Comandante do BPRv pede exoneração após ser reintegrado ao cargo

Por: Rádio Sampaio com Gazeta Web
 / Publicado em 02/06/2021

Tenente Coronel Liziário, comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv)

O tenente-coronel Everaldo Liziário dos Santos Júnior, da Polícia Militar de Alagoas (PMAL), pediu exoneração da função de comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv). O pedido foi enviado ao comandante geral da Polícia Militar de Alagoas. Em seus argumentos, o oficial diz que a função de comandante do BPRv não mais lhe traria prazer “por tudo o que ocorreu e vem ocorrendo”. O coronel Liziário, como é conhecido, se refere às decisões da Justiça dadas na última semana em que foi primeiro determinado o afastamento dele da função e depois outra decisão o reconduziu.

Tudo começou, segundo o oficial, quando tomou ciência de que seu nome estava circulando em “grupos” de WhatsApp de forma, segundo ele, desleal e suja, por outros membros da PMAL. Liziário narra que lhe foi imputada a realização de atos e crimes, que ele diz nunca ter cometido. O coronel Liziário afirma que, por não aceitar calado tudo o que vinha ocorrendo, foi perseguido por um “seleto grupo de membros desta Corporação Militar”.

Na última sexta-feira (28), o juiz de Direito da 13ª Vara Criminal da Capital/Trânsito e Auditoria José Cavalcanti Manso Neto determinou o afastamento de Liziário do posto de comandante do BPRv. Porém, nesta terça-feira (1º),o desembargador Tutmés Airan derrubou a liminar que determinava o afastamento e decidiu pelo retorno de Liziário à função.

No entanto, no pedido de exoneração, o oficial diz que seu nome e imagem já haviam sido veiculados em diversos meios de comunicação de grande circulação, assim como o da PMAL, em virtude do que ele chama de perseguição.

Liziário Júnior diz que “se este é o desejo de quem está armando este circo midiático, não é o meu”. “Não me orgulho de ver o meu nome e o nome da corporação militar alagoana sendo veiculado nos meios de comunicação por pura birra e tentativas nefastas de manipulações por sentimentos puramente egóicos”, diz no documento enviado ao comando da PM.

A reportagem entrou em contato com a Polícia Militar, que informou que não vai se posicionar sobre o assunto.

 

* Por Gazeta Web

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