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As buscas pelo helicóptero que desapareceu com quatro pessoas em São Paulo chegam, nesta terça-feira (9), ao nono dia. A aeronave, que estava com quatro pessoas, não faz contato desde o dia 31 de dezembro.
O helicóptero desapareceu após deixar a capital paulista no último dia do ano com quatro ocupantes com destino a Ilhabela, no Litoral Norte do estado, mas não chegou até o arquipélago. A Força Aérea Brasileira (FAB) segue responsável pelas buscas desde então
Segundo a FAB, as aeronaves já cumpriram cerca de 75 horas de voo nas buscas pelo helicóptero desaparecido. A área total de buscas é de cinco mil quilômetros quadrados.
Nesta segunda-feira, o avião da FAB decolou do Aeroporto de São José dos Campos às 6h30. As buscas foram concentradas nas cidades de Paraibuna, Redenção da Serra e Natividade da Serra.
Ao longo desta semana, as buscas envolveram a Força Áerea Brasileira, a Polícia Militar e a Polícia Civil. Na sexta-feira (5), a aviação do Exército também auxiliou as buscas com um helicóptero do Cavex, que fica na base em Taubaté.
No sábado (6), policiais civis instalaram uma base operacional em Paraibuna (SP) e começaram a utilizar drones para auxiliar nas buscas. Um objetivo suspeito foi identificado pelo drone no meio da mata, mas, após averiguação, foi constatado que se tratava de um tronco de árvore.
A base operacional tem uma unidade móvel equipada com monitores, rádios comunicadores, antena via satélite, além de drones com infravermelho e ‘super zoom’. As imagens geradas são analisadas em tempo real por uma equipe da Divisão de Operações Especiais de Polícia.
A polícia também encontrou o local em que o helicóptero fez um pouso de emergência antes de retomar voo e desaparecer. No entanto, não foram encontrados vestígios do helicóptero ou das pessoas na área, localizada em Paraibuna.
Ainda no sábado, foi envolvido nas buscas o helicóptero H-60 Black Hawk, do Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAV) - Esquadrão Pantera, com nove tripulantes. Além dele, a FAB segue utilizando a aeronave SC-105 Amazonas, do Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (2°/10° GAV) – Esquadrão Pelicano. A Polícia Militar também utiliza dois helicópteros neste trabalho.
