessoa infectada transmite o vírus para 2,2 pessoas. Eles dizem que a análise revelou que um em dois pacientes pode ter sido infectado por pessoas que não apresentavam sintomas.

A equipe afirma que apesar de o estudo ser pequeno, mostra a necessidade de um mecanismo médico para proteger aqueles que tendem a desenvolver sintomas graves, incluindo idosos e pessoas com condições preexistentes.


Mortes por coronavírus passam de 400 na China

Mortes por coronavírus passam de 400 na China

A China informa que o novo coronavírus já infectou mais de 20 mil pessoas e causou mais de 400 mortes.

A Comissão Nacional de Saúde da China anunciou 3.235 novos pacientes nesta terça-feira (4), elevando o número total para 20.438. O número de mortes causadas pelo vírus subiu para 425, depois de mais 64 pacientes terem morrido na província de Hubei, local que mais sofre com a epidemia.

Um hospital construído às pressas em Hubei deu início ao tratamento de pacientes nessa segunda-feira (3). A unidade tem capacidade para aproximadamente 1.000 leitos, mas somente ontem o número de pacientes na província havia aumentado em mais de 2 mil.

O sistema médico da China está seriamente sobrecarregado com a expansão da epidemia.

Coronavírus fora da China

Fora da China continental, 185 infecções pelo novo coronavírus foram confirmadas em 26 países e territórios.

Há 20 casos confirmados no Japão; 19 na Tailândia; 18 em Cingapura; 15 na Coreia do Sul; 15 em Hong Kong; 12 na Austrália e 11 nos Estados Unidos.

Taiwan e Alemanha têm 10 casos cada; Macau, 9; Malásia e Vietnã, 8 cada; França, 6; Emirados Árabes Unidos, 5, e Índia, 3.

O Canadá, a Itália, o Reino Unido, a Rússia e as Filipinas têm dois casos cada, ao passo que o Nepal, Camboja, Sri Lanka, a Finlândia, Suécia e Espanha têm um caso cada.

Hong Kong

O governo de Hong Kong registrou a primeira morte em consequência do novo coronavírus. Segundo o governo, um homem de 39 anos que havia contraído o vírus morreu hoje no país.

Esta é a segunda morte causada pelo vírus fora da China continental. O primeiro caso foi registrado nas Filipinas.

Estudos

Pesquisadores da China descobriram que o novo tipo de coronavírus contagia seres humanos por meio de um receptor celular idêntico ao do coronavírus que causou a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) no país há 17 anos.

Na Academia Chinesa de Ciências, cientistas infectaram morcegos e outros animais com o novo tipo de coronavírus, obtidos de sete pacientes na cidade de Wuhan, província de Hubei. A descoberta foi anunciada nesta segunda-feira (3) no periódico científico britânico Nature.

A equipe descobriu que os receptores para o novo coronavírus na superfície de células humanas são os mesmo utilizados pelo coronavírus causador da SARS (sigla em inglês).

Segundo os pesquisadores, a descoberta sugere que drogas e vacinas criadas para a SARS poderiam ser utilizadas para tratar pacientes de coronavírus e para controlar o surto.

A equipe descobriu também que a sequência do genoma do novo tipo de coronavírus é 96% idêntica a um coronavírus encontrado anteriormente em morcegos, e 79,5% idêntica ao genoma do vírus da SARS.

Eles disseram que vão continuar tentando entender o ciclo do contágio para descobrir se a força de infecção do vírus muda quando ele é transmitido entre seres humanos.


Menor que anteriores, festa de Neymar tem celulares restritos a lista “VIP”

Menor que anteriores, festa de Neymar tem celulares restritos a lista “VIP”

A festa do aniversário de 28 anos de Neymar, realizada entre domingo e a madrugada de segunda-feira, em Paris, teve pouca exposição em rede social. O motivo é que os celulares da maioria dos convidados foram confiscados logo na entrada em uma medida para tornar o ambiente reservado. Apenas uma ‘lista VIP’ pôde usar o aparelho durante a comemoração. O evento ocorreu na casa noturna Yoyo, localizada próxima à Torre Eiffel, e teve a participação da família, amigos e o elenco do Paris Saint-Germain.

A precaução ao proibir o uso de celulares é avaliada pelo entorno de Neymar como um procedimento normal, comum em eventos de grandes personalidades. A medida não foi decisão do jogador, que nunca se mostrou incomodado com a superexposição em suas festas.

A prática adotada pela organização da festa foi a de guardar o celular do convidado em um envelope acompanhado com o nome da pessoa. Eles também eram informados sobre a presença de fotógrafos profissionais para registro da celebração.

Apenas algumas pessoas selecionadas tiveram a liberdade de permanecer com o celular durante toda a celebração. Esses convidados receberam duas pulseiras: uma branca e uma preta para indicar o uso do aparelho.

A festa de 28 anos ficou marcada para convidados como um ambiente mais calmo do que nas duas edições anteriores em Paris. O número de presentes foi baixo e o espaço também era pequeno.

