
CT Gustavo Paiva- Foto: Divulgação / CSA
O CSA tem quase 40 ações trabalhistas movidas por ex-jogadores e ex-funcionários, segundo informou o advogado do clube, Bruno Alves, em conversa com o ge. "A maioria deles já finalizou, já transitou em julgado e já tem a certidão para a habilitação do crédito na recuperação judicial. São processos que já encerraram, mas ele não é arquivado do sistema da Justiça do Trabalho porque ele fica suspenso até a quitação pela recuperação judicial"- explicou.
Sobre jogadores que atuaram em 2024 e ingressaram com ação na Justiça, o advogado citou os casos de Kevin, Vinicius Popó, Niltinho, Ricardo Sena, Marquinhos, Júnior Valoura, Wellington Carvalho, Marlon, Fernando Castro, Deivity e Bruno Cardoso. "Desses, os dois primeiros eram ações de quase R$ 900 mil, de atletas emprestados, e a gente fez acordo em ambos por R$ 65 mil, com o pagamento em nove parcelas. Os demais estão correndo normalmente"- citou o advogado.
Perguntado se esse débito poderia inviabilizar recebimento de algum patrocínio ou até mesmo causar bloqueio de receitas, o advogado explicou que o time não pode sofrer bloqueios. "A questão de patrocínios não nos preocupa, tudo está no nosso radar e o pessoal de fora está vendo que essa gestão está mudando o panorama do clube"- disse Bruno Alves ao ge.
Em julho de 2023, a Justiça aceitou o pedido de recuperação judicial do CSA e autorizou o procedimento para recuperação financeira. O clube optou pelo artifício jurídico para sanar suas dívidas e evitar bloqueios.
