
Ela afirmou que utilizou o dinheiro arrecadado pelos formandos com aluguéis de apartamento e de um carro. De acordo com a investigação, diante disso, está comprovado o crime de apropriação indébita.
Alicia, que presidia a comissão de formatura da 106ª turma da Faculdade de Medicina da USP, disse que decidiu tirar o dinheiro da conta da empresa de formatura porque considerava que ele estava sendo mal administrado.
Ela relatou ainda que fez “péssimas aplicações” com a quantia e que tentou recuperar parte do dinheiro fazendo apostas em lotérica.
A pena máxima para o crime de apropriação indébita é de quatro anos.
Ainda de acordo com a investigação, Alicia recebeu nove transferências da empresa responsável pela arrecadação da festa de formatura.
A polícia pediu a quebra de sigilo bancário para verificar quantas contas a aluna tem no Brasil. A quantia de R$ 920 mil reais teria sido transferida para ao menos três contas pessoais de Alicia, de acordo com o delegado responsável pelo inquérito, Guilherme Azevedo, do 16º DP.