Neymar também optou por criar um espaço reservado para os colegas do Paris Saint-Germain e as respectivas esposas. Nomes como Marquinhos, Cavani, Thiago Silva, Kylian Mbappé e Angel Di Maria participaram da celebração nesse ‘camarote’. Nenhum integrante da comissão técnica da agremiação francesa esteve presente. A ideia foi deixar esses convidados mais à vontade para curtir a noite.

Como de costume, o ‘parabéns’ aconteceu antes da meia-noite. No momento, uma chuva de balões brancos e confetes pratas foram lançados por toda a pista do local que não contou com uma decoração especial para o evento. As atrações musicais ficaram por conta da dupla sertaneja Maiara e Maraisa, o pagodeiro Rodriguinho e os funkeiros Nego do Borel e MC Guimê.

Na França, as festas de aniversário de Neymar foram motivos de críticas por grande parte da mídia, com avaliação de abuso em comemorações. O problema capital é que ela sempre acontece em período de preparação para a fase inicial do mata-mata da Liga dos Campeões – PSG encara o Borussia Dortmund, no dia 18 de fevereiro.

A comemoração deste ano também desagradou ao treinador do PSG, Thomas Tuchel, porque o time encara o Nantes nesta terça-feira, fora de casa, pelo Campeonato Francês. Como a festa de Neymar ocorreu até por volta das 4h da manhã de segunda-feira (horário local), o elenco se apresentou para o treinamento na véspera do jogo pouco mais de 10h após o encerramento da celebração.

“Sobre a festa de ontem eu aceito que é um pouco difícil de proteger os jogadores. Na minha opinião eu não posso pensar na festa para escalar a equipe contra o Nantes. Quem estava lá, quem saiu que horas, que horas chegaram em casa. Eu não posso falar disso. Eu sou o técnico e todos precisam chegar para o treino, precisam treinar sério e mostrar amanhã que somos capazes de fazer isso. Se é a melhor forma de preparar um jogo? Não, claramente! Mas se é a pior coisa que poderia acontecer, também não”, comentou Tuchel em entrevista nesta segunda-feira.


Brasil monitora 14 casos suspeitos de coronavírus

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Brasil monitora 14 casos suspeitos de coronavírus

Boletim do Ministério da Saúde mostra que 14 pacientes são monitorados no Brasil por suspeita de terem sido infectados por coronavírus. Antes do meio-dia, 16 casos eram considerados suspeitos, mas dois foram excluídos. “A tendência é que com o volume de casos vamos conseguir descartar os casos cada vez mais rapidamente”, afirmou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em entrevista coletiva à imprensa na tarde de hoje (3).

Segundo Mandetta, o país vai decretar estado de emergência pública quanto ao coronavírus, mesmo sem a confirmação de casos. Isso porque, segundo o ministro, a medida é indispensável para a repatriação dos 40 brasileiros que estão na cidade de Wuhan, na província de Hubei, região central da China.

Até o momento, o ministro descartou barrar a entrada de chineses ou de viajantes vindos da China no Brasil, como foi feito pelos Estados Unidos. “Essa é uma medida inócua, sem nenhuma eficácia comprovada”, argumentou.

Brasil monitora 14 casos suspeitos de coronavírus

Quarentena

O ministro revelou que o protocolo de quarentena para os brasileiros vindos de Wuhan será mais longo do que o previsto. “A quarentena será de 18 dias. São quatro dias de margem de segurança. Ainda estamos organizando a logística. A operação de busca será feita pelo Ministério da Defesa. A articulação com a China é do Ministério das Relações Exteriores. Mas haverá um exame admissional feito pelo Ministério da Saúde para o embarque. Todo o procedimento de biossegurança será preparado: enfermeiros, plantonistas, médicos e quartos individuais. Até as necessidades especiais dos pacientes, como os diabéticos, por exemplo, estão sendo discutidas pela equipe técnica”, explicou.

O Ministério da Defesa cogita usar a base de Anápolis (GO) ou a de Florianópolis para a quarentena.

Brasileiros que apresentem sintomas do coronavírus durante a evacuação não embarcarão no transporte de volta para o Brasil. “Todas as pessoas que apresentarem sintomas não serão removidas. Apenas pessoas que não apresentarem sintomas vão embarcar. Vamos manter a segurança dos outros brasileiros” disse Mandetta.

Medida provisória

Segundo o ministro, o texto que institui os protocolos de segurança sanitária no Brasil está sendo redigido e deve ficar pronto “o mais rápido possível”. A medida provisória consolidará instrumentos que estão “fragmentados, espalhados por leis antigas, portarias e regulações”. “Era tudo muito pontual. Vamos consolidar, retirar o que não serve mais, e que sirva para todas as condições ter esse marco legal. Isso era uma falha do nosso sistema [sanitário]”.

“A lei trará todos os detalhes técnicos da quarentena. Ela vai harmonizar e colocar em um patamar de igualdade com a legislação de outros países que possuem mecanismos similares. Temos que aprender com o que está acontecendo e nos preparar, porque isso pode acontecer no nosso quintal”, complementou.


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