


Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou que as alegações não têm fundamento e reiterou que o país segue uma política de não intervenção nos assuntos internos de outras nações.
"A acusação dos Estados Unidos não tem base factual", disse a chancelaria chinesa.
O governo de Pequim também declarou que "não tem interesse em interferir nas eleições dos Estados Unidos" e destacou que adota o princípio da não ingerência nos assuntos internos de outros países.
