
Fachada da Escola Paulista de Medicina da Unifesp durante greve nacional por reajuste salarial — Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
A partir desta quarta-feira (26), professores de universidades e de institutos federais começam a retomar as atividades acadêmicas, paralisadas pela greve desde abril. De acordo com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), as atividades acadêmicas serão normalizadas até o dia 3 de julho.
Atendendo o pedido da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas (Fasubra), a assinatura do acordo de fim do movimento, que estava marcada para hoje, foi adiada para amanhã (27). A solicitação busca dar tempo para a realização da assembleia que deverá confirmar a saída dos técnicos administrativos da greve.
“O governo apresentou uma proposta de reposição salarial de 9% a partir de janeiro de 2026, e de 3,5% a partir de abril de 2026, além da reposição dos níveis da carreira. Além desses pontos, temos outros ganhos que são resultados dessa greve. São pontos que dizem respeito à reestruturação da carreira, a direito dos aposentados, a direito de progressão e promoção docente”, disse a presidente da Associação dos docentes da Universidade de Brasília (Adunb), Eliene Novaes.
