


Em entrevista exclusiva concedida ao repórter Niraldo Correia, da Rádio Sampaio 94.5 FM, diretamente da 5ª Delegacia Regional de Polícia de Palmeira dos Índios, o delegado de homicídios João Paulo Canuto comentou os desdobramentos da investigação sobre a morte de Gabriel Lincoln, ocorrida durante uma ação policial na noite do último sábado.
Segundo o delegado, a investigação ainda está em fase inicial, mas já foram coletadas imagens de câmeras de monitoramento, além da apreensão de uma motocicleta e de um revólver calibre 38, cuja numeração, embora presente, não está cadastrada no sistema da Polícia Federal, o que dificulta seu rastreamento.
Dr. João Paulo confirmou que foi solicitado um exame residográfico no corpo de Gabriel, com o objetivo de verificar a presença de resíduos de pólvora. Contudo, o procedimento foi realizado apenas na segunda-feira, durante o velório do jovem, o que pode comprometer a eficácia dos resultados. “Pode prejudicar sim, devido ao lapso temporal da morte até a coleta do exame”, explicou. Segundo ele, o teste foi feito apenas nas mãos da vítima.
Sobre o andamento das oitivas, o delegado informou que, neste primeiro momento, estão sendo ouvidas apenas pessoas que possam ter testemunhado o fato. A guarnição envolvida na ocorrência será ouvida posteriormente, como parte do processo investigativo.
João Paulo também comentou a visita da família de Gabriel à Secretaria de Segurança Pública em Maceió, onde foram recebidos pelo secretário Flávio Saraiva e pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Paulo Amorim. Na ocasião, foi prometida a formação de uma comissão de delegados para acompanhar o caso de forma mais ágil. Segundo o delegado, ainda não há um anúncio oficial, mas a expectativa é de que ele e mais dois colegas componham essa equipe.
“Essa comissão só reforça o compromisso da Polícia Civil em apurar o caso da maneira mais isenta e célere possível”, destacou o delegado. Ele concluiu a entrevista ressaltando que a prioridade é esclarecer os fatos com responsabilidade, sem julgamentos precipitados: “Não podemos ser precipitados a ponto de culpar alguém sem antes apurar todas as circunstâncias do ocorrido.”
A população de Palmeira dos Índios segue acompanhando com atenção os desdobramentos de um caso que gerou grande comoção na cidade.

Bom dia palmeira dos índios só queremos justiça esse crime não pode ficar impune não se o menino tava fazendo manobras radicais ou não isso não é motivo de assasinar não.pergunta que fica no ar como ele poderia efetuar disparos na velocidade que ia hem?