
Aedes aegypti — Foto: Raul Santana/Fundação Oswaldo Cruz/Divulgação
Nos seis meses de 2022 Alagoas já registrou mais casos de dengue e chikungunya do que em todo o ano de 2021. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (13) pelo Ministério da Saúde.
A situação mais preocupante no estado é a dengue. De janeiro a 4 de junho, 10.548 casos suspeitos foram registrados. Esse número supera o total de todo o ano de 2021, quando ocorreram 7.361 casos.
Já os dados sobre chikungunya mostram que de janeiro a 4 de junho, Alagoas registrou 1.767 casos suspeitos da doença. Em todo o ano passado, o estado teve 223 casos, o que mostra que o total de notificações nos seis primeiros meses de 2020 também já superou o número de casos de 2021.
Das três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, apenas a zika ainda tem menos casos em 2022 do que no ano anterior. De janeiro até 28 de maio, Alagoas notificou 152 casos. Já em todo o ano de 2021, foram registrados 492 casos de zika.
Em 2022, Alagoas teve uma morte por chikungunya. A vítima era um homem que morava em Colônia Leopoldina, no interior do estado. Até o mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, não havia confirmação de óbitos por dengue e zika no estado.
As doenças transmitidas pelo Aedes aegypti são um dos principais problemas de saúde pública. O controle do mosquito é o principal método para a prevenção e controle para a dengue, chikungunya e zika.
