
Bombeiros ajudaram a apagar o fogo | Foto: Niraldo Correia
Na manhã de hoje (8), uma criança de cinco anos acidentalmente ateou fogo em um colchão, provocando um princípio de incêndio em sua residência, na Rua 16 de Setembro, no bairro Cafurna, em Palmeira dos Índios. Na ocasião, a avó do menino se encontrava na cozinha, enquanto a criança brincava sozinha dentro do quarto. O repórter Niraldo Correia, da Rádio Sampaio, entrevistou a avó da criança, que contou mais sobre a situação.
“Eu tava lá na cozinha, cuidando nas coisa [sic] aí não percebi. Quando eu fui pra sala, aí eu vi aquela labareda de fogo muito grande, já tinha passado do limite, já”, contou Nezinha, a avó da criança. “Eu fui logo pegar água pra jogar. Eu sai gritando pela minha menina, chamando ela”, disse.
A criança foi tirada do quarto, que estava em chamas, pela avó.
Ainda de acordo com Nezinha, a bisavó do menor, que tem 90 anos, estava fora de casa, mas tem o cuidado de guardar fósforos, para prevenir acidentes envolvendo as crianças. “Ela guarda, ela esconde mode deles [sic], já com medo deles. Ela briga muito quando eles pegam na caixa de fósforos”, informou a mulher.
Incêndio restrito ao quarto e preocupação com as crianças
O Capitão Anderson Moura, do Corpo de Bombeiros, também em entrevista à Rádio Sampaio, afirmou que houve apenas danos materiais e que o incêndio ficou restrito ao quarto onde a criança estava.
“Foi em um cômodo da residência, então ainda bem que foi sem vítimas, que é o mais importante nesse momento. Bens materiais foram perdidos, mas sem vítimas. No local poderia ter uma idosa, tinha uma criança, que é o que realmente debilita e que normalmente é a nossa grande preocupação nesse momento, que tenha uma dificuldade de fuga [sic]”, disse Moura, que também falou da preocupação que os bombeiros têm com as crianças em posse de instrumentos que podem causar incêndios.
O capitão também observou que um dos problemas existentes é o fato das pessoas muitas vezes não terem acesso à saída. Na situação em questão, a porta que dá acesso à rua é também a única por onde as vítimas puderam sair.
Abaixo, confira a entrevista com a avó e o capitão.

Niraldo Correia entrevista o Capitão Moura | Foto: Portal Rádio Sampaio
