
Podemos destacar, inclusive, a questão da instituição “REELEIÇÃO”. Os que já estão no poder, e podem concorrer novamente, não abrem mão de se reeleger; os que já cumpriram o segundo mandato, apresentarão candidatos de seu agrado e que atendam às suas conveniências e interesses; afinal nenhum deles quer ficar sem, além do cargo, o poder. Com alguém supostamente de sua confiança, eles podem exercer influência e até domínio junto a estes escolhidos.
No caso particular de Palmeira dos Índios e região, é visível a preocupação da população, se é viável e interessante para os municípios a reeleição ou mesmo a indicação dos atuais prefeitos para o seu desenvolvimento, ou não, valendo salientar que muitos amargam um desgaste natural ou provocado pela má atuação e gestão. As sondagens e pesquisas já permeiam o processo e começam a dar a ideia do que os mesmos irão enfrentar e como proceder daqui para a frente. Lamentável é que os interesses pessoais estarão sempre em primeiro lugar, e durante essa batalha, o povo começa a ser “valorizado”, pela importância do voto, é claro. Porém, muita água ainda vai rolar por baixo dessa ponte até as eleições. Os quadros que hoje se formam deverão ainda sofrer algumas mudanças, talvez até radicais.
