
Foto: Ascom/MP-AL
As prefeituras de Porto Calvo e Mar Vermelho rescindiram seus contratos administrativos firmados com a cooperativa de trabalho envolvida na Operação Maligno, deflagrada no dia 16 deste mês pelo Ministério Público Estadual de Alagoas (MP/AL). A cooperativa, de propriedade de um casal apontado como líder de uma suposta organização criminosa, é acusada pelo MP/AL de movimentar ilicitamente mais de R$ 243 milhões dos cofres públicos.
No decreto de rescisão, publicado no Diário Oficial dos Municípios, a prefeitura de Porto Calvo justifica a decisão com base nas “notícias veiculadas na imprensa e informações acerca de investigação envolvendo a respectiva cooperativa”. O documento enfatiza que a prudência e a necessidade de garantir a transparência dos serviços públicos impediram a continuidade do contrato.
O procurador do Município de Mar Vermelho, Hilton Agra, informou que, "imediatamente, após a divulgação da Operação Maligno, adotou procedimento administrativo para adoção de providências pertinentes, observando ainda o rito estabelecido pela lei de licitações e contratos administrativos”, afirmou através da assessoria.
