A direção do CSE já está trabalhando pensando na temporada 2024. De acordo com o que foi apurado pelo portal da Rádio Sampaio, o zagueiro Júnior Goiano, o meia Baggio e o goleiro Pedro Campanelli – que se destacaram nesta temporada 2023- estão nos planos da direção para que retornem ao clube.
Perguntado sobre o assunto, o presidente José Barbosa resumiu da seguinte maneira: “São atletas que, na realidade, não foram contactados, mas o CSE tem interesse que eles retornem, sim. Porque foram jogadores de destaque". O dirigente fez questão de valorizar o grupo que disputou a temporada 2023, acrescentando que o “CSE tem interesse no retorno de alguns atletas que fizeram parte do elenco desse ano, entre eles, os nomes que foram citados.”
Dívidas trabalhistas
O presidente executivo do CSE, José Barbosa, explicou a situação referente as dívidas trabalhistas do clube. “Em 2018, o ex-presidente Antônio Umbelino, juntamente com nosso advogado, foi até alguns Estados negociar as dívidas trabalhistas. E, esses processos, ele unificou. Então, quando a gente recebe esse repasse da Prefeitura, automaticamente, a gente já repassa um determinado valor pra Justiça, pra que ela possa ratear entre os processos. É assim que funciona,” explicou.
Mas houve um problema. “A partir do momento que a gente atrasou, se encerrou esse único processo. Então, os processos voltaram para os seus locais de origem. Por exemplo, Paraíba, Pernambuco e Sergipe. E, nesse último pagamento, houve um bloqueio, através da Justiça de Pernambuco, pra pagar processos de gestões anteriores. E como nós não voltamos pra tratar desse assunto com a Justiça desses Estados, então todo mundo está bloqueando as contas do CSE,” relatou. A saída, de acordo com o dirigente, é voltar a negociar com a Justiça.
Estádio Juca Sampaio
Sobre o estádio Juca Sampaio, que chegou a ser citado recentemente numa questão trabalhista do clube, Barbosa lembrou que o patrimônio foi incorporado ao munícipio na gestão do então prefeito Helenildo Ribeiro (in memoriam). Isso ocorreu conforme a Lei Municipal nº 1.078/88, de 22 de março de 1988. “O clube tinha uma dívida com o INSS, a prefeitura arcou com essa dívida. E o presidente, na época, passou o estádio pra Prefeitura. Não foi essa gestão agora,” destacou.
Receita Federal
Destacou ainda que há um débito com a Receita Federal, que foi parcelado, com o clube tendo a obrigação de pagar mensalmente.
